CLIQUE PARA CONFIRMAR
JJ mais uma vez a meter o bedelho
-
Mais uma vez Jorge Jesus mete o bedelho onde não é chamado quando confessa
a sua surpresa pelo facto de a eliminatória entre o FC Porto e o Manchester
Ci...
Há 21 horas




9 comentários:
Tu e as tuas brincadeirinhas requentadas.
Essa tem barbas!
lá se foi o sonho de nascer um pinto da costa la pros lados de benfica
Tão velhinha, sr. Queirós. Por onde é que tem andado? Ou, se já a conhecia, qual o propósito para a ter ressuscitado? Mais uma queirosada!?!? Se calhar foi por o PC ter batido o record de conquistas presidenciais. A propósito: o que é que você já ganhou?
Nem assim lá vão.
Mesmo sendo de outubro de 2006, já vai tarde.
Já há pintinhos a dar cum pau. E não estou a falar no "animal", que esse é filho legítimo.
LAM
Também o Pai Natal e o major Loureiro
"Também o Pai Natal e o major Loureiro."
O ponto final é meu. Barbas de molho.
Ten piada e é verdade, pois corruptos e batoteiros (Presidente da UEFA dixit) já temos que cheguem.
Li o seu artiguinho no Reco e até fiquei estonteado. Diz que a arbitragem de agora não é igual à da década de 70 e 80 e invoca a longa noite fascista (desconheço a sua agremiação partidária, mas desconfio) em termos que só podem denotar um certo revisionismo hisórico muito próprio de dertos regimes murais. E, claro, ignorância da própria História, mas esse é problema seu. O que espanta é que no seu artigo insinue que naqueles tempos os campeonatos se ganhavam de forma, digamos, pouco transparente bem como depois do 25/04, até meados da d´cada de 80, suponho. Aí quando um certo clube começou a ganhar campeonatos fê-lo, obviamente, dentro da transparência democrática das vitórias conquistadas apenas com o suor das camisolas. E claro, por isso mesmo, os níveis de arbitragem melhoraram. Simplesmente lógico. Tão lógico que, numa semana em que se falou tanto de fretes, parece que estamos perante mais um. Não quero crer nisso, senhor Eugénio, mas ultimamente você tem perdido um pouco a compostura. Saudações
P.S. Já agora ponha aqui o artigo publcado no Rcord.
Enviar um comentário