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quarta-feira, fevereiro 18, 2009

E a nota de Pedro Proença foi 2.4

O observador do árbitro no jogo no Estádio do Dragão - FC Porto - SL Benfica pontuou Pedro Proença com 2.4

O árbitro lisboeta viu a sua nota baixar de 3.4 para 2.4 porque não assinalou uma grande penalidade favorável ao F.C. Porto - rasteira a Lucho e por não ter exibido o cartão amarelo a Sidney quando rasteirou o adversário.

Os árbitros assistentes foram pontuados com 3.1 e 3.3 respectivamente.

Como curiosidade, a nota máxima que pode ser atribuída a um árbitro, quando falha uma grande penalidade, com influência no resultado é 2.5 ou 2.4

Elmano Santos no jogo do Benfica com o Belenenses, teve a pior nota da época – 2.1 - pois, o observador considerou, que ficou por assinalar uma grande penalidade e por exibir um cartão vermelho para expulsão de um jogador, penalizando assim o árbitro madeirense.

Recordo ainda que, Pedro Henriques e Paulo Batista nos jogos que arbitraram na capital do país, foram pontuados com 2.3

11 comentários:

Emanuel Oliveira Santos disse...

Só para relembrar.

"Pedro Proença reconheceu que errou ao marcar a grande penalidade que possibilitou o empate (1-1) do FC Porto no clássico de domingo, diante o Benfica, tendo, logo após o final da partida, pedido desculpas a toda a comitiva encarnada, sabe o jornal Correio da Manhã. O juiz lisboeta admitiu que o toque de Yebda em Lisandro não foi suficiente, para provocar a queda do avançado argentino dos dragões, mas que o movimento dos jogadores o terá induzido em erro."

in: Correio da Manhã

Nuno Nogueira Santos disse...

eu já vi esta história. Parece um flashback, o futebol português, pela sequência de erros e pela consequência que têm

Anónimo disse...

O observador ficou colocado em 23.º numa lista de 29. E manda-se um observador destes para um jogo daqueles?
Este observador é o mesmo que no ano passado viu a sua nota de 3,7 ser diminuída para 2,3 no jogo Boavista-Benfica da época passada.

VERGONHOSO!

Anónimo disse...

A calabotice de Pedro Proença, por muito branqueada que fosse, nunca poderia ser eternamente abafada. A campanha de desinformação que foi rapidamente lançada nos orgãos de comunicação social, não apagava as imagens do penalty sobre o Lucho nem a agressão do Sidney. Isso só quando forem implantadas as novas tecnologias e o realizador tiver poder para omitir essas imagens.

Anónimo disse...

"Para quem sabe ler, o que os desembargadores dizem é que toda a acusação se baseou em preconceitos clubisticos e assentou na credibilidade de uma testemunha que, de todo, a não merece. Ando a escrever isto há dois anos, mas há quem ache que a justiça dos tribunais não presta, a do Comissão Disciplinar da Liga- onde os juízes são escolhidos por influências dos clubes, onde se julga sem contraditório e sem sequer ouvir testemunhas- essa, sim, é que é a verdadeira."


ESCLARECEDOR este MST.

Anónimo disse...

18-02-2009 FUTEBOL
Jornalista de café

Podem acusar o Labaredas de plágio, mas a reprodução até não deixa de ser irónica. «Por incrível que possa parecer», há um jornalista (?) de TV que lança uma notícia com a sua opinião e deixa os factos para segundo plano. Ontem, quem viu o Jornal Nacional da TVI ficou a saber que o pivot acha «incrível» o que devia merecer-lhe unicamente equidistância. É o que dá a clubite aguda.

Trata-se de mais um vermelho por dentro e por fora. Nunca o escondeu. Escusa é de o demonstrar no cumprimento de tarefas profissionais que lhe exigem isenção, rigor e objectividade. Que era mau a escolher clubes já todos sabíamos. Descobrimos agora que também deixa a desejar enquanto jornalista.

«Pedro Proença, árbitro do F.C. Porto-Benfica, teve nota negativa pelo seu desempenho no clássico, mas, por incrível que possa parecer, em causa não está o penálti inexistente que permitiu ao F.C. Porto empatar a partida».

