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Carolina Salgado e Leonor Pinhão à porta da "5.ª vara" do Tribunal de S. João Novo, ou seja, do café do sr. Avelino. Pinto da Costa acabara de partir a bordo do seu carro em grande galhofa, depois de ter inventado um neologismo começado por "f" quando Carolina passava a mão pelo cabelo de Pinhão à porta do tribunal de S. João Novo, onde, um pouco antes, a antiga jornalista e hoje cronista de A BOLA disse que apenas dactilografou parte do polémico livro "Eu, Carolina", uma das peças do megaprocesso que senta Pinto da Costa no mesmo banco dos réus da ex-companheira de estrada (e não só). Mais cenas no próximo dia 8 de Janeiro.
Ah, o senhor com barrete russo, ao lado das meninas, é Armando Paraty, antigo árbitro de futebol e habitué na plateia do julgamento. Quanto aos meus colegas da fotografia, parece que continuam a arriscar bastante ao plantarem-se no meio da velha calçada da ladeira de S. João Novo...
7 comentários:
Geno no habitat natural...
http://ultraummododevida.blogspot.com/
Leonor Pinhão desmente Carolina
A ex-namorada de Pinto da Costa e Leonor Pinhão têm diferentes versões sobre quem escreveu o livro "Eu, Carolina". A jornalista reconheceu, ontem, sexta-feira, ter "dactilografado" a parte referente aos processos do Apito Dourado.
Carolina Salgado afirmou, numa sessão anterior do julgamento nas Varas Criminais do Porto, que o livro foi integralmente escrito pela sua então amiga e professora Maria Fernanda Freitas de Sousa e que aquela jornalista e conhecida adepta do Benfica apenas tinha apoiado quanto à revisão e umas "datas" na parte do futebol. Procurou desmentir, assim, a insinuação de que teria sido Pinhão a escrever a parte mais agressiva para Pinto da Costa e amigos.
Só que, ontem, a jornalista afirmou, afinal, ter tido uma participação activa na elaboração da obra. Foi quando o livro já tinha mais de 90 páginas. "Durante três dias, num hotel, dactilografei o que me disseram a Carolina e a Fernanda Sousa. Eram íntimas", disse, mostrando-se irritada quando um dos advogados lhe referiu a palavra "redigiu". "Não seja habilidoso com as palavras!", respondeu, sendo, de imediato, repreendida pelo juiz-presidente, Rafael Azevedo.
A jornalista, que colaborava com a Editora D. Quixote - e depôs com o auxílio de três agendas que possuía -, quis transmitir a ideia de não ser próxima de Carolina. Mas admitiu que à ex-companheira de Pinto da Costa forneceu dados sobre notícias do Apito Dourado que até então saíram na imprensa. Só sobre esses factos é que a editora aceitaria publicar algo, para evitar processos.
Sobre o facto de não ter assinado o livro, explicou que tal ficou a dever-se à insistência de Fernanda Sousa em figurar como autora, apesar de ter sido aconselhada a não aparecer publicamente. "Não teria problema algum...", declarou, em resposta à juíza Patrícia Guimarães, que classificou Pinhão como "face oculta" do livro, provocando risos entre os arguidos.
Além de contar uma história diferente da de Carolina, Leonor Pinhão contrariou também a versão de Fernanda Freitas Sousa. Esta testemunha frisou apenas ter escrito o livro até à "página 99" e que o resto, referente ao "Apito", foi redigido por alguém que não soube identificar. Sobre isto, Pinhão respondeu que Fernanda até deu acordo à versão final, tendo possuído um exemplar "em papel" com "correcções à mão", que entregou à Procuradoria. À saída do tribunal, Carolina e Leonor cruzaram-se com Pinto da Costa e este não resistiu a lançar um comentário, com um sorriso.
O julgamento prossegue a 8 de Janeiro
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Afinal o sr.Queiroz, não nos contou tudo!!!!
Momento particularmente hilariante aconteceu quando um dos juízes do coletivo perguntou a Leonor Pinhão se ela era a "face oculta" do polémico livro...
Record
Ah,Ah,Ah,Ah,Ah!!!!!!!
O "aparecimento" da leonor nesta "historia" è muito,muito estranho ??????!!!!!!
A coisa aos poucos vai ficando mais clara e, um pormenor hoje, outro amanhã, quem tiver uma memória boa e fizer a ligação dos vários detalhes, vai concerteza percebendo que esta "estória" foi criada e alimentada a partir da 2ª Circular.
Quando a Carolina começar a falar de como este episódio nasceu eu quero ver a cara de certas pessoas. É que ela vai falar, mais cedo ou mais tarde ela vai dizer o que realmente se passou:
Quem lhe deu a ideia;
Quem lhe pagou para assumir aquele papel;
Quanto lhe pagaram, etc., etc, etc.
Ah, e nessa altura será caso para fazer essas pessoas pagar pelo que fizeram.
Assim ou assado!
Já agora,uma curiosidade,esse Senhor Armando Paraty é familiar do ex-arbitro Paulo Paraty?
obrigado.
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