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segunda-feira, fevereiro 09, 2009

SONHO DE UMA NOITE DE INVERNO


Esta noite sonhei que estava a entrevistar Pinto da Costa. Eis o relato desse sonho.


- Presidente, costuma ler jornais?
- Confesso que a leitura diária dos jornais me reconforta. É interessante perceber que a inveja continua a comprometer a seriedade e a cegueira a subverter os princípios da profissão. Será sempre assim no caso do FC Porto.
- Andam por aí muitos invejosos, não é?
- É um excelente reflexo da nossa competência e não costuma justificar mais que um encolher de ombros. Esta segunda-feira, todavia, detive-me na primeira página da O Jogo. Fogo nela!
- Mas, presidente, fogo n'O Jogo, mas aquilo já está tudo a arder...
- «Erro confirma líder». A manchete é suportada pela unanimidade do Tribunal de Árbitros, mas esquece que, aos 18 minutos, Reyes rasteirou Lucho González, como confirmam as opiniões dos três ex-juízes. Apesar de concordar com a decisão de Pedro Proença, António Rola diz que Lucho sofreu de facto um toque, mas deixa no ar a lógica da lei da vantagem. Não há lei da vantagem numa grande penalidade, caro Rola!
- Desculpe, disse O Jogo?
- Sim, O Jogo fechou os olhos a duas evidências: uma grande penalidade e uma entrada violenta de Sidnei sobre Lucho González, que se enquadrava num cartão vermelho. Tudo isto ainda na primeira parte, com um empate sem golos. Não acham que mudaria por completo o clássico? Talvez o lance aludido na capa de hoje não merecesse sequer referência nas páginas interiores…
- Considera O Jogo um jornal isento?
- Mas que importa isso? Para quem não é isento, de facto, não conta para nada… De relevar, isso sim, apenas o tom da ocorrência.
- O FC Porto é uma vítima do anti-sistema?
- Será sempre assim, já o disse. O fogo do Labaredas, porém, não pode ser reprimido. É que no preciso momento em que lia os jornais, passei os olhos pelo resumo da RTP. A mesma lógica, desta vez com uma agravante: nem uma referência ou imagem do penálti sobre Lucho González. Perfeito para agradar a quem manda!
- O fogo do dragão e do Labaredas incomodam muito gente...
- O F.C. Porto, de facto, serve-lhes para tudo. Menos para serem felizes.

24 comentários:

bruno carvalho disse...

badocha o que me incomoda são as escutas. o meu fcputas é uma vergonha, ganhar assim não!! gosto da verdade desportiva e abdomino a mafia ke se instalou nesta nobre cidade. por isso ke n passamos ke coisas tristes regionais. orgulhosamente portista envergonhado.

Anónimo disse...

Desculpas e mais desculpas para justificar o roubo "Papal" . Venham agora falar como falaram no jogo Braga-Benfica. Roubo de "Catedral" ?? Comparado com o de ontem, foi roubo pequenino....

Saudações Benfiquistas

Anónimo disse...

09-02-2009 LABAREDAS

Terão existido dois jogos?

Confesso que a leitura diária dos jornais me reconforta. É interessante perceber que a inveja continua a comprometer a seriedade e a cegueira a subverter os princípios da profissão. Será sempre assim no caso do FC Porto. É um excelente reflexo da nossa competência e não costuma justificar mais que um encolher de ombros. Esta segunda-feira, todavia, detive-me na primeira página da O Jogo. Fogo nela!

«Erro confirma líder». A manchete é suportada pela unanimidade do Tribunal de Árbitros, mas esquece que, aos 18 minutos, Reyes rasteirou Lucho González, como confirmam as opiniões dos três ex-juízes. Apesar de concordar com a decisão de Pedro Proença, António Rola diz que Lucho sofreu de facto um toque, mas deixa no ar a lógica da lei da vantagem. Não há lei da vantagem numa grande penalidade, caro Rola!

O Jogo fechou os olhos a duas evidências: uma grande penalidade e uma entrada violenta de Sidnei sobre Lucho González, que se enquadrava num cartão vermelho. Tudo isto ainda na primeira parte, com um empate sem golos. Não acham que mudaria por completo o clássico? Talvez o lance aludido na capa de hoje não merecesse sequer referência nas páginas interiores… Mas que importa isso? Para quem não é isento, de facto, não conta para nada… De relevar, isso sim, apenas o tom da ocorrência.

