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quinta-feira, março 19, 2009

O PAÍS DAS MARAVILHAS


Corre aí à boca cheia - e reparem que não me estou a referir ao facto de na rua Manuel Pinto de Azevedo (no Porto) o número de brochistas ter disparado nas últimas semanas ...- que a justiça em Portugal funciona mal mas ninguém sabe porquê. Pois bem, julgo estar em condições de dar uma ajuda. Hoje, quando descia a rua da Restauração, no Porto, fiquei atrás desta carrinha da empresa ReeisWolf, especializada na destruição de arquivos no próprio dia da chamada. Reparem ainda na sugestiva imagem da menina em estilo executivo sentada sobre a caixa do arquivo. Os nossos empresários são muito mais espertos do que aquilo que imaginamos e já descobriram o nicho de mercado ideal pois sem papel não há crime, como dizia um conhecido Valentão no dia em que foi detido, em Abril de 2004...

3 comentários:

Anónimo disse...

Eheheheh...e não é que o homem, o Valentão, fez escola?
Escola, não universidade. Porque ao pé dos destruidores de papel do BPN e do BPP foi um menino do côro.
Olha, pensando bem e como agora se usa, já nem me lembro...


LAM

Anónimo disse...

Daassss, Geninho!
Devias ir p'rá "judite" do Porto...
Afinal SÓ demoraste 4 anos e pico
a descobrir quem "limpou" a casa da Madalena, enquanto o Papa fugia p'rá Galiza.

Anónimo disse...

Na Cidade do Porto é normal!
De Broches percebes tu!