sexta-feira, fevereiro 29, 2008

Sporting apurado com golo ilegal



Aproveitando o intervalo no Estádio AXA em Braga, para uma análise ao trabalho de Duarte Gomes, o árbitro que menos jogos arbitra no Campeonato, mas aquele que mais defende o profissionalismo dos árbitros.

No primeiro minuto de Jogo foi mal assinalado por José Lima a posição de fora de jogo a Liedson quando se isolou. Aos 29 minutos as tecnologias eram necessárias para verificar se a bola ultrapassou a linha de baliza. Mas arrisco a dizer que a bola entrou, mas dou o benefício da dúvida ao árbitro assistente José Lima, que se encontrava bem colocado.
Na segunda parte, a Lei da vantagem devia ser aplicada e Duarte Gomes prejudicou um ataque do Sporting ao assinalar a falta do defesa do Estrela da Amadora, cortando uma jogada de ataque.
Aos 82 minutos de jogo, golo bem anulado pelo árbitro assistente José Lima, Giancarlo em posição de fora de jogo, mesmo que não toque com a cabeça na bola, influenciou o adversário, obstruindo a linha de visão e iludiu Rui Patrício
Aos 92 minutos de jogo, quando Izmalov centrou para Purovic este encontrava-se em posição de fora de jogo. Se o árbitro assistente Pedro Garcia tivesse assinalado a infracção, o golo que aconteceu a seguir já não era válido

quarta-feira, fevereiro 27, 2008

Não vale sair de campo para pôr o adversário em fora-de-jogo


No jogo entre o Estoril e o Penafiel (2-2), da 20.ª jornada da Liga de Honra, realizado domingo de manhã e transmitido em directo pela Sport TV, o lance do segundo golo dos penafidelenses, apontado por Franco, foi correctamente avaliado pela equipa de arbitragem liderada pelo setubalense João Ferreira.
A jogada começou num pontapé de canto, com a bola a sobrar para Franco fazer o golo. Mas, antes do central do Penafiel marcar, um defesa do Estoril, que estava junto ao poste, saiu ostensivamente do campo para tentar colocar o adversário em situação de fora-de-jogo e iludir o árbitro assistente. Não o conseguiu e o golo foi validado.
A Lei do Fora-de-jogo prevê estas e outras situações. Se um jogador da equipa que ataca, em nítida posição de fora-de-jogo, sai do terreno para mostrar ao árbitro que não quer participar na jogada, este não deve assinalar fora-de-jogo.
Estar em posição de fora-de-jogo não constitui por si só uma infracção e, nesta situação, não é necessário o jogador sair do terreno.
Quanto ao lance do Estoril-Penafiel, em que o defesa canarinho saiu do campo com o fim de colocar o adversário em posição de fora-de-jogo - ficava apenas um defensor, o guarda-redes, entre Franco e a baliza -, a lei diz que o árbitro assistente deve permitir que a jogada continue e que o defensor deve ser advertido com cartão amarelo se o árbitro considerar que saiu do campo por razões tácticas ou para tentar iludir a equipa de arbitragem, o que representa um comportamento antidesportivo.

(a)PITO DA SITUAÇÃO

Após a oitava sessão do julgamento do processo originário do Apito Dourado, ainda se está longe de ter sido atingido o cerne da questão. Mas neste entretanto houve já alguns momentos importantes:
- A irritação do major face à inspectora da PJ Leonor Brites e o "chega para lá" a um dos seguranças do tribunal que pode dar processo.

- A confirmação de que o Gondomar SC oferecia aos árbitros jantares e artefactos em ouro.

- O depoimento de Rui Mendes, revelando que foi nomeado para um jogo em plena Câmara Municipal de Gondomar.

- O desconhecimento futebolístico dos inspectores da Pj que fizeram relatórios de diligências sobre jogos do Gondomar em 2003/2004.

- A suspeita de que as peritagens aos jogos pouco ou nada vão adiantar do ponto de vista da acusação.

- A confirmação de que Pinto de Sousa era apenas uma pedra do tabuleiro onde outros jogavam.

- A categoria de alguns advogados de defesa, com destaque para Pedro Alhinho, mandatário de Joaquim Castro Neves.

- A diferença de estilo entre alguns advogados que vêm das barras criminais puras e duras e outros calejados em grandes processos, para rever em sessões futuras.

- A condescendência do juiz António Carneiro da Silva perante os dois lados, embora quase sempre com sinal mais para o lado da acusação, como disso são prova algumas das perguntas que formula.

- A mudança de estratégia do major, que deixou de aparecer no tribunal.

- O click que acontece sempre que o advogado-árbitro Carlos Duarte faz perguntas, tendo sido o único até aqui que conseguiu exasperar o juiz-presidente "até à náusea".

- Carlos Teixeira em silêncio como muleta do procurador Gonçalo Silva.

- A lampreia, tema recorrente das sessões.

- Constatação de que as notas atribuídas aos árbitros podem vir a ser tomadas como a principal contrapartida, mais que os artefactos em ouro.

- José Luís Oliveira falava mesmo com os árbitros e não era para falar do boletim do totobola.


Mais a procissão ainda vai no adro.

TRAMPA


Um clube com a dimensão do Benfica devia ter vergonha de pôr nas bancas uma revista tão má. Em tudo. Graficamente desastrosa - fundos negros, letra corpo 6... -, mal organizada, provinciana e com textos confrangedores, de que é exemplo máximo um sobre Adu, onde se diz que os Estados Unidos pararam quando o miúdo, aos 14 anos, começou a jogar à bola. É tudo mau, muito mau neste "Mística" onde o seu director, o insuportável Sílvio Cervan, tem uma foto maior que o editorial que escreve e que não devia sequer ter tentado escrever.
O estado do Benfica explica-se justamente nesta porcaria a que chamam "Mística".

terça-feira, fevereiro 26, 2008

Ai Jesus...

"Afinal parece que Jorge Jesus não ganhou um prémio internacional de melhor treinador da época 2006/07. De acordo com um representante da «Soccerex», a empresa que atribui este prémio em concreto, o treinador do Belenenses foi convidado para a gala, e não premiado, o que terá gerado a confusão".

Maisfutebol
PS: Queriam milagres?...

Encerrados porque sim


Foi galo, pá! Uma pessoa requisita um guindaste para nos tirar da cama às 8 da matina, goza cinco míseras horas de sono autorizadas por mais um jogo nocturno, desta vez em Coimbra, chega fresquinho como um alho-porro a Barcelos e, zás, leva com um treino à porta fechada, sem aviso prévio. Como mandam as regras de bom comportamento, o Gil Vicente permitiu a recolha de imagens nos primeiros 15 minutos (à Champions) antes de sacudir o pessoal para fora do palco dos sonhos que é o Adelino Ribeiro Novo (ah, que saudades dos jogos à chuva...). O tasco do estádio, que cheira a vinho verde e pataniscas, tem jornais de graça e seria o refúgio perfeito para descobrir histórias da Taça e matar o tempo com uma suecada. Mas eis que surge a mais perturbadora das mensagens: «Por motivo de: estamos encerrados.» Esclarecedor. Aqui há dedo do Paulo Alves, digo eu. Sendo manifestamente insuficiente fechar o treino, era preciso abafar os bufos. Sim, porque sabe-se mais em meia hora de cavaqueira num qualquer tasco de um estádio deste país do que em hora e meia a ver gajos a correr. Já agora: ainda não é primavera, mas passou por lá uma andorinha a dizer que o Gil Vicente vai jogar com o guarda-redes titular no Dragão. Motivo: está bom de ver qual é...

