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terça-feira, setembro 29, 2009

IM-PRE-SSIO-NAN-TE

« UM CONTRIBUTO DE JOSÉ MANUEL SIMÕES LOPES
video

16 comentários:

dino gutierrez disse...

Isto é mesmo 3ª mundista, faz lembrar o estádio do Dragão.

Anónimo disse...

Ó dino... parece mesmo mesmo é a tua casa! Tens lá paredes em piores condições e que ainda abanam mais que isto!

Anónimo disse...

2009-09-29 14:32:49
As tácticas velhas


As muitas críticas que o Sporting e o seu treinador fizeram ao árbitro no final do jogo do Dragão não são muito justas. Quando muito, no todo, o Sporting pode dizer que Raúl Meireles podia ter sido expulso a poucos minutos do fim da primeira parte mas nem isso é assim evidente. Na minha opinião "podia", o que é diferente de "devia".



No resto, as decisões do árbitro Duarte Gomes (95%, para usar o número de que gosta Vítor Pereira, o chefe dos árbitros) foram boas ou mesmo muito boas. Em quase todos os lances teve razão.

Menos razão teve Paulo Bento. A verdade é que a decisão de incluir Grimi no onze não foi boa, embora não se saiba se outra teria dado melhor resultado em face da diferença de andamento que se viu entre Hulk e a generalidade da defesa do Sporting. E, sobretudo, ficou provado o que me parecia antes do encontro: se a defesa do Sporting continuasse no mesmo estilo dos jogos anteriores (vai em um golo sofrido em média em 11 jogos oficiais) arriscava-se a perder o jogo. Como perdeu. A defender o Sporting é desastroso.

O principal problema do Sporting não são os árbitros, ou não têm sido os árbitros. Esse problema maior é uma defesa - ou um sistema defensivo, para ser mais preciso - que não dá garantias de ser o suporte de que a equipa precisa nos jogos competitivos. É muito fácil marcar golos ao Sporting.

É evidente que também a mim me pareceu que a nomeação de Duarte Gomes para o clássico do Dragão foi uma temeridade de Vítor Pereira. Não havia necessidade, como dizia o outro. Mas é sempre fácil virar os adeptos contra os árbitros e afins, porque estes não têm sócios nem simpatizantes que os defendam. É mais difícil assumir responsabilidades próprias. Mas enquanto o Sporting não resolver os seus problemas defensivos, não há árbitros que o salvem. Querer esconder isso com expulsões e declarações inflamadas é apenas usar velhas tácticas que já começam a estar em desuso.


por : Manuel Queiroz

Blogue Trivelas

Anónimo disse...

Qual é a equipa que tem estes magníficos adeptos?

Anónimo disse...

Dino estou muito preocupado contigo a única coisa que posso fazer É ACONSELHAR-TE UMAS PALAS11

Bigsousa disse...

Podia ser em Portugal. Mas vê-se logo que não é por causa dos adeptos...

Joao Ferreira disse...

De que clube é esta claque?

RA disse...

Escreve-se "Im-pres-sio-nan-te"

Anónimo disse...

eintracht frankfurt

Anónimo disse...

Esqueçam o Apito Dourado: bom é que os clubes escolham
JOSÉ MANUEL RIBEIRO

Apesar do muito que se disse, do que queriam à força que se dissesse e, sobretudo, do que se berrou, ficou esquecido o detalhe do costume no dossiê Duarte Gomes-Vítor Pereira: a existência de um regulamento e, principalmente, dos factos que lhe estiveram na origem. É que Vítor Pereira escolheu o árbitro do FC Porto-Sporting porque, de outra forma, teria sido o Sporting a escolher por ele.

As leis da Liga estipulam que os processos e denúncias contra árbitros não podem servir de impedimento para os nomear. São assim porque, em tempos, esse método servia aos clubes para, boicotando aqueles de que não gostavam, terem sempre os preferidos a dirigir-lhes os jogos. Porque esse lado também existe.