Será sempre assim, já o disse. O fogo do Labaredas, porém, não pode ser reprimido. É que no preciso momento em que lia os jornais, passei os olhos pelo resumo da RTP. A mesma lógica, desta vez com uma agravante: nem uma referência ou imagem do penálti sobre Lucho González. Perfeito para agradar a quem manda! O F.C. Porto, de facto, serve-lhes para tudo. Menos para serem felizes.



Dá-lhes LABAREDAS.

Anónimo disse...

Domingo, 8 de Fevereiro de 2009

FCPorto / Benfica,muito mais que futebol


A velha rivalidade Porto-Lisboa

Sobre a relva de um estádio está em jogo, mais do que o antagonismo tribal, a rivalidade entre as duas maiores cidades portuguesas

pedro olavo simões(JN)

Se está no futebol a essência do que é patriótico nos dias que correm, nada mais havendo que encha de bandeiras as varandas como de colchas em dia de procissão, também na bola encontraremos o que resta de combatividade a uma sociedade que parece acomodada.

Só aí ouvimos uníssonos urros tribais, só aí vemos gente que, de emblema em riste, transfere para os relvados rivalidades que tocam todos os outros aspectos da vida. Em dia de F. C. Porto-Benfica, como hoje, vem à tona uma rivalidade que muitos, de ambos os lados, consideram desprovida de sentido. Treinador que vista de azul e branco sabe que perder com os que de vermelho jogam, em casa, pode ser pior do que deixar escapar o campeonato. É isso importante? Não: é fundamental.

Pequeno é o país, mas muitas são as realidades que nele coexistem. Porto e Lisboa, desde que nasceram e à medida que cresceram, cumpriram destinos diferentes, mas o rumo administrativo tomado pela História ditou dependências que no Norte são mal aceites, porque consideradas excessivas. E porque contestadas ao longo de gerações e de séculos. Desde muito antes de haver futebol.

Comparar as duas cidades é, mais do que um exercício complicado, algo que faz pouco sentido, atendendo a que nunca ambas evoluíram em igualdade de circunstâncias, primeiro pelos ditames de uma evolução natural, digamos assim, depois por razões de Estado, se assim podemos dizer. Mas as discrepâncias entre elas ajudam a perceber o que os pontapés na bola simbolizam. Os indicadores mostram com clareza que a capital atrai. Pessoas, empresas, investimentos, recursos. Não necessariamente por estratégias do Sul, como diz o discurso populista, mas porque o país funciona assim.

Indo aqui ao lado, a essa Espanha em que muitos querem ver uma identidade colectiva paralela à nossa, temos o exemplo da rivalidade entre Madrid e Barcelona, também decalcada na relação entre as principais equipas de futebol dessas cidades. Mas é um exemplo que em nada reflecte o caso português. Barcelona nasceu e cresceu como importantíssimo porto do trato mediterrânico, no coração de uma região que sempre viveu à margem das Castelas (à Catalunha correspondia, no tempo de Carlos Magno, a Marca Espanhola, zona-tampão de defesa do império, e nunca essa influência dos francos se perdeu). Enquanto capital, Madrid é a invenção de um outro império, o de Filipe II (primeiro do nome em Portugal), que para ali mudou a corte em 1561. Uma e outra seguiram os respectivos rumos, transformando-se em grandes metrópoles. Tal como cá? Não.

Pelas condições naturais, isto é, pelo extraordinário porto natural que é o estuário do Tejo, Lisboa era, na Idade Média, a única cidade cosmopolita e de dimensão europeia no reino, enquanto o Porto era um bem menor burgo que, embora mantendo desde cedo ligações comerciais ao exterior, designadamente ao Norte da Europa, crescia a um ritmo muito mais compassado. Se já assim era, muito mais passou a ser com o Estado moderno, desenhado ainda num período tardo-medieval e solidificado com todas as letras no tempo d' El rey D. Manuel, o primeiro, senhor absoluto da pimenta, pai formal do centralismo português: "Mas um Estado forte, poderoso, rico e centralizado, servido por um numeroso funcionalismo dedicado e fiel, não é senão dificilmente compatível com uma ampla autonomia municipal: e assim, os municípios portugueses, que no período medieval tinham gozado da mais vasta autonomia administrativa e financeira, viram-se severamente limitados nessa autonomia pela intervenção do poder central manuelino" (Diogo Freitas do Amaral, in "D. Manuel I e a construção do Estado moderno em Portugal").