DÃO-SE ALVÍSSARAS


Tribunal de Gondomar quer saber quem é João Jorge Elias Martinho. O homem constituiu-se como assistente no proceso originário do Apito Dourado, tal como os Dragões Sandinenses, mas nunca ninguém o vi e ninguém sabe quem é.

segunda-feira, fevereiro 25, 2008

FUGA PARA A FRENTE

Depois de mais uma derrota não só com explicação no capatão dado por Rui Patrício - acho que começaram a endeusar o miúdo demasiado cedo mas compreendo pois falta assunto positivo... -, Soares Franco anunciou uma nova meta: 150 mil sócios. Só faltou falar no Guinesse Book of Records.

KOSOVO EM CARNAXIDE


Ontem, no final do "Tempo Extra", Rui Santos foi surpreendido, no parque de estacionamento da SIC, por três escapuzados que o tentaram agredir. O Rui, que estava acompanhado por Luís Costa Branco, percebeu que algo de anormal se passava e conseguiu entrar no carro. Mesmo assim, um dos maganos abriu a porta e tentou tirá-lo lá de dentro. O Rui resistiu como pôde, com pontapés e gritos altos. Um dos encapuzados tinha um barrote na mão. O segurança da SIC acorreu ao local e os cobardolas piraram-se num BMW a toda a velocidade.


A intimidação continua a ser, neste país, a arma dos cobardes.

domingo, fevereiro 24, 2008

Binya deu-me razão

Não é que tivesse duvidas, pois vi as imagens da Figueira da Foz em directo e em repetição e conheço as Leis do Jogo, na prática e na teoria.
Mas hoje, nos últimos cinco minutos de jogo, Binya deu-me razão.
Afirmei na Radio Renascença, escrevi no Jornal de Noticias e aqui no blog, que o lançamento de Binya na Figueira da Foz, não era executado de forma regulamentar.
E hoje, aos 85 minutos do jogo, Binya a tentar lançar a bola com os dois pés no chão falhou e a bola não entrou correctamente em terreno do jogo, sendo o lançamento mal executado. Três minutos depois, voltou a fazer novo lançamento de linha lateral, só que, com os dois pés parcialmente no chão, já não conseguiu lançar a bola para tão longe,(com o impulso de ter um pé no ar), como o fez na semana passada.

No Dragão


Aproveitando o intervalo do Jogo no Estádio do Sport Lisboa e Benfica, para publicar aqui a minha analise ao trabalho da equipa de arbitragem de ontem no Estádio do Dragão.
O jogo FC Porto – Paços de Ferreira foi arbitrado por um arbitro FIFA, que pertence à mesma Associação de Futebol que os clubes intervenientes.
De destacar um golo bem anulado a Farias, um golo mal validado ao F.C. Porto e expulsão perdoada a Furtado que atinge deliberadamente com o braço Raul Meireles
Na Lei 11 – Fora de Jogo – os árbitros assistentes assinalaram mal a posição de fora de jogo a Edson, a Lisandro, a Farias e a Tarik.
Nos golos: foi bem anulado o golo a Farias que tirou vantagem da posição irregular em que se encontrava, o primeiro golo de Lisandro foi legal partindo de trás dos defensores e o golo de Lisandro não deveria ter sido validado, pois quando Farias recebeu a bola para centrar, já se encontrava em posição de fora de jogo.
No capítulo disciplinar, Paulo Costa não exibiu o cartão amarelo a Tarik que com o jogo interrompido teve comportamento anti desportivo para com o adversário, injusto cartão amarelo a Filipe Anunciação quando disputou a bola com Raul Meireles e cartão amarelo bem exibido a Kiko.
Quanto a Furtado, atingiu deliberadamente com o cotovelo Raul Meireles e deveria ter sido expulso por conduta violenta.
À meia hora de jogo uma pequena confusão entre os jogadores, devido á não interrupção do jogo para que o avançado do paços fosse assistido pela equipa médica. Compete ao árbitro e não ao treinador adjunto decidir a interrupção do jogo para assistência a jogador lesionado e interrompe o jogo no momento em que entender que é necessário a assistência ao jogador

Hoje no Jornal de Noticias



Podem ler hoje no Jornal de Noticias, que ontem no Dragão, golo bem anulado a Farias, golo mal validado ao F.C. Porto e expulsão perdoada a Furtado que atinge deliberadamente com o braço Raul Meireles.

sábado, fevereiro 23, 2008

CRAQUES

« um contributo de J. Reis

FALTA DE IMAGINAÇÃO*





* Ou talvez não

A ENTREVISTA

Ora bem... Terá Pinto da Costa metido água com esta entrevista deu à SIC, na qual, segundo a perpspectiva do Gramna, atacou Maria José Morgado? Ponto prévio: não é fácil entrevistar PC. Rodrigo Guedes de Carvalho e Clara de Souza passaram no teste. As perguntas que tinham para fazer foram feitas, apesar de PC ter repetido as respostas que tinha preparado. Sem novidades especiais, PC repisou aquela questão de Saldanha Sanches e do salário de 400 euros para querer chegar onde pretendia: a Maria José Morgado. Estava a referir-se a uma notícia do site Sportugal que Sanches tomou por verdadeira. O tema Carolina seria sempre mais embaraçoso. Mas Rodrigo insistiu e a entrevista acabou a alternar. E aí, sim, viu-se algum embaraço em PC. Fica sempre difícil descredibilizar um grande amor (ou afins). Resultado final, pouco sumo, a presunção de inocência do costume, algum descararamento que não é surpresa e também a indignação de quem se sente um alvo a abater. Podia ter sido pior.

PS - Francamente interessante a forma como PC "enxotou" Felícia Cabrita, a autora do melhor livro sobre a sua vida, quiçá o mais embaraçante... Quem vai perder é o António e a sua clientela.

Também erram


A arbitragem portuguesa faz-se com trabalho.
E nesta longa caminhada não há paragens para fins-de-semana, nem épocas festivas.
E se aqueles que são mais mediáticos estiveram no fim-de-semana prolongado em Tomar, numa formação, nos diversos distritos do nosso país, semana a semana, a reciclagem continua.
E depois de, ontem à noite, Luis Aguiar ter ministrado aulas teóricas no núcleo de árbitros Francisco Guerra, neste momento, aqui em Gaia, no Soares dos Reis, estão quase a terminar aulas práticas, que se iniciaram às 9 horas e 20 minutos.
E os árbitros estrangeiros também erram.
A minha análise ao trabalho de Ivan Bebek (Croácia) no jogo do Benfica na Alemanha:
Na disciplina foi mal exibido o cartão amarelo a Leo, pois quem fez a rasteira foi Nuno Assis, mal exibido o cartão amarelo a Maxi Pereira, naquela zona do terreno não se justificava e dois erros ao exibir o cartão amarelo a Luís Filipe que não cometeu qualquer falta e cartão amarelo mal exibido a Makukula que evantou o pé e depois foi atingido pelo adversário.
Tomislav Petrovic assinalou mal duas posições de fora de jogo a Charisteas e Kooler.
Por último protestos injustificados dos alemães, quado Bebek terminou o jogo sem a conclusão da jogada de ataque, pois o árbitro pode terminar o jogo em qualquer momento e local e quando reclamaram falta de Luisão sobre Charisteas, que realmente não existiu.

