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sexta-feira, janeiro 08, 2010

"Não é com palhaçadas que se defende a verdade desportiva" - JN

"Não é com palhaçadas que se defende a verdade desportiva" - JN

8 comentários:

Anónimo disse...

"O importante é colocar pessoas na Liga" !!!!!!......

Anónimo disse...

Pelos vistos ninguém na Europa e no resto do Mundo, quer a "verdade desportiva" só a 2ªcircular !!!...

Anónimo disse...

Futebol Clube do Pedroto

Faleceu há 25 anos. As suas “tiradas” ainda são actuais. Por muito que firam os melindrosos caciques lisbonenses, que ele tanto atacou nos seus tempos áureos em que conduziu o FC Porto não só a uma conquista da Taça de Portugal (1977) como a dois títulos nacionais (78 e 79) e, acima de tudo, para bradar contra o centralismo, o poder do futebol submisso aos clubes da capital, o jornalismo faccioso e vícios atávicos do futebol e dos portugueses. Cada vez mais uma saudade

in portistasdebancada

Anónimo disse...

Jesualdo solidário com os jogadores
38 SEGUNDOS FOI O TEMPO QUE DUROU A CONFERÊNCIA








Não foi mais do que 1 minuto (38 segundos mais exatamente) o tempo que Jesualdo Ferreira esteve na sala de imprensa do Centro de Treinos PortoGaia, ao final da manhã de hoje. Dada a presença da equipa de reportagem do jornal "A Bola", o treinador do FC Porto recusou-se a fazer a antevisão do jogo com a União de Leiria, limitando-se a mostrar a sua "solidariedade" com o grupo de trabalho, face ao blackout decretado pelos jogadores em relação àquela publicação desportiva.

"Na vida fui sempre solidário com as causas que entendo que são justas e corretas. Num comunicado, os meus jogadores marcaram uma posição e emitiram uma opinião. Em nenhum momento não marcaria a minha solidariedade com a equipa. Face a isto, encerro a minha presença na conferência", afirmou Jesualdo em pouco menos de um minuto de conversa com os jornalistas presentes na sala de conferências do Olival.
in record



Grande Professor.

Anónimo disse...

08 Janeiro 2010
Roubos de Igreja

Tornou-se uma expressão popularizada, entrou no léxico futebolês mas viu a luz do dia por José Maria Pedroto, o Mestre dos treinadores nacionais que faleceu há 25 anos depois de quebrar as correntes que atazanavam, mentalmente, o futebol portista.

O “roubo de igreja” fala-se em relação aos favorecimentos de arbitragem aos clubes de Lisboa, especialmente ao Benfica. Ainda antes de a Luz ser designada por catedral, o roubo de igreja significava uma situação de flagrante benefício de arbitragens que o FC Porto deixou de calar quando Pedroto voltou ao clube em 1976 para ganhar nessa época a Taça de Portugal e dois campeonatos nos anos seguintes.

É curiosa a coincidência de evocar-se a morte de Pedroto – e não só pela expressão popularizada, porque era um técnico dotado de argúcia táctica e fluência no falar sem esconder nomes e refrear impulsos politicamente correctos após o 25/4/74 – quando o Benfica somou, antes do Natal e na entrada do novo ano, duas vitórias fraudulentas centradas em erros de arbitragem claramente a seu favor e que definiram os resultados com duplo 1-0 ante FC Porto e Nacional, este para a famigerada Taça da Liga que resiste, ainda tão jovem, como a prova dos roubos de igreja pela infame arbitragem de Lucílio Baptista na final da época passada em que o Sporting foi a vítima ocasional.

Essa “Taça Lucílio Baptista” de Março do ano passado, no Algarve, ainda motivou chamarem o patético árbitro sadino a explicar-se perante a TV (SIC). No recente clássico com o Benfica, o FC Porto sofreu um golo precedido de flagrante irregularidade. Mas desta vez ninguém foi chamado a explicar a “nova regra” perante câmaras de televisão. Curiosamente, um ano antes, num Benfica-Nacional marcado pela anulação de um golo bem invalidade ao Benfica, o árbitro Pedro Henriques também apareceu, sabe-se lá picado por qual mosquito, a dar a sua explicação, essa coerente, racional e suportada nas Regras do Jogo, sobre o golo anulado a Cardozo nos últimos instantes.

Agora, ontem aliás, vejo na tv que Lucílio Baptista teve direito a perguntas de circunstância sobre os incidentes no túnel da Luz, o antro profundo da igreja onde se cometem outros crimes pelo visto e ouvido. Não se lembraram, os pés-de-microfone lisbonenses, de lhe perguntarem se reviu o lance do fora-de-jogo de Urreta a passe de Saviola no clássico. Perguntaram-lhe se foi ameaçado por causa do que sucedeu no túnel de acesso aos balneários…

É por estas e por outras que o futebol português cai na imbecilidade informativa e redundante. Para mais, com um arauto aparolado a proclamar a Verdade Desportiva branqueando os roubos sucessivos de arbitragem em favor do Benfica, a saga continua.

Mas era por estas e por outras, com o condicionamento informativo e o espírito de colaboração dos meios de Comunicação Social para com o Benfica naqueles tempos, que Pedroto dizia:

“Não vou à rádio porque de Lisboa estão sempre a cortar a emissão”.

Pedroto, que saudade!
portistasdebancada

Anónimo disse...

Volta a guerra de um lado só

Nos próximos dias, os comentadores cosmopolitas farão um intervalo no dever cosmopolita de dissertar sobre arbitragens e ressentimentos pelos últimos 25 anos para chamar a Pinto da Costa provinciano e oferecer-nos a possibilidade de dar mais um salto evolutivo, rumo à modernidade e à sofisticação.

Suponho que condenarão o belicismo e a hostilidade no discurso do presidente do FC Porto, primeiro responsável pelo permanente estado de guerra e conflito que se vive no meio futebolístico nacional. E estarão certos, como está sempre quem apela à paz, ao entendimento e ao discurso de boa vontade, limpo de ataques e constantes indirectas que geram inquietação, mal-estar e ódios.

Entretanto, abaixo do radar do provincianismo e portanto fora do alcance da vigilância do cosmopolitismo, nas últimas semanas Luís Filipe Vieira afirmou, num português avançado e progressista, que não garante campeonatos, "porque isso só podem prometer aqueles que se movimentam nas zonas escuras", apelando dias mais tarde à necessidade de cuidados, para que "os resultados desportivos sejam apenas fruto do que acontece dentro de campo e não de algumas manobras muito usadas no passado".

Ser cosmopolita é isto: ser capaz de perceber porque é que o discurso de Pinto da Costa é provinciano e estas frases não. Eu ainda não cheguei lá.
in o jogo

O Anti Lampião disse...

Mas afinal o que foi o Orelhas fazer ao parlamento ? Qual a verdade desportiva ele representa ?

http://oantilampiao.blogspot.com/2010/01/olarapio-benquerenca-3.html
http://oantilampiao.blogspot.com/2010/01/olarapio-benquerenca-2.html
http://oantilampiao.blogspot.com/2010/01/olarapio-benquerenca-1.html

DC disse...

gostaria de iniciar assim uma parceria com o vosso blogue
o meu é muito recente ainda sem promoçao
gostaria que me ajudassem neste aspecto
estou tambem disposto a ajudar a divulgar o vosso
obrigado

http://dcfutebolclube.blogspot.com/