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terça-feira, janeiro 29, 2008

O MEU APITO

Está a fazer 4 anos que troquei A BOLA, onde estive quase 6 anos, pelo RECORD. Coincidentemente, poucas semanas depois desta troca de camisola rebentou o APITO DOURADO. Quis o meu novo jornal que me dedicasse à cobertura de um acontecimento que depressa extrapolou. A experiência foi dura mas também gratificante. Quando recebi o convite, do meu colega Bernardo Ribeiro, para escrever um pequeno livro sobre o processo, não hesitei - era algo que já tinha há algum tempo na minha cabeça. Este é processo que merece ser sintetizado, contextualizado e registado. Foi o que tentei fazer. Na próxima 4.ª feira, o RECORD oferece aos seus leitores o produto de duas semanas de trabalho solitário, rodeado de papéis e com dois computadores abertos ao mesmo tempo. O resultado final será avaliado pelos leitores. Não espero unanimidade, sei bem o que a casa gasta, mas é com orgulho que aqui vos apresento a minha visão do APITO DOURADO.

23 comentários:

Anónimo disse...

Ó Badocha vai dar banho ao cão.

Lampião ressabiado

Anónimo disse...

Acho muito bem que o tenhas feito!
Mas tens de escrever a verdade toda, mesmo aqueles cheques de 200 contos que o pimenta machado te dava para tu estares caladinho...

Tens de escrever mesmo tudo...
Escrever as vezes que não falaste mal do clube em troca de entrevistas exclusivas...

E quando escreveres toda a verdade eu brindarei contigo com uma garrafa de gaivosa branco... que eu sei que gostas

abraço


queiroz

Anónimo disse...

Mas vais contar tudo, oun apenas o k interessa ao "teu" PAPA?!

El Coreo disse...

e as ordens da pinhão, estão incluídas?

Menino Mau disse...

vou ler..

sirmister disse...

de certeza que vai esgotar, nao conhecendo o que la está escrito digo que quanto pior disser do porto e PC mais vendera, podendo até ser coisas ridiculas.

PS: se eu fosse editor de um jornal também mandava escrever um livro destes é lucro garantido e é nessa base que se deve trabalhar.

Anónimo disse...

COMPREENDE-SE...

Quinhentinhos disse...

Se tiveres tomates para escrever tudo sobre o padrinho, cheira-me que o gang da ribeira vai voltar a actuar!
Boa sorte...

You know who I am!!! disse...

Sim... tens de escrever tudo.

Foste convidado para escrever sobre o Apito Dourado e durante 4 anos, o teu jornal foi o que menos escreveu. Coincidências?

Ficaste com medo de levar, como levaste no Restelo!

ze da povoa disse...

Que pena! Não vou poder ler essa obra (consta que com prefácio de Maria José Morgado) porque jamais gastaria um cêntimo com um pasquim como esse. Se fôr vendida em separado ainda haverá hipótese.

atirador especial disse...

e agora caro eugénio, vais chupar a garafa ao gajo ??? ou vem aí mais do mesmo.....

Anónimo disse...

Por curiosidade vou comprar e ler. Depois poderei concluir se alguém que bajula diariamente e ad nauseam o fóculporto e sus muchachos consegue o devido distanciamento para escrever sobre algo que envolve exactamente o objecto da bajulação do autor.

Pergunto agora, mesmo sendo do grupo grupo, porque não deu o Record o mesmo destaque a este tema que o CM deu? Medo de perder a parca clientela azul?


Ass: Murcanzoada

Águia Real disse...

Este anónimo que se assina com Z, o que é muito mais "fino",será o seu "preclaro e plumitivo" colega de profissão?
Fico a aguardar a sua resposta aos comentários.
O livro,já está reservado.Só espero,que a sua leitura não venha a ser uma perda de tempo.

anti jornaleiro-lambe botas disse...

mete o apito no cu

dragao vila pouca disse...

Vais dizer quem colaborou na feitura do livro? E como quem colaborou, conseguiu certas informações?

ki_trato disse...

c'um carago, que não pedi o livro nem mo deram, quando hoje paguei o jornal, mas, tamém, pa mentiras já chega a folha de couve, que é para o que a compro todos dias, pa me rir a bom rir na sanita, o tempo de lhe dar o, tá bem, sim-senhor...

Bobu disse...

Quão maltratada é a profissão de escritor ... hoje em dia qualquer macaco escreve um livro, basta-lhe trabalhar na Bola, no Record ou no Calor da Noite - tudo a mesma coisa.

Da_logosfera disse...

ai, Geno, só agora dou conta do erro, que o pito lá será dourado ou bormelho, encarnadíssimo, igual ao que foi pò cesto, de vergonha, mas feminino é que ele não é, como aí diz, ó Génio, no termo "Apito", que então deve ser O Pito Doirado, Encarnado ou lá da cor que for, e em separado, Eugénio, machão como é...

mete o apito no cu disse...

enquanto andas aqui a arrastares-te e a auto-promoveres-te com merda, sem intereese algum no tocante a jornalismo, põe mas é os olhos no outro do BLOG DA BOLA, que te dá todos os dias uma tareia em novidades e furos jornalísticos.

ao pé do marinho, és um jornalista de 3ª categoria. como tu, há aos pontapés.

Anónimo disse...

O livro é uma edição da Renova?

HUMPF!

JM Coutinho Ribeiro disse...

Guarda um para mim, que certamente vou esquecer-me de comprar o jornal :-) Falta de hábito para os desportivos.

atirador especial disse...

Nony, exactamente. Como caiste de queixos estás um pouco lambuzado!!!
Guloso .... hahahahah

Anónimo disse...

O silêncio dos inocentes
JORGE MAIA

Ainda sobre o clássico do último fim-de-semana, há um ou dois detalhes que precisam de ser sublinhados nem que seja apenas para memória futura. Na primeira volta, apesar de Paulo Bento ter reconhecido a justiça da vitória portista no Dragão, sublinhando que o trabalho de Pedro Proença não teve influência no resultado, alguns adeptos e dirigentes mais fervorosos do clube de Alvalade lançaram uma campanha com o objectivo de descredibilizar o árbitro e de lhe atribuir a responsabilidade pela derrota. No jogo de Alvalade, Carlos Xistra cometeu vários erros, sendo que um deles resultou no segundo golo, ilegal, do Sporting e outro, que a transmissão da Sport TV e os resumos posteriores fizeram questão de apagar da memória, negou aos portistas uma grande penalidade cometida sobre Quaresma. Desta vez, contudo, não houve campanhas dirigidas pelas habituais virgens ofendidas, o Sporting não lamentou o rumo da arbitragem em Portugal e alguns dos seus adeptos fizeram até questão de sublinhar a justiça do triunfo sobre os portistas, numa demonstração clara dos elevados padrões morais pelos quais se regulam e da forma como gostariam que o campeonato, por fim, se equilibrasse. Aliás, os mesmos padrões que usaram na sequência do triunfo na Supertaça durante a qual Bruno Paixão alegremente fechou os olhos ao desvio da bola com o braço por parte de Tonel na área do Sporting. Finalmente, resolveram sublinhar a gravidade da entrada de Bruno Alves sobre Moutinho, sancionada pelo árbitro com um cartão amarelo, esquecendo a de Liedson sobre Helton, que por sinal o árbitro não sancionou e que deixou o guarda-redes portista em dificuldades até ao final da partida. Pelos vistos, quem não chora, não mama.