sexta-feira, fevereiro 22, 2008

COISAS DO FUTEBOL

Depois da bica cheia e da "italiana", chegou ao mundo dos cafés mais uma inovação... Um indivíduo, chega a uma pastelaria e diz: - Quero um café à BENFICA! O empregado, estupefacto, pergunta: - À BENFICA ?? Como é que eu tiro isso? - Fraquinho, muito fraquinho...
(enviada por Pedro Coelho)


Confesso que a semana europeia me passou um bocadinho ao lado. Ainda assim, vinha no carro e alguém na rádio dizia que Luís Filipe estava a realizar a sua melhor exibição desde que chegou ao Benfica, desta forma limpando uma projecção que eu aqui fiz. Chego a casa, ligo a televisão e vejo Luís Filipe a oferecer o 2-0 ao Nuremberga. Dei mais uma voltinha, voltei para ver os últimos 5 minutos e verifico que o Luís Sobral, na TVI, proferia a sentença do julgamento de Nuremberga. Ups, golo de Cardozo. O Benfica afinal sai absolvido. Mas, tal como acontece em muitos tribunais, sai sob suspeita de continuar a ter uma equipa que pratica um futebol miserabilista.

CARAS BONITAS NO APITO

Não foi uma semana fácil. Quatro sessões do apito em Gondomar, a começar às 10 e a acabar às 17, uma hora apenas para repor energias, despachos para o online do Record, escrever o dia a seguir, enfim, uma loucura, ainda para mais a ter que levar com o major nos primeiros dias com indirectas várias para o "je", que tratou por "escritor". Ao fim do terceiro acabamos os dois em amena cavaqueira. O major é assim, ele que na quinta-feira estava com muito azia, tendo em conta a imprensa do dia, que deu grande ênfase ao fait-divers do major com a inspectora Leonor Brites. Quem se passou foi o advogado de Valentim, Amílcar Fernandes, que estava no julgamento das falências nesse dia e não pôde segurar o major. Convenhamos, não é tarefa fácil. A primeira semana de sessões contínuas terminou com a sensação de que a PJ tem muitos buracos na investigação mas isso é o que se verá lá mais para diante. Frouxa também a prestação do Ministério Público. Carlos Teixera não pode falar e Gonçalo Silva, a quem já chamam o capitão Haddock, não foi nada agressivo. Mas a procissão ainda vao no adro. Tudo irá aquecer na segunda semana, sobretudo quando Carolina Salgado se sentar no banco das testemunhas. Por via das dúvidas, a ex-companheira de Pinto da Costa até foi notificada duas vezes para comparecer. Entretanto, para que não pensem que tudo é mau no apito, aqui fica uma das caras bonitas que por lá passaram: a advogada Paula Godinha, assistente de Artur Marques, o advogado de José Luís Oliveira. Reparem no ar babado do Pedro Couto enquanto o Melo Rosa se fixa no decote...

quinta-feira, fevereiro 21, 2008

Lançamento de Linha Lateral


No passado domingo na Figueira da Foz, antes do primeiro golo do Benfica, Binya efectuou um lançamento de linha lateral com um pé no ar.
O lançamento de linha lateral é uma das formas de repor a bola em jogo e não pode ser marcado golo directamente.
A bola entra em jogo no momento em que entra no terreno de jogo.
Se o executante do lançamento lateral for importunado ou obstruído por um jogador da equipa adversária, a este jogador deve ser exibido o cartão amarelo por comportamento anti desportivo.
Como deve ser efectuado o lançamento lateral pelo executante: deve ser frente ao terreno, segurar a bola com as duas mãos, lançar a bola por detrás da nuca e por cima da cabeça e ter pelo menos parcialmente os dois pés sobre a linha lateral ou sobre a faixa de terreno exterior a esta linha.
Ou seja o parcialmente deste lei obriga a que os pés estejam no chão, embora possa estar incompletamente, desequilibradamente e em desigualdade. Um à frente e outro atrás, a biqueira dos pés no chão e o calcanhar do pé levantado, ou vice-versa, mas nunca o pé totalmente levantado do chão.
E Binya no jogo Naval – Benfica ao levantar o pé do chão, para efectuar o lançamento de linha lateral, com esta irregularidade, ganha vantagem e mais impulso para o efectuar.

quarta-feira, fevereiro 20, 2008

INVESTIGUE-SE ESTE JORNAL

O jornal português de maior circulação está a oferecer peças em ouro, ou dourada, bocados de esqueleto e livros do Salazar. Este jornal precisa, urgentemente, de ser investigado!!!!!!!!!!

terça-feira, fevereiro 19, 2008

DOIS MOMENTOS IMPORTANTES


O jovem árbitro da A.F. Porto efectuou na Figueira da Foz uma arbitragem tranquila.
Rui Costa foi analisando os lances com naturalidade, pois este jovem árbitro, que é professor de profissão, quer fazer uma carreira meritória na arbitragem portuguesa.
Teve dois momentos importantes no seu jogo, que se saldou por prejuízo para uma das equipas.
Análise a esses dois momentos cruciais no jogo Naval - Benfica:

18 Minutos de Jogo – Golo procedido de lançamento de linha lateral mal executado. Binya levantou um pé e apanhou o árbitro assistente a olhar para outra zona do terreno. Ao visionar a irregularidade, o jogo teria que ser interrompido e recomeçaria com um lançamento de linha lateral, favoravel à Naval 1º de Maio, no mesmo local.

85 Minutos de Jogo – Grande penalidade por assinalar contra o Benfica, Luís Filipe rasteirou e derrubou Marinho

EU NO APITO

Ao fim de 3 sessões em Gondomar, o melhor é mesmo o intervalo. Eis-me em amena cavaqueira com o arguido João Mesquita, um antigo árbitro anti-sistema que ainda não percebi como foi metido nesta alhada. Bem, mas fazendo fé no major estão todos inocentes, portanto...

OBRIGADO, GRANDE CHEFE

O meu livrinho esteve em destaque no Tempo Extra. O Rui trata bem os amigos.

segunda-feira, fevereiro 18, 2008

'RADIE-SE' ESSE HOMEM

O popular Milo, presidente do Vitória de Guimarães que fez o seu tirocínio no Taipas, pediu a "radiação" de Jocanovic ("homens desses não faz falta ao futebol", disse), o energético treinador do Nacional da Madeira. Falta apenas saber onde vai ser feito o exame complementar de diagnóstico.

domingo, fevereiro 17, 2008

ELE SÓ NÃO SE QUER CHATEAR...