«Incrível?» «Inexistente?» Não terá confundido o estúdio com a mesa do café?

"LABAREDAS"

aNNóNNimo disse...

Palhaçada
A palhaçada não tem limites. Então não é que ainda temos que agradecer o facto do Providência não ter marcado penálti na má simulação do Lixo González para que ele seja castigado com a nota negativa que merece? Ou seja, foi preciso ele tomar uma decisão correcta para que a sua nota passasse a ser negativa, sendo assim justamente castigado pela decisão grosseira que nos roubou uma vitória no Antro da Ladroagem.

É que para o observador do roubo perpetrado no Antro da Ladroagem, foi esta a justificação. Na simulação descarada do Malandro López, dá-se o benefício da dúvida:

"Aos 25 minutos do 2.º tempo, marcou grande penalidade contra a equipa B [Benfica], por suposta falta do jogador n.º 26 [Yebda] (...) Do local onde nos encontramos e uma vez o lance ter ocorrido no vértice mais distante da grande área, não nos foi possível vislumbrar com clareza o desenlace da jogada: se a queda é provocada por algum contacto dos pés ao nível do terreno ou em virtude do defensor ter colocado o braço à frente do tronco do adversário, impedindo/perturbando a sua progressão. Porque o árbitro se encontrava bem colocado e perto, cerca de 3/4 metros, e foi peremptório a assinalar a grande penalidade, aliado ao facto de não terem existido protestos de jogadores da equipa penalizada, que aceitaram pacificamente a decisão, com excepção do faltoso, único a esboçar contrariedade, damos-lhe o benefício da dúvida".

Mais, como os nossos jogadores se comportaram como devia ser, ou seja, não reclamaram da decisão nem pressionaram o árbitro (o que, tendo em conta o historial de expulsões de jogadores do Benfica nas visitas aos gatunos - treze nas últimas vinte épocas - só pode ser uma atitude sensata), isso ainda jogou a nosso desfavor, dando assim o benefício da dúvida ao árbitro. Estranhamente, nenhum jogador do FC Ladroagem reclamou também do lance do Lixo, mas nesse caso isso já não serve de atenuante. É que, como sabemos, é sempre grave para a classificação de qualquer árbitro não apitar a favor dos batoteiros. Depois descem de escalão ou perdem o estatuto de internacionais, entre outras consequências nefastas. Caso o Providência tivesse apitado no lance do Lixo, a sua nota passaria imediatamente a ser positiva.

Já há muito tempo que sabemos que grande parte da força da podridão reinante no nosso futebol assenta precisamente no esquema de nomeações dos observadores e delegados. Mas já nem tenho palavras para descrever o nojo que esta farsa me causa.




escrito por D`Arcy

TERTÚLIA BENFIQUISTA

Eduardo Terra Limpa disse...