Assim continua a ser, em boa parte, num país que rejeitou a regionalização. Se em Espanha (lá voltamos nós) as autonomias são garante da unidade de uma Nação heterogénea, por cá, em 1998, foram vistas pelo eleitorado como potenciais veículos para a desagregação da unidade nacional (e não deixa de ser curioso, ao rever os resultados do referendo, notar como a mudança administrativa foi rejeitada a Norte, onde o conservadorismo se sobrepôs ao inconformismo).

A cidade do Porto será, apenas, a face mais visível desse inconformismo. E a que mais o cultivou, porque teve forte afirmação, dos tempos do trato internacional do vinho àqueles em que estava na vanguarda da dinâmica industrial das regiões vizinhas. Mas essa face vai-se perdendo. Os bancos portuenses desapareceram e surgiram outros que, com sede no Porto, é em Lisboa que existem de facto. Empresas mudam-se para a capital. Homens de negócios buscam a proximidade do poder, o verdadeiro, isto é, o central. Pessoas estabelecem-se junto ao Tejo, ou nos arrabaldes, porque aí terão mais possibilidades de progredir em carreiras profissionais. E quase toda a informação que o país consome é produzida em Lisboa. Dos grandes jornais portuenses, só o JN mantém a estatura, e a televisão, provavelmente o mais influente molde das personalidades deste tempo, emana quase totalmente da capital: onde estão os comentadores, os notáveis, os famosos e toda a substantivação imaginável, que se promove mutuamente numa espécie de circuito fechado, em que o país exterior entra de vez em quando.

Dimensões distintas
Confrontar cidades passa, evidentemente, por dizer que uma é muito maior do que outra. Mas sê-lo-á assim tanto? Segundo estimativas do Instituto Nacional de Estatística (o próximo recenseamento geral da população só ocorrerá em 2011), a população da Grande Lisboa, no fim de 2006, seria de 2 019 529 pessoas, enquanto no Grande Porto habitariam, nesse momento, 1 279 923. A diferença é significativa, certo, mas fica claro que o Porto e concelhos circundantes constituem um aglomerado urbano de significativa dimensão, que, porém, não consegue garantir às pessoas que o habitam qualidade de vida que se aproxime da que há na capital, onde os salários, segundo é recorrentemente noticiado, são superiores em 50% aos do resto do país, onde o poder de compra dos cidadãos é o triplo do que têm os portuenses, que estão no coração da região do país mais penalizada pelo desemprego.

Quase metade do crédito concedido pela banca é injectado em Lisboa, enquanto o Porto fica pelos 11,9%. É outra dinâmica, já se vê. Segundo elementos da Área Metropolitana do Porto, do quarto trimestre de 2004 ao segundo trimestre de 2006 foram constituídas na Grande Área Metropolitana de Lisboa 14 594 sociedades, mais do dobro das que se formaram na Grande Área Metropolitana do Porto (6837). E a dimensão das empresas é totalmente díspar, como se vê pelo capital social das sociedades constituídas: 1011 milhões de euros em Lisboa, grosso modo, contra 223,5 milhões de euros no Porto. Também no balanço entre sociedades constituídas e dissolvidas o Porto está em desvantagem. E o crescimento patente no número de fogos construídos - de 2004 a Fevereiro de 2007 - confirma a regra: 41 212 contra 19 342. Que mais? Lisboa (falamos ainda das grandes áreas metropolitanas), onde se vai concentrando a população mais qualificada, levantou das caixas multibanco, de 2004 a 2007, perto de 18 260 milhões de euros, enquanto o Porto tirou das paredes 8,4 mil milhões (lembram-se da diferença da população?).

Iríamos por aí fora, comparando indicadores. E se é claro que o caminho do Porto deve ser trilhado olhando para o futuro, não para a capital, torna-se notório que este é um país muito desequilibrado (e o que dirão as regiões penalizadas do Interior!). Excepto, pois, no futebol dos últimos 30 anos. Na pujante cidade de oitocentos, onde se fizeram revoluções, onde a República foi proclamada com quase vinte anos de antecedência, foi a penhora de uma peça de louça sanitária, no velhinho Estádio das Antas, que juntou o povo indignado na rua. Talvez porque as causas vitoriosas dêem mais força a quem as defende.

chateaufiesta disse...

E já agora o senhor Bimbo não se recorda da entrada para vermelho do Bruno Alves sobre o Suazo? e de mais uma pisadela de um jogador do FCP (Lisandro) sobre o joelho do Katsoraunis?

nunomaf disse...