Há os árbitros que erram, mas também (acreditem) os treinadores que instruem os jogadores para caírem na área ou para apontarem às canelas; os jogadores que nem precisam de instruções para o fazer; e os clubes que se defendem por todos os meios, com e sem maus intentos. Só que nenhuma equipa da Liga deve ter direito a poder determinar, ainda que caso a caso, quem é o árbitro do seu jogo.

Se Vítor Pereira tivesse consentido em vetar Duarte Gomes, o que impediria o Sporting ou outro clube qualquer de engendrar pretextos para, de processo disciplinar em processo disciplinar, ir tocando os apitos que lhe apetecesse? E o melhor: sem correr o risco de ser apanhado nas escutas.

Fosse um dos concorrentes do Sporting o emblema envolvido e até Dias da Cunha recomendaria um Stromp para o sócio Vítor Pereira pelo estoicismo na luta contra o sistema.

ojogo



Afinal o VPereira limitou-se a cumprir as regras que os clubes aprovam!!!!!!

Tiago disse...

Cavalheiro,

Um jornalista da imprensa deve saber soletrar melhor. IM-PRE-SSI-O-NAN-TE.

Ab.

dragao vila pouca disse...

Por falar em impressionante...

Lopes da Silva: «Prejudiquei a carreira porque acreditei nele»
TÉCNICO DO BRAGANÇA E O DOPING COM JORGE JESUS EM 1995

“Estou arrependido de ter ficado calado”, foi assim que Lopes da Silva começou por abrir o jogo sobre o caso de doping que, em 1994/95, o afastou dos relvados por 6 meses. O agora treinador do Bragança jogava no Felgueiras, orientado por Jorge Jesus, seu adversário de hoje.

Na hora de recordar os factos, a mágoa não foi escondida. “Prejudiquei a minha carreira por ter acreditado em Jorge Jesus e nos outros responsáveis do Felgueiras. Arranjaram-me um advogado, mas ele queria defender o clube e não a mim”, começou por desabafar Lopes da Silva, prosseguindo: “No intervalo de um jogo com o P. Ferreira deram-nos algo para tomar como sendo vitaminas. Os atletas confiaram! O Jorge Jesus tinha conhecimento do que aquilo era. Fui ao controlo e acusei positivo.”

Anónimo disse...

O centenário de um craque imortalizado
Artur de Sousa "Pinga" completaria hoje o centésimo aniversário e o F. C. Porto assinala a efeméride recordando aquele que muitos evocam como "o melhor jogador" da história do futebol português, perdido nos efémeros tempos da Rádio
00h12m
ALMIRO FERREIRA
Qual Peyroteo, qual Hernâni? E nem Eusébio, nem Futre, nem Figo, nem Cristiano Ronaldo... Artur de Sousa "Pinga", craque do F. C. Porto nos anos 1930 e 1940, foi o maior de todos. Mas, por mais que se busque no Youtube, não há maneira de se encontrar um videozinho que seja para comprovar a convicção dos adeptos mais velhos, que o viram jogar na Constituição ou no Ameal e que se deliciaram com o maior talento dos primórdios do futebol português, perdido nos efémeros tempos da Rádio. Mas a injustiça do que será a extemporaneidade de um futebolista genial só enriquece ainda mais o imaginário e o enredo épico de Pinga. Se fosse vivo, um dos maiores símbolos da antologia portista celebraria, hoje, o centésimo aniversário. O F. C. Porto assinala a efeméride, com um rebusco ao baú das memórias.

Artur de Sousa "Pinga" não morreu em 12 de Julho de 1963, ainda antes de completar 53 anos. Só foi vencido pelo álcool e pela cirrose, segundo contam os registos da época, mas a obra do futebolista, tão vasta e valiosa, imortaliza-o entre os melhores de todos os tempos. O melhor de todos, sem rival à altura, juram os mais velhos. "Foi um jogador fulgurantíssimo - verdadeiramente genial. Talvez o maior talento de jogador do nosso futebol. Tudo nele era prodigioso: a concepção, como a execução; a imaginação viva e riquíssima marcada na escolha do lance ou do toque subtil, ou a finta intencional e preconcebida, ou no pormenor em que revelava a sua grande inteligência prática, o profundo e exacto conhecimento do jogo e dos jogadores e até sentido artístico - de verdadeiro artista do futebol", escreveu a prodigiosa pena de Cândido de Oliveira, em Abril de 1945.