Outro facto que nos leva a concluir que tudo continua na mesma no reino do futebol diz respeito ao relatório do observador da liga no último jogo entre o FCP e o Benfica.
Para que conste, transcreve-se, com a devida vénia, o artigo do jornal o JOGO de hoje sobre o relatório do sr. Gonçalves, bem como a sua classificação como observador:
Penálti de Lucho dá negativa a Proença
CARLOS MACHADO
Ao penalizar o árbitro Pedro Proença por não ter assinalado um penálti cometido por Reyes sobre o portista Lucho González no recente FC Porto-Benfica, o observador de arbitragem José Gonçalves iliba o juiz no lance que mais polémica levantou: a grande penalidade que permitiu aos portistas chegarem ao empate. De resto, o árbitro foi classificado com a note 2,4 (num máximo de 5) estando escrito no relatório que, sem o aludido lance entre Reyes e Lucho, teria 3,4.
No relatório de José Gonçalves, há mais dois erros assinalados: não ter mostrado cartão amarelo a Sidnei e não ter assinalado um fora-de-jogo a Lisandro López (32'), situação que também se reflecte na nota do árbitro-assistente, Ricardo Santos, pontuado com 3,1, ao passo que o outro assistente, Tiago Trigo, obteve a classificação de 3,3.
Relativamente ao penálti na jogada entre Yebda e Lisandro de que resultou penálti a favor da equipa anfitriã, pode ler-se no relatório: "Aos 25 minutos do 2.º tempo, marcou grande penalidade contra a equipa B [Benfica] por suposta falta do jogador n.º 26 [Yebda] (...) Do local onde nos encontramos e uma vez o lance ter ocorrido no vértice mais distante da grande área, não nos foi possível vislumbrar com clareza o desenlace da jogada: se a queda é provocada por algum contacto dos pés ao nível do terreno ou em virtude de o defensor ter colocado o braço à frente do tronco do adversário, impedindo/perturbando a sua progressão. Porque o árbitro se encontrava bem colocado e perto, cerca de 3/4 metros, e foi peremptório a assinalar a grande penalidade, aliado ao facto de não terem existido protestos de jogadores da equipa penalizada, que aceitaram pacificamente a decisão, com excepção do faltoso, único a esboçar contrariedade, damos-lhe o benefício da dúvida."
José Gonçalves foi 23.º em 29 observadores
José Gonçalves foi um dos piores classificados da época passada, tendo ficado em 23.º num quadro de 29 observadores. O técnico de arbitragem esteve no centro de uma polémica a envolver o Benfica.
Em Abril de 2008, com o campeonato ao rubro, após um Boavista-Benfica (0-0) apitado por Lucílio Baptista - o jogo que levou Luís Filipe Vieira a pedir "a entrada da Polícia Judiciária em campo" -, o juiz de Setúbal foi classificado com 3,7, nota que os dirigentes benfiquistas acharam demasiado alta, tendo apresentado reclamação à Comissão de Análise da Liga, que depois de estudar o caso a reduziu para uns negativos 2,3 pontos.
O Benfica queixou-se de duas grandes penalidades não assinalados: um derrube a Léo e uma mão na área do boavisteiro Angulo.
Palavras para quê? É um observador “portoguês” bem classificado e com bom currículo, nomeado por “portogueses” (Liga) para um desafio de transcendente importância.
Assim não tem de apresentar desculpas. Nomearam um testa de ferro que tem a capacidade de ser burro de carga. O que lá vai lá vai e há que recuperar o fulano para os interesses insofismáveis da manutenção do campeão.
Resumindo: O penalti não assinalado ao Reis foi evidente para o dito olheiro, mas já quanto ao outro há que dar razão ao árbitro e concordar com o seu juízo, çpois estava longe.
Já agora, gostei daquele desabafo do treinador do FCP, relativamente à “porrada” que levam os seus apaniguados.
Estou convicto que tais correctivos lhes são aplicados por uns meninos de coro que costumam cantar por trás da baliza do lado sul em dias de jogo.
Senhor Professor Doutor Treinador Jesualdo Ferreira, tenha pudor.
Santas palavras e atitudes a bem dos mesmos.
Com tanta alheirada, bem podemos continuar à espera que tudo mude.
Viva o Benfica

Anónimo disse...

19-02-2009 LABAREDAS

Já estão a investigar?

Há um tema no ar que continua a intrigar o Labaredas. Será que as autoridades competentes já recuperaram as declarações recentes do ex-presidente da Assembleia-Geral da FPF acerca da visita do Sp. Braga à Luz? Já estão a investigar o seu teor e possíveis implicações? Perdoem esta chama de curiosidade, mas não parece normal se as palavras de Mesquita Machado passarem em claro.

O ex-presidente da AG da FPF afirmou ter «conhecimento de que teria havido influências externas para que o árbitro fosse alterado». Perante isto, já entraram em campo os justiceiros do costume? Ou será que há colours que a razão desconhece?

nandao disse...

A arbitragem de Elmano Santos no jogo da Liga entre Belenenses e Benfica foi até agora a pior da época, com os «encarnados» a estarem envolvidos em cinco dos seis encontros com piores desempenhos dos árbitros.

http://tsf.sapo.pt/PaginaInicial/Desporto/Interior.aspx?content_id=1150291

5 das 6 piores notas em jogos onde o Benfica esteve envolvido? Isto diz tudo, a máfia continua.

Anónimo disse...

Benfica - Braga. Até Calabote coraria de vergonha, da actuação de Paulo Batista. É só cristal a sair.