Demorei mas agora percebi o seu post Eugénio. Realmente parece mesmo um texto proveniente de uma qualquer bula "papal"...

Cumprimentos

Anónimo disse...

"Aquilo está tudo a arder"? És um bom camarada, tu. Pode ser que te queimes também um dia.

Miguel disse...

Ó badocha.... essa cegueira não te deixa ver a imundice que reina no teu clube!

Continua assim.

Da minha parte, aviso já que não volto a entrar neste blog de mer**!

Carlos Saraiva disse...

loooooool caro Eugénio apreciei o seu sentido de humor.

http://chutodeletra.blogspot.com/

Anónimo disse...

"O F.C. Porto, de facto, serve-lhes para tudo. Menos para serem felizes."

Roger Gomes disse...

O Labaredas sabe muito bem que o Tavares Cara-Escarrada e o Espinha-Dobrada Santos são tudo menos isentos...

O primeiro aproveita para fazer a barba quando lhe escarram na cara;
O segundo põe-se de cócoras sempre que vê uma oportunidade para agradar ao poder.

chateaufiesta disse...

Já agora o link para o vídeo em que podem ver claramente a tentativa de agressão do Bruno Alves ao Suazo logo nos primeiros minutos da primeira parte, e então nessa altura como era? Jogar 80 e tal minutos com menos 1 também devia alterar o rumo dos acontecimentos, ou isso só funciona quando teoricamente se expulsam jogadores do Benfica?

TAT disse...

O tom ironico/cumplice/colaborante da tua entrevista é extremamente irritante e soa muito a mais um lamber do cu do PC do que a uma entrevista isenta e séria...

Enfim uns casam e comem a mesma mulher a vida toda, outros têm uma profissão, têm a mania que seu psedo-politicamente incorrectos, mas na altura de fazer as perguntas que interessam, ficam com medinho e lá se ajoelham outra vez.

Enfim... é que foder a mesma mulher a vida toda é um sacrificio.
Lamber o mesmo cé deve ser um sacrilégio. Cada um com o que merece

Anónimo disse...

Quem vê o Penalty sobre Lucho, a entrada de SIdnei a Lucho, o lance do defesa/esquerdo do Benfica, sobre Fucile e depois vê as capas dos jornais desportivos de 2ªfeira, o que deve pensar do jornalismo desportivo, em Portugal???!!!

Anónimo disse...

Jornalistas desportivos, estrangeiros, em Portugal,seria vantajoso???!!!

aNNóNNimo disse...

A 'palha' do costume para manter a calma no "circo" dos jumentos amestrados!
Pobres de espírito os que ainda acreditam naqueles que fazem a apologia da batota!
Não há pior cego do que aquele que não quer ver!

P.S. - Subentendes e dás-nos de 'barato', que o "fogachadas" é o siciliano de Contumil...!
Se for, seria mais apropriado o de "Fogo-Fátuo" - exalado nos pântanos, onde vive.

Anónimo disse...

Depois de ler a entrevista(sem ver a foto) diria que o novo cronista do site oficial do F.C. Porto e filho de pai incógnito, seria o entrevistado...

Anónimo disse...

10-02-2009 LABAREDAS

Palmas para quem?!?

Acham normal um presidente de uma autarquia defender uma ilegalidade? É com estes discursos que incentiva os jovens de Sintra para os princípios do desporto? E a mentira? Como pode dar eco televisivo a algo que lhe sopraram ao ouvido com intenções manipuladoras? O Labaredas deitou-se tarde para escutar mais um debate futebolístico, mas valeu a pena.

«Aplaudo as claques do Benfica, comportaram-se exemplarmente». Importa-se de repetir, Dr. Fernando Seara? Onde estava quando foram lançadas várias tochas no sector visitante? Como pode bater palmas a algo que não existe? Como jurista e presidente de câmara devia saber que, ao contrário do F.C. Porto, o seu clube não tem associações de adeptos oficiais. Não quiseram legalizar-se, lembra-se? Como pode defender publicamente uma ilegalidade?

O desplante já se arrasta desde a semana passada. «Aquela explosão nos No Name e na bancada central (…) da claque do Benfica e da sua adesão permanente, mesmo nos momentos difíceis e nos locais difíceis (…)». Como na Trofa, quando lançaram uma tocha ao guarda-redes da equipa da casa? Os jovens de Sintra estão orgulhosos dos gostos pirotécnicos do seu presidente. O futebol com chama fica muito mais interessante, mas não é este fogo que o dinamiza.

