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sábado, dezembro 15, 2007

Porreiro Pá, deixaste a arbitragem...(2)

Porreiro pá é o termo actual para aquilo que alguns amigos e familiares me disseram no ano de 2002, quando, em conferência de imprensa na Estalagem da Via Norte, comuniquei aos jornalistas o abandono da arbitragem.
Tendo ao meu lado o advogado matosinhense António Lima Pereira, mostramos a todos as duas provas irrefutáveis e comunicamos o que iríamos fazer a seguir no Ministério Público.
Qual foi a gota de agua que me levou a abandonar a arbitragem, ao fim de dezasseis anos de carreira e depois de cinco anos de perseguições classificativas e de mau ambiente interno, emanado por pessoas que já tinham sido árbitros?
A descoberta de dois relatórios de um jogo que arbitrei, elaborados pelo mesmo delegado, hoje observador, com pontuações diferentes.
Um deles foi rasgado e outro foi arquivado para pontuação.

5 comentários:

Alípio disse...

Nomes...nomes é que são precisos, porque atirar papos pró ar é facil.

dragao vila pouca disse...

Zé um abraço do Né( Leões de Custoias,lembras-te?).Tenho pena que colabores no blog do badocha censor, com tiques de pide.De qualquer forma virei aqui para te ler e para comentar.

JailBreak disse...

Acho graça aos impuros virem agora criticar o "sistema", depois de andarem anos lá dentro a "comer" da mesma sopa.
Quando estão inseridos no "sistema" e vivem a conta do mesmo, não criticam as suas acções, mas quando são encostados pelo mesmo "sistema", tornam-se no mais puro que existe. Esquecendo-se do tempo que por lá andou a “comer” à conta do mesmo e da sua maneira de trabalhar e agir, desse mesmo "sistema".
Se não tivesse sido prejudicado em nomeações, classificações, etc., o arbitro José Leiros, ainda estaria na arbitragem, como acabou-lhe a "mama", é elevado a herói que deitou tudo cá para fora, esquecendo-se do que fez no passado e das estórias de bastidores que se conta também seu respeito.
Mas não, tal como o maior dos puros, os outros que são os culpados, os outros que são os corruptos e eu agora posso até escrever num blog as minhas estórias do que me fizeram.
Aconselho-o então a então escrever as coisas que fez, dos diversos casos que teve em que jogos ficaram desnivelados em diversas opiniões.
Mas ja nada me admira neste país, quando vejo uma qualquer prostituta editar um livro sobre a flatulência de um senil e sobre as suas estórias de sexo de capuchinho vermelho, vir também ser considerada uma heroína de grande coragem, enquanto os diversos crimes que praticou(desde droga, prostituição e crime de ofensas corporais), serem simplesmente ignorados a bem de uma caça a um velho flatulento e senil. Tudo em nome de um cruzada vermelha, desenvolvida por outro dos maiores puros deste pais e por uma qualquer ignóbil jornalista de um jornal de referencia do desporto.
Mas como sempre neste país os fins, justificam os meios.

Enfim é só uma opinião.

ze da povoa disse...

Sim, convém que se saiba quem tramou o José Leirós para que não fiquem dúvidas no ar. De outro modo ficamos num registo octaviano : "vocês sabem do que estou a falar" !!!
Aproveito para perguntar ao Leirós. Para quando um livro? O Eugénio, apesar de lampião, até pode dar uma ajuda.

Jose Leirós disse...

O Alipio vê-se mesmo que nao me conhece. Claro que vai sair os nomes aqui neste mesmo local, Se assim não fosse não começaria.Nunca errei por falar e dizer a verdade nem nunca me encolhi. Ao zé da povoa digo que nada tenho de octaviano pois ja fui duas vezes ao DIAP e ao MP denunciar os nomes. Uma com provas e outra sem provas mas com testemunhas e indicios. Claro que é como os filmes do meu realizador preferido que aconselho Quentin Tarantino onde a historia é revelada mais á frente.