Na sexta-feira, na Madeira, o árbitro Pedro Henriques, que para muitos (jornalistas incluídos) é o melhor árbitro português e que para Vítor Pereira é um caso em estudo, voltou a não cumprir com as determinações das Leis do Jogo.
Voltou a mostrar num jogo em directo na televisão que não é um árbitro que deixa jogar, mas apenas deixa andar.
Análise ao seu trabalho na Madeira:
Não assinalou falta à entrada da área, Lisandro foi empurrado e derrubado. Não assinalou falta sobre Raul Meireles. Lucho foi rasteirado e mais uma vez a falta não foi assinalada.
Pela segunda vez Edigle rasteirou deliberadamente um adversário, ficou por exibir o cartão amarelo. Cartões amarelos mal exibidos a Lucho e Djalma que apenas jogaram a bola. Expulsão errada de Djalma que não jogou deliberadamente a bola com a mão, até tentou evitar o contacto do remate muito perto. Outro erro de Pedro Henriques ao exibir o cartão amarelo a Raul Meireles que não tocou em Djalma. Pedro Henriques provou a sua normalidade como arbitro de futebol, ao não sancionar disciplinarmente todos aqueles que entraram no terreno do jogo sem autorização e ao não sancionar disciplinarmente os jogadores que tiveram comportamento antidesportivo.
No lance de grande penalidade entre Bruno e Farias, esteve bem ao não assinalar a grande penalidade, mas no segundo golo, não sei qual seria a decisão dele se o remate de Tarik tivesse saído ao lado, mas estou convencido que uma vez mais ia deixar andar.

sexta-feira, fevereiro 15, 2008

Justiça porreira

Nunca vivi no estrangeiro, mas desconfio que alguma nação tida como normal tenha um sistema de justiça tão simpático quanto o português. Aqui, é verdade, já não temos medo de incomodar figuras ilustres da socidade. É possível, inclusive, condená-los. Porém, daí até vê-los cumprir castigo pelos eventuais erros cometidos... é que a distância é enorme. Estejamos a falar da Casa Pia, do "Apito Dourado" ou de outra tramóia qualquer, quem tem nome e poder consegue, invariavelmente, escapar entre os intervalos da chuva. Não quero com isto dizer que todos os implicados numa investigação tenham de ser culpados e castigados. Apenas estou a constatar factos. Aqui, por falta de provas, por desaparecimento de material relevante, por morosidade, devido a erros processuais ou por outra razão pouco compreensível, todos os "figurões" escapam à prisão. Sempre gostava de saber o que aconteceria se fossem simples anónimos a estarem implicados em situações tão cinzentas? Mas, como todos nós sabemos, se até as sanções a quem é apanhado bêbado ao volante dependem do nome do envolvido, como é que o resto haveria de ser diferente?

FRAQUINHO

1-0 contra o Nuremberga foi um bom resultado, tendo em conta que a equipa alemã jogou em casa.

OS DONOS DA BOLA*


* VERSÃO PAULO CATARRO, EM BREVE NUMA LIVRARIA PERTO DE SI, COM A CHANCELA DA "ESFERA DOS LIVROS"

EM JERUSALÉM, "JAMÉ"

Um dia Pinto da Costa morreu. Houve uma reunião no Porto para decidir onde ele seriaenterrado.O Reinaldo Teles sugeriu: Deve ser enterrado no Porto. Afinal, aqui é a sua cidade natal. Então, um bêbado, que não se sabe como entrou na reunião, disse com aquela entoação típica dos bêbedos: - No Porto>pode... Só não pode em Jerusalém!!! Como estava ébrio, ninguém lhe ligou nenhuma. Pôncio Monteiro disse: - Acho que deve ser no Porto, mas perto do estádio do Dragão onde fez a sua carreira como presidente do F.C.P. O bêbado mais uma vez interveio: - Junto ao Dragão pode... Só não pode em>Jerusalém!! ! Novamente, ninguém lhe deu ouvidos. Miguel Sousa Tavares finalmente sugeriu: - Porto, não! Deve ser enterrado em Lisboa, pois era uma celebridade e todas as celebridades devem ser enterradas no panteão nacional! E o bêbado novamente: - Em Lisboa pode... Só não pode em Jerusalém!!! Perderam a paciência com o tipo: - Por quê tanto medo que o Pinto da Costa>seja enterrado em Jerusalém? E o bêbado respondeu: - Porque uma vez enterraram lá um gajo, e ele ressuscitou ao 3.º dia e ainda aqui a moer-nos a paciência!

« um contributo de José Manuel Simões Lopes

Dinheiro no esgoto




O que se vê na segunda imagem não é uma simples tampa de esgoto. É uma mina de ouro, em pleno centro histórico de Bremen, na Alemanha. Reparem na pequena ranhura no meio da caixa: é lá que caem as moedas. Milhares de cêntimos por dia, para ouvir o som cavernoso de um Burro, um cão, um gato ou um galo (foto de cima). São as quatro personagens da fábula «Músicos de Bremen», dos irmãos Grimm. Bremen não só adoptou o conto, como retirou rendimentos brutais da história através de estátuas espalhadas pela cidade e com o tal tampo de esgoto que emite os sons do quarteto de bichinhos.
A pergunta e óbvia: como é que em Portugal ninguém se lembrou disso? Ainda vão a tempo. Imaginem uma tampa destas à porta do Estádio de Alvalade: 10 cêntimos para ouvir os bufos. E no da Luz? 20 cêntimos para se perceber o que disse Cardozo a Camacho, quando foi substituído no jogo com o Nuremberga. No Dragão, não fariam a coisa por menos - 50 cêntimos, taxa mínima para ouvir o Mariano Gonzalez festejar um golo (som ainda em regime experimental).

quarta-feira, fevereiro 13, 2008

É A FRASE DO ANO


"São crimes que qualquer pessoa pode cometer, ou animal!"

Valentim Loureiro, à porta do TIC, onde criticou uns tipos armados em escritores

ESTE ÁRBITRO É PROFISSIONAL


O holandês Kevin Blom, de 33 anos, que está a arbitrar no Estadio de Alvalade, o jogo da Taça UEFA, é profissional.
A sua profissão é árbitro de futebol e é um dos árbitros a que o presidente da Comissão de Arbitragem da Liga de Futebol Profissional se refere quando dá o exemplo do profissionalismo no sector.

terça-feira, fevereiro 12, 2008

BOM POVO PORTUGUÊS

« UM CONTRIBUTO DE PEDRO COELHO

DUARTE E BAPTISTA


O processo Apito Dourado é, em definitivo, um enigma para a generalidade dos portugueses e para muitos comentadores. Esta semana, por exemplo, poucos perceberam que uma coisa é o processo originários - jogos do Gondomar - e outra os casos de Augusto Duarte. Obviamente, também poucos se lembraram que não foi só o arguido Duarte que o Conselho de Arbitragem da FPF, onde está um dos arguidos (Francisco Costa) do processo de Gondomar, nomeou à má fila para um jogo da Taça. Paulo Baptista também foi nomeada para um jogo da Naval, partida polémica, da qual saiu com razões de queixa a equipa de Paulo Carvalho, um dirigente ímpar mas que continua a ser comido por lorpa. Baptista esteve acusado com Valentim Loureiro num caso de eventual favorecimento da equipa da Naval, num jogo da II Liga no qual o oponente era o Chaves. O caso caiu na instrução, ou seja, à beira do julgamento. A quarentena para estes dois árbitros foi até aqui respeitada pela Comissão de Arbitragem da Liga mas na primeira oportunidade que teve o CA da FPF nomeou o árbitro do Nacional-Benfica para o Benfica-Paços e Baptista para a Figueira da Foz. O resultado foi o que todos viram: Duarte entrou condicionado na Luz - tanto mais que Vieira falara na véspera ao CM... - e prejudicou a equipa de José Mota. Nada a que os pacenses não estejam habituados. Tal como os vilacondenses, há muito tempo que são tidos como bons rapazes, ou seja, há muito tempo que estão altamente expostos à radioactividade daqueles que não olham a meios para atingir os seus fins.