Gostos não se discutem, mas mentiras não podem passar em claro. Para defender as claques ilegais do seu clube, o Dr. Fernando Seara referiu que estavam apenas cinco stewards no momento da revista aos adeptos. Na realidade eram 18, número considerado suficiente face à experiência do F.C. Porto decorrente da organização de eventos internacionais, entre os quais meias-finais da UEFA Champions League, merecedores de rasgados elogios por parte da UEFA.

Claro que o seu clube não sabe o que isso é. E, por isso, fica mal lançar um papagaio verde de bico encarnado para dar lições de uma moral que não conhece. Mas ao louro perdoa-se a ignorância. A um homem das leis é mais complicado.

Anónimo disse...

Não quero ter de viver mais 82 anos


Os cabecilhas da revolta do 31 de Janeiro

Não tem aparecido na lista dos grandes investimentos públicos, onde as estrelas são as linhas de TGV e o aeroporto de Alcochete.

Mas a reabilitação da frente ribeirinha de Lisboa tem já garantido um financiamento gordo de 400 milhões de euros. Só o Turismo de Portugal entra com 70 milhões.

A lavagem da cara da marginal da capital, que contempla enterrar o comboio da linha de Cascais no troço entre o Museu da Electricidade e o Centro Cultural de Belém, vai ser a grande obra comemorativa do centenário da República.

No Porto, continuo sem saber notícias do concurso internacional aberto para reabilitar os 3,5 quilómetros da marginal do Douro.

Desconheço se há ou não projecto aprovado, quando vai custar a empreitada e quem a vai pagar – e mesmo se o Turismo de Portugal está disposto a dar uma ajudinha ou vai gastar a nota toda em Belém.

Só espero que não estejam à espera das comemorações do bicentenário da revolta do 31 de Janeiro de 1891, o primeiro levantamento armado contra a Monarquia, que teve o Porto republicano como berço.

Não quero ter de viver mais 82 anos para ver a marginal do Douro remoçada.

Jorge Fiel

www.lavandaria.blogs.sapo.pt

Kadja disse...

Vamos por partes:

Esta "suposta" entrevista é das coisas mais estúpidas, ridículas, e desesperantes que vi nos últimos tempos. Perante um argumento que foi um penalty claramente oferecido, inventam-se factos para se tentar desviar as atenções.

Por outro lado, Rola, não era aquela arbitro que fugia à frente dos jogadores do FCP?

Lucho sofre um toque! Sim, é verdade. Lucho é jogador de classe, sim é verdade. Não se deixa cair, como qualquer um. Por isso, é que chegará longe na carreira, saindo deste campeonato de merda.

Jornal O Jogo isento? Essa é para rir, quando esse é um orgão quase oficial do FCP!

Quanto ás repetições do lance do Lucho, onde estão os do primeiro penalty na primeira volta na Luz, onde não é dissipado se está fora de jogo ou não! Ou será que o Diabo de Gaia é simplesmente louco?

E já agora, o da posição de Lisandro no momento do segundo golo em Braga, estando ele parado em frente ao defesa, quando o Moisés deixa a bola correr.

Já agora, cuidado com as entrevistas, podem sair conversas de fruta e café com leite, e ainda serem gravadas?

Anónimo disse...

"Enfim... é que foder a mesma mulher a vida toda é um sacrificio."

E então se ela é manca...

Anónimo disse...

Eugénio, estás a ficar igual ao teu amigo Boronha, já andas aos caidos?

gertrud disse...

O tom ironico/cumplice/colaborante da tua entrevista é...

é extremamente adequado, bem visto, porquanto diz minha mana: "Um senhor, aquilo é que é um senhor, na acepção da palavra toda!"

E mais diz quem sabe, de saber, se é a minha mana e tudo.

aNNóNNimo disse...

"organização de eventos internacionais, entre os quais meias-finais da UEFA Champions League, merecedores de rasgados elogios por parte da UEFA.

Claro que o seu clube não sabe o que isso é."

Ó Tóino Tavares Tollo (EQ este é que é o lança-fumo do "Padrinho") ex-WC PATO, agora isqueiro BIC.

É o FCP-Fruta, Chocolate,Putedo que tem 8 - OITO - 8 presenças em finais europeias?
E sabes que para chegar às Finais, teve que jogar MEIAS_FINAIS!
Continua a dar "palha" aos burros andrades, eles gostam:-)

P.S.- E é este FDP transmontano...
meu comprovincial, que nojo!