O elogio, nas colunas do jornal "A Bola", soava já a homenagem jubilar à carreira de Pinga. Um ano depois, a 7 de Junho de 1946, nos relvado do Estádio do Lima, o craque de 37 anos teve o jogo de despedida. Saiu a chorar, sob os aplausos do público e aos ombros dos colegas do F.C. Porto e dos da selecção nacional que lhe prestaram o tributo.

Para trás, tinham ficado 400 jogos e 394 golos, um turbilhão de fogo nascido na natureza vulcânica da Madeira (30 de Setembro de 1909), revelado no Marítimo e explodido no F. C. Porto, onde chegou a 23 de Dezembro de 1930, aos 21 anos, atraído por um principesco salário de 800 escudos. Pinga singrou e depressa passou a ser o ídolo da Constituição, entre pares como Costuras, Correia Dias, Valdemar Mota ou Acácio Mesquita. E foi muito à custa das geniais jogadas e dos golos do avançado madeirense que o F. C. Porto venceu o primeiro campeonato português como o conhecemos nos moldes actuais, em 1934/35. Ganhou mais dois títulos, em 1939 e 1940, e representou a selecção em 23 ocasiões (oito golos).

Após pendurar as chuteiras, foi treinador da Sanjoanense, do Gouveia e do Tirsense. Fora dos relvados, sucumbiu novo, aos 53 anos, vítima de um quotidiano de tontura, afinal a mesma vertigem que fez dele um craque imortal.

JN

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Recordar e dar a conhecer Herois como Valdemar Mota;Syska;Acacio Mesquita;Costuras;Araujo e Correia Dias (entre outros) é uma obrigação.

Ou treinadores como ; Syska,Yustrich ou Pedroto;

Ou Presidentes como Monteiro da Costa;Urgel Horta e Cesario Bonito.

VIVA o FCP!

Anónimo disse...

"Anónimo disse...
2009-09-29 14:32:49
As tácticas velhas"


O Manuel Queiroz!!! O Rei das táticas do jornalismo! O tal que escreveu em 1983 na revista "O Tripeiro" que o FCPorto foi fundado em 2 de Agosto de 1906!Sim...em 1906! Como ele agora se deve sentir frustrado, como portista que é, que o presidente actual do seu clube tenha recuado a data da fundação para 1883, fazendo-o passar por um OTÁRIO! E o mais grave é que com o recuo de 13 anos, o PC não é e nem nunca foi capaz de explicar o percurso do clube neste período, com um mapa de actividades(jogos disputados, vitórias, derrotas, etc.) Isto é tudo gente boa, gente honesta, como se vê!...E depois querem ser crediveis quando opinam sobre um jogo de futebol, no qual participou a sua equipa do coração...E se fossem todos para o c......?

Anónimo disse...

Ainda não caiu, pois não?!
Siga a marcha!

Anónimo disse...

LABAREDAS

Bonzinho e… confuso

O Labaredas lê A Bola. Dá para rir e inspira o reportório. Hoje, a propósito da UEFA Champions League, há um Bonzinho que escreve que Simão ganhou uma vez no Dragão e foi logo campeão. Mas está confuso. Trocou a temporada. O jogador do Atlético de Madrid venceu no estádio do FC Porto na época de Co Adriaanse, precisamente a primeira do actual Tetracampeonato.

Para A Bola, vencer em casa do FC Porto talvez seja sinónimo de título nacional; para o Bonzinho, outrora intermediário do Benfica na contratação de jogadores, hoje figura destacada dos bajuladores supremos, parece ser algo ainda mais alucinante