MP 1, VALENTIM, 0

Perante a ameaça de adiamento do jogo, o MP de Gondomar conseguiu que este começasse e acabou este primeiro round a vencer por 1-0. Valentim Loureiro tentou mostrar que não está nada preocupado com este ligeiro avanço da equipa do seu arqui-inimigo Carlos Teixeira e até se deu ao luxo de empurrar um pivot televisivo contra o portão de ferro do Tribunal de Gondomar, aproveitando para dizer aos jornalistas, a certos jornalistas, que precisam de estudar melhor a lição presume-se que antes de afirmarem que ele, o major, pode vir a ser condenado a uma pena de prisão efectiva por causa de uns tantos inofensivos telefonemas para o amigo José António Pinto de Sousa. Curiosamente, a presença do major no tribunal não suscitou qualquer movimento público, quiçá já por se ter tornado rotina. Um ex-dirigente do clube gondamarense, um tipo com um boné do Benfica a exigir justiça e outro com um boné da última campanha de Ricardo Bexiga e...foi tudo. O major apresentou-se sem assessor mas BnA não tarda nada e passará a andar bem acompanhado por, imagine-se, uma jornalista do...CORREIO DA MANHÃ!

A propósito deste caso, duas opiniões:

"O futebol dos pequeninos acaba por ser uma simples metáfora de todos os grandes processos que começam sempre por pequenos - mas sintomático - factos, praticados por pequenos protagonistas."
Eduardo Dâmaso

"Uma história de pilha-galinhas. Como toda a gente percebeu desde o princípio, não era aqui que se queria chegar com o Apito Dourado, queria-se chegar a Pinto da Costa e fazer a prova científica de que foi a corrupção de árbitros que transformou o FC Porto na potência futebolística que hoje é"
Miguel Sousa Tavares

Um simples comentário: crime é crime seja grande ou pequeno e carapuças enfia quem quer...ou quem se põe a jeito

segunda-feira, fevereiro 11, 2008

O QUE DIZ EVANGELISTA


(entrevista integral que fiz para o Record com o presidente do Sindicato dos Jogadores, JOAQUIM EVANGELISTA)


– O que vai mudar, para melhor ou pior, com no novo regime jurídico das federação, na perspectiva do sindicato dos jogadores?
– Vai haver necessariamente uma nova configuração do futebol português. O sindicato criticou este governo pelo atraso da publicação e da lei de bases e do regime jurídico. Compreendo os argumentos do secretário de Estado do desporto, sei que não é fácil fazer reformas imediatas, mas o futebol português não pode esperar. Cada dia que passa perdemos uma oportunidade de nos tornarmos mais competitivos. Aplaudo, por outro lado, o regime jurídico. Não sendo fracturante, estando em linha com o que já é prática em muitos países europeus, dá um passo em frente.
– Não será fracturante no sentido de que acaba com a hegemonia das associações de futebol?
– Temos de ter consciência de que as leis em Portugal emergem em função da censura que se faz a determinada situação. Porque é que, por exemplo, houve o registo de interesses para os árbitros? Porque houve uma grande suspeição. Porque é que há um pacote de leis para a corrupção? Porque existe este fenómeno na sociedade. O paradigma muitas vezes é o futebol porque se tem consciência que aqui há bloqueios e vícios na assembleia geral da FPF que têm de ser eliminados. Portanto, as leis emergem porque a sociedade em geral faz uma censura sobre determinadas práticas.
– Dê-nos um exemplo...
– O caso do Artur Jorge quando se quis candidatar a presidente da FPF. Nem sequer foi a votos porque as associações não o permitiram. Portanto, no modelo actual as associações são responsáveis pelo estado em que está o futebol português. Os 55 % dos votos que as associações tinham impediam que se fizessem as reformas necessárias. Mas também era verdade que só meia dúzia de associações é que tinham poder de decisão. Criou-se uma comissão delegada que não existe no plano formal, composta pelas seis associações mais representativas, que tem a má prática de um dia antes das assembleias definir uma estratégia e um sentido de voto, surpreendendo os outros sócios da FPF. Isto não pode suceder. Esta lei vem repor o que é a realidade, dando às associações os votos que estas representam. Repare que em Espanha a Federação consagra para os praticantes 30% dos votos...
– E com quanto vai ficar o sindicato dos jogadores no novo modelo jurídico?
– Com 15%. Tínhamos 10% e nada pedimos.
– Mas quanto é que queria: 30%?
– Não, acho equilibrado. Mas repare que estes 15% terão de ser traduzidos em votos individuais. Enquanto eu actualmente tenho no bolso 15% dos votos, irei ter de eleger 15 delegados, 15 jogadores, e cada um representará um voto. É mais democrático.
– Mas não podem também esses 15 delegados concertar um estratégia?
– Podem, mas é mais democrático, embora em última instância possa ser uma situação incontrolável, pois o voto é secreto. Repare que hoje em dias os grandes debates não são feitos em sede de assembleia geral mas sim na comunicação social e até nos blogues. Há notícias e factos que são denunciados primeiro nos blogues e nos jornais desportivos e as assembleias gerais normalmente andam a reboque desses temas. Os dirigentes não têm uma política desportiva...
– Está a falar da Liga em concreto?
– Estou a falar na maioria dos dirigentes. Quer a FPF, quer a Liga não têm um programa ou uma linha de orientação.

"O presidente da Liga não pode ser ao mesmo tempo deputado e vice-presidente da FPF. Há aqui qualquer coisa que não faz sentido. A Liga tem de ter um presidente remunerado a tempo inteiro."


– Hermínio Loureiro definiu, na sua tomada de posse, uma série de objectivos e até já cumpriu alguns...
– Mas ter um programa é fácil, executá-lo é mais difícil. O Hermínio Loureiro conseguiu, de facto, implementar a Taça da Liga, conseguiu arregimentar patrocínios, conseguiu começar a rever o contrato colectivo de trabalho. O balanço é positivo mas a Liga tem que ir mais longe, tem de ir ao encontro de aquilo que é vital para o futebol. E aborrece-me ver a Liga, muitas vezes a discutir a novas tecnologias mas quando descemos à realidade verificamos maleitas e defeitos incríveis: o desemprego dos jogadores portugueses, a falta de competitividade, os passivos dos clubes, as assistências nos estádios…Por exemplo, para a UEFA os nossos clubes têm de ter licenciamento mas para o nosso campeonato não. Por outro lado, o presidente da Liga não pode ser ao mesmo tempo deputado e vice-presidente da FPF. Há aqui qualquer coisa que não faz sentido. A Liga tem de ter um presidente remunerado a tempo inteiro.
– Voltando ao regime jurídico, não acha que mais importante que um novo quadro legal é mudar a Federação Portuguesa de Futebol?
– Acaba de dizer uma coisa que é verdade. Este é o reflexo do futebol que temos. A FPF não é mais nem menos do que o reflexo do que é a imagem do nosso futebol. Os vícios que existem na Federação são os vícios que os dirigentes do nosso futebol têm. Há uma grande falta de cultura democrática, há uma desresponsabilização generalizada, há falta de verdade, há aproveitamentos pessoais. E curiosamente até já apareceu um dirigente de Leiria a afirmar que os jogadores não estão preparados para ocupar cargos no futebol. O que não é verdade, se repararmos no que acontece noutras partes do mundo. Mas também posso perguntar: que qualificações é que têm os nossos dirigentes? O sistema actual está formatado também para impedir o acesso dos jogadores a outros cargos no futebol que tem demasiada gente da política e das empresas.

"Se tivesse medo, não estava aqui. Gosto de fazer isto sobretudo pelo facto de ajudar os jogadores a resolverem problemas. Repare que raramente me vêem nas tribunas dos nossos estádios. "

– E com este regime jurídico vai haver uma mudança de paradigma também a esse nível? Os bailarinos não continuam a ser os mesmos apesar da mudança de música?

– Vão… Mas como se diz que no Apito Dourado já se sente um efeito profiláctico, a alteração do regime jurídico não terá um efeito imediato mas causará mudanças. Mas teremos de esperar provavelmente mais que uma geração para acabar com os vícios que estão instalados. Teremos de ter paciência com a consciência de que isto é um passo em frente. Repare, a lei do tabaco entrou em vigor há pouco tempo e pelos vistos já está a ser aplicada com bastante eficácia. Temos de aproveitar a coragem das pessoas para levar isto para a frente. Como acontece com as posturas do Marinho Pinto e da Maria José Morgado.
– Não se sente um pregador no deserto?
– Os meus destinatários são os jogadores de futebol e 99% dos jogadores revêem-se no sindicato. Muitas vezes não dão a cara, é verdade, mas há que ter em conta que os jogadores estão dependentes de uma relação laboral e num mundo em contracção. Desse ponto de visto, às vezes pode parecer que estou só.
– É verdade que os estágios que o sindicato promove para jogadores desempregados têm uma grande taxa de sucesso?
– Bem, posso dizer que 60 a 70% desses jogadores são colocados nos clubes. É muito positivo. E um dos treinadores, o Peixe, acaba de ser recrutado pela Federação…
– Quanto ganha o sindicato com os direitos televisivos?
– Mil euros por cada jogo em canal aberto.
– É miserável…
– É uma situação que temos de rever. No Brasil, o sindicato dos jogadores recebe 25% desses direitos. Uma percentagem entre 10 e 15% seria justa, no nosso entender, mas esta é uma questão complexa que terá de ser debatida com a Liga, os clubes e a Olivedesportos.
– Quanto é que o sindicato gasta em apoios directos aos seus sócios?
– Entre 100 e 150 mil euros por ano de apoios aos mais carenciados. Por exemplo, ainda recentemente o Humberto, que ficou sem as duas pernas, recebeu 8000 euros para umas próteses.
– Qual foi o caso mais dramático que viveu?
– O João Manuel. Acompanhei este caso muito de perto. Acho que tocou a todos. Depois, tivemos este caso do Humberto, que acabou por ficar sem as duas pernas e que tem uma filha jovem que foi agora mãe. Estamos sempre atentos a estas e outras situações, somos proactivos.
– Já viveu momentos difíceis tendo em conta que costuma ser uma pedra no sapato dos nossos dirigentes?
– Houve o caso mais mediático do presidente do Imortal que me disse que me pendurava numa baliza, acção que está no Ministério Público e na FPF. Os meus filhos tiveram conhecimento desse caso.
– Tem medo de um dia ser mesmo pendurado numa baliza?
– Não. Se tivesse medo, não estava aqui. Gosto de fazer isto sobretudo pelo facto de ajudar os jogadores a resolverem problemas. Repare que raramente me vêem nas tribunas dos nossos estádios.

sábado, fevereiro 09, 2008

Para que conste


Tenho sido questionado como é possível o Vítor Pereira actual presidente dos árbitros da Comissão de Arbitragem da Liga Profissional, ter sido nomeado para presidente dos árbitros na UEFA.
Ora o que acontece é que o Vítor Pereira, terminou as suas funções na arbitragem internacional em 2006, após o Campeonato do Mundo.
Neste momento, não exerce qualquer função semelhante na UEFA nem na FIFA.
Apenas foi nomeado presidente dos árbitros das ligas profissionais, uma espécie de G14 dos Clubes.
Nada decide este grupo.
Apenas defende os interesses do profissionalismo na arbitragem.

A propósito, recordo aqui excertos de uma entrevista, na sexta feira 13 de Outubro de 2006:
Vítor Pereira quer profissionalizar árbitros já na próxima época
Vítor Pereira não desiste da ideia de profissionalizar a arbitragem portuguesa. O presidente da Comissão de Arbitragem (CA) da Liga de Clubes revela o desejo de que na próxima época já haja «algum desenvolvimento» neste sentido, contrariando assim as teorias de Gilberto Madaíl, presidente da Federação Portuguesa de Futebol (FPF), que se mostrou contra a profissionalização dos homens do apito. «Diz que é impossível profissionalizar, mas em Inglaterra os árbitros têm contratos assinados e na Holanda também», salienta Vítor Pereira, realçando que «se Madaíl não fosse profissional provavelmente não seria o melhor presidente da história da FPF.
O presidente da CA refuta ainda a ideia que Madaíl defendeu de que não há mercado para alimentar uma actividade profissional. «Há um mercado pequenino», destaca Vítor Pereira, frisando que «para presidentes da FPF também há pouco mercado» e que não é por isso que Madaíl não é profissional e «muito bem», considera.
«A profissionalização é um meio para atingir um fim, árbitros mais competentes, mais capazes», destaca o ex-árbitro internacional, realçando que «devemos criar condições para atingir melhores desempenhos».
Vítor Pereira reconhece que «o dossier é moroso e envolve várias entidades, como o Governo», mas confessa o desejo de que «no início da próxima época já houvesse algum desenvolvimento nesta matéria». Para já a aposta é em «trabalhar muito no fomento dos Centros de Treinos», conforme sublinha.
Este antigo homem do apito faz ainda alusão ao limite de idade de 45 anos imposto na actividade, considerando que «é um mito» e que «só se desenham estes cenários por falta de conhecimento». «Na Holanda há um árbitro com 52», refere Vítor Pereira, constatando que «com o estatuto da carreira organizado, não é necessário haver limite de idade».
Isto foi hà 16 meses atrás.

BUFARIA

No mínimo, Paulo Bento demonstrou escassez de inteligência ao anunciar publicamente que abriu a caça aos bufos na Academia de Alcochete e nos corredores de Alvalade (quiçá nos camarotes). São coisas que não se dizem - e que se devem fazer pela calada, caso contrário a bufaria faz subir a guarda.

sexta-feira, fevereiro 08, 2008

OS NOSSOS JORNAIS, HOJE


Quando se verifica que o director de um dos jornais mais lidos do país, o JN, escreve que a Imprensa portuguesa é pequenina, cheia de defeitos mas genericamente séria, como foi o caso de José Leite Pereira hoje nas páginas do jornal portuense, pouco mais fica para dizer. É apenas a confirmação do conformismo vigente e da falência de um paradigma. O jornalismo português é o que era apesar de alguns balões de oxigénio puro com pouca resposta do mercado e a merecerem também a indiferença dos empresários. Um velho mundo cosmeticamente preparado com base em estudos de audiência e de perfis de leitores, onde manda quem pode e obedece quem tem juízo.

MARCO BELLINI - ELE SABE!


Palmaz, a jogar na 3ª divisão distrital da AF Aveiro, é um desconhecido no futebol nacional. Pois reza a história que nos clubes de divisões inferiores militam grandes craques, que por falta de uma oportunidade ou de um pouquinho de sorte, não atingem outros vôos. Faltam observadores e agentes desportivos que "toquem guitarra", de forma a reconhecerem o imenso valor que prolifera nestas divisões.


Hoje damos a conhecer a história de um guarda-redes que já defendeu, esta época, oito penalties em nove assinalados. Seu nome é Marco Bellini.


Com 28 anos, é guarda-redes do Palmaz há quatro temporadas e o seu sonho passa por jogar num clube de maiores dimensões, e pretende jogar até aos 36 anos. O seu segredo para defender as grandes penalidades passa por olhar para os jogadores e tentar adivinhar onde colocam a bola, e quase sempre acerta.


Diz que não é um grande guarda-redes mas um guarda-redes acima de média e no final dos jogos são bastantes os elogios recebidos dos adversários.


A sua entrada no futebol aconteceu há quatro anos, quando foi convidado a treinar no Palmaz,. Chegou, treinou, agradou e ficou. Até aos dias de hoje é o detentor das balizas do Palmaz.




Jogadores com qualidade em Portugal existem "às carradas"... Só precisam de oportunidades...

quinta-feira, fevereiro 07, 2008

Respondendo

Quanto às interpretações da Lei 12, qual era a teoria em vigor. As do "International Board" ou a que que constava do "Esclarecimento interno"? Ou mais propriamente as da autoria de P. Proença com acompanhamento à "viola" de V. Pereira?

Sr. Manuel Leão o que está em vigor é o Livro das 17 Leis do Jogo, editado em diversas línguas e em diversos países, autorizado pelo International Board F.A.
Ambos os comunicados de Vítor Pereira, o primeiro foi público, o segundo foi confidencial dirigido a todos os árbitros, por mail em mensagem que se autodestruía ao fim de alguns dias, não estão em consonância com as interpretações e as Leis do Jogo.
É a opinião generalizada dos árbitros, ex-árbitros e membros da Comissão Técnica de Arbitragem da FPF e até de monitores da FIFA, que ficaram surpreendidos com o comunicado.
E a prova de que a “viola” foi colocada no saco, é que o autor do comunicado nunca mais tocou no assunto, bem como o árbitro que decidiu de forma diferente da esperada.
Aliás, nem nos cursos dos árbitros de 2ª e 3ª divisão nacional, organizados pela F.P.P. foi permitido divulgação, antes pelo contrario houve foi um esclarecimento cabal de como devem agir os árbitros, e quais as diferenças em lances que devem ser analisados como cortes e outros lances que devem ser analisados por passes deliberados.
Aproveito para lhe esclarecer que o professor Jorge Pombo é um dos mestres e das vozes mais autorizadas em Portugal sobre teoria e leis do jogo em arbitragem de futebol.
O seu post é um trabalho magnifico de interpretação da Lei 12, aproveitando para lhe dar os meus parabéns.
Aconselho todos os leitores deste blog a lerem esse post (encontram nos comentários do post “Árbitros em Forma”).

DEVANEIOS

Uma manchete francamente exagerada. Não acham?

ACADÉMICA


Sábado, dia 9, pelas 17.00 horas, na Casa da Beira, no Porto, à Rua de Santa Catarina, João Mesquita e João Santana lançam o livro "Académica - História do futebol", do qual aqui deixo a sinopse da editora:

A HISTÓRIA DO FUTEBOL DA BRIOSA, julgamos nós, dificilmente será entendida se desligada da história da Associação Académica de Coimbra. Não apenas porque foi no seio desta que nasceu a prática da modalidade entre os universitários coimbrãos, estava o regime republicano no seu advento. Mas porque de outro modo não se compreenderia porque é que, em 1969, por uma única vez, o Presidente da República não esteve presente na final da Taça de Portugal. Como não se perceberia porque é que, em Junho de 1974, a secção de futebol da Associação Académica foi temporariamente extinta por decisão de uma Assembleia Magna estudantil. O 25 de Abril foi há mais de três décadas e a chamada crise académica de 69 há mais tempo ainda. Mas não, não se trata de velharias, no que também simbolizam no relacionamento entre a Briosa e os estudantes. Ainda não há muito, durante um jogo, o estádio do Calhabé estava pejado de cartazes contra as propinas na Universidade. Em que outro estádio do país é possível - dir-se-ia mesmo, é normal - ver os estudantes a manifestarem-se assim? E não, não são resquícios corporativos, como alguns poderão ser tentados a pensar. Ao contrário: se a história do futebol da Briosa é, desde sempre, inseparável das lutas estudantis, ela confunde-se igualmente, em larga medida, com a própria história da cidade e do país no último século.

AS RÃS


"Eu gosto muito de rãs. As rãs arrotam a noitetoda. As rãs são mais pequenas que as vacas e mais grandes que um pintelho.As rãs não têm pintelhos. As rãs põem ovos pela cona que depois dãorâzinhas pequenas.Se as rãs tivessem pintelhos na cona arranhavam os ovinhos que sãomuito pequenininhos e as rãzinhas que estão lá dentro iam morrerporque entrava água pelas arranhadelas e elas morriam afogadas eporque quando são pequenas não têm patas e não sabem nadar. Eu tambémainda não tenho pintelhos mas já sei nadar. Também ainda não tenhocona mas um dia vou ter muitas.As rãs são as mulheres dos sapos.Os sapos não têm unhas por isso não podem coçar os colhões. É por issoque eles andam com as pernas abertas a arrastar os colhões que é paraos coçar. E quando se picam nos colhões os sapos dão saltos.As rãs também dão muitos saltos, por isso têm a cona sempre aos saltos.Eu gosto muito de rãs. E gosto muito de sapos."


Composição, presumivelmente verídica, de um aluno do 4.º ano


« um contributo de José Manuel Simões Lopes


quarta-feira, fevereiro 06, 2008

COITADO DO SCOTT KELLY

» um contributo de Luís Vieira Moral da história: mulheres e pijamas - quanto mais remendados, melhores.

A ARTE DE SER PORTUGUÊS (2)

» um contributo de António Duarte
Argumentação de um português que foi apanhado a 250 Km/h numa estrada onde o limite era de 70 Km/h:

"Sr. Dr. Juiz, Confirmo que vi a estrada a marca 70 em números negros inscritos num círculo vermelho, sem qualquer informação de unidades. Ora como sabe, a Lei de 4 de Julho de 1837 torna obrigatório em Portugal o Sistema Métrico, e o Decreto 65-501 de 3 de Maio de 1961, modificado de acordo com as directivas europeias, define, COMO UNIDADE DE BASE LEGAL, as unidades do Sistema Internacional, SI. Poderá confirmar tudo isso no site do Governo. Ora, no Sistema SI, a unidade de comprimento é o 'Metro', e a unidade de Tempo é o 'Segundo'. Torna-se portanto evidente que a unidade de Velocidade é o 'Metro por Segundo'. Não me passaria pela cabeça que o Ministério aplicasse uma unidade diferente. Assim sendo, os 70 Metros por Segundo correspondem exactamente a 252 Km/h . Ora a Polícia afirma que me cronometrou a 250 Km/h o que eu não contesto. Circulava portanto 2 Km/h abaixo do limite permitido. Esperando a aceitação dos meus argumentos, de Va. Exa... "

Angolanos tem razão


Temos melhores árbitros em África.
Se "quisermos convidar árbitros de fora, terão que ser os melhores», disse o seleccionador angolano, Luís Oliveira Gonçalves.
Completamente de acordo, até porque os árbitros angolanos e das ex-colónias portuguesas, vêem os jogos do campeonato português pela televisão e já tiveram intercambio de formação com a arbitragem portuguesa, quer a nível de monitores, quer a nível de árbitros presentes em cursos.

GONDOMAR - ONDE TUDO ACONTECE

Este fim de semana, em Gondomar, Sónia Baby, na foto, vai tentar bater o recorde mundial de lançamento vaginal. Na 2.ª feira, perto do Multiusos (nunca este nome caiu tão bem) onde vai decorrer o Salão Erótico do Porto, começará a ser julgado Valentim Loureiro, mais 23 arguidos. Ou seja, não é nos Estados Unidos que está a notícia primária. Tudo o que realmente interessa está a acontecer em Gondomar.

ASSIM SE VÊ A FORÇA DO FCP

» um contributo de Jorge Reis

ADRIAANSE COM MÁ ONDA

ver em http://janeladecontraste.blogspot.com/

ÁRBITROS EM TESTES

O Leirós, como sempre, já apareceu aqui a defender a sua dama - a causa da arbitragem. Faltou dizer que na última acção, nas margens do rio Nabão, ninguém chumbou nas provas físicas mas houve cinco negativas nos testes escritos. Desta vez em modelo americano, ou seja, com respostas de cruzinha. As perguntas não eram fáceis, com algumas ratoeiras onde caíram alguns incautos. É também sinal de que o nível de exigência está a subir.

A NOVA MODA PARA TRANSFORMAR OS CLUBES

Rotary vai ser a grande inovação a implementar nos clubes, de modo a que o futuro seja mais risonho e menos penalizador para as colectividades deste país.

Façamos um retrato do que é um Rotary:

É um movimento universalista com 103 anos de existência, espalhado por 180 países, agrupados em 531 distritos rotários, agregando cerca de 1 300 000 pessoas nos mais de 32 000 clubes existentes.

Rotary é uma organização de profissionais e homens de negócios que se juntam para servir. A chave de entrada para Rotary é o negócio ou a profissão de cada um - mas sem servir não se pode ser um verdadeiro Rotário. Esta é a ideia geral, a ideia que enforma Rotary Internacional.

Segundo os entendidos, os clubes de rotários são constituídos por pessoas de posses, que se juntam em jantaradas, e que de vez em quando têm gestos de beneficiência.

Cada clube rotário é um conjunto de profissionais que irá servir na área geográfica da sua implantação, e de acordo com as oportunidades locais.

Cada clube, cumprindo as mesmos princípios universais de rotary e prosseguindo os mesmos valores, possa ser ele próprio original, mantendo uma autonomia criativa.

Cada clube será, assim, uma diferente interpretação de rotary.

Aqui reside em grande parte a base da diferenciação rotária: que sendo os princípios os mesmos, seja bastante diferente a sua execução. E é também nesta diferença que está um dos grandes encantos de rotary - e uma ,justificação do enorme agrado, sempre que visitamos outros clubes: ver neles a maneira como interpretam e vivem os nossos mesmos princípios. E porquê esta diferença? - porque diferem muito, de clube para clube, as características dos seus elemento. E porque diferem,igualmente, de clube para clube, as circunstâncias de lugar...


O futuro está aí, é só aplicar as orientações dentro e fora das quatro linhas.


ÁRBITROS EM FORMA

Os árbitros portugueses não param e uma vez mais aproveitaram a tolerância de ponto, para efectuarem um segundo período de avaliação (estágio).
Em Tomar, 65 árbitros e árbitros assistentes portugueses cumpriram com sucesso os testes físicos que a FIFA obriga e ao mesmo tempo atingiram a média de 86, 5 valores nos testes escritos.

terça-feira, fevereiro 05, 2008

POR FAVOR, ENVIEM ISTO PARA O LAPORTA

in A BOLA

MONARQUIA


Para um país que deixou de ser monárquico há quase 100 anos - embora continue a ter líderes com tiques de príncipe maquiavélico -, é a surpresa completa:
- Afinal temos dois reis: Ronaldo e Eusébio.
- Com um bocado de esforço, até podem contar três com D. Duarte.
É este o país que tem ainda o único Papa que não vive no Vaticano.

Ronny chutou ao poste e jogou no ressalto...

Aos 54 minutos de jogo no Estádio do Restelo, Ronny, na marcação de um pontapé livre directo, rematou ao poste. A bola não tocou em nenhum jogador do Sporting nem do Belenenses e Ronny apanhou o ressalto e voltou a jogar a bola, tendo o arbitro internacional Jorge de Sousa interrompido o jogo.
O árbitro levantou o braço e assinalou pontapé livre indirecto.
No estádio, fruto da emoção do lance, alguns espectadores devem ter julgado que foi assinalado posição de fora de jogo a algum jogador.
Isto porque o "off-side" é punido com livre indirecto e, obrigatoriamente, os árbitros têm de levantar o braço, pois é esse sinal que diferencia o pontapé livre indirecto do directo.
No entanto, no Restelo, Jorge de Sousa não interrompeu o jogo e assinalou a infracção ao abrigo da Lei 11 - Fora de Jogo.
O que Jorge de Sousa fez foi interromper o jogo, ao abrigo da Lei 13-Pontapés Livres.
É nesta Lei que estão descritos os tipos de pontapés livres, os locais de execução, as infracções e sanções.
Assim, quando a bola veio devolvida do poste no remate de Ronny, este, ao jogar uma segunda vez antes que a bola tenha sido tocada por outro jogador, fez com que Jorge de Sousa (que considero o melhor árbitro português na actualidade)assinalasse a infracção com um pontapé livre indirecto, concedido ao Belenenses e que foi executado no local em que a falta (segundo toque na bola) foi cometida.

KOSOVO


Nos últimos dias este blog tem sido espreitado por diversos kosovares. Todos de barrete bem enfiado até às orelhas, assumindo-se como tal. Serão os efeitos da globalização ou será apenas a confirmação de um enclave aqui na nação?

segunda-feira, fevereiro 04, 2008

ALGUÉM QUE AJUDE A MOÇA


"O instinto maternal já me bateu há anos, mas depois tive um cão. O instinto voltou mais forte e tive outro cão e já estou a pensar ter o terceiro"

Carla Matadinho “Nova Gente”

Depois de ler uma coisa destas, nem sei bem o que dizer. Bom, sempre posso afirmar que anda por aí muita gente tonta a dizer uns disparates que, pelos vistos, servem para entreter a malta que não gosta de futebol e outros desportos porque - dizem eles - não tem interesse nenhum. Enfim...

PS - Espero que a rapariga tenha comprado vários cães e que não tenha tido nenhum!

Por favor, não pisem os malmequeres!

  Ia escrever qualquer coisa sobre isto mas o João Freitas - um dos melhores jornalistas que conhece - tirou-me todas as palavras da boca. ...