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quarta-feira, janeiro 28, 2009

Como diz o Lucas...Não dava jeito.



O engº. Paulo Paraty, que terminou a sua licenciatura no início dos anos 90, provou uma vez mais, que não é cobarde e lá compareceu em Braga, para um Colóquio, cujo tema era "Profissionalização dos Árbitros em Portugal".

A acompanhá-lo, estava o árbitro bracarense Cosme Machado, aquele com quem Colina é parecido.

Estiveram presentes na sede da A.F. Braga, dezenas de adeptos do S.C. Braga, que presenciavam o debate.

Quer Cosme Machado, quer Paraty foram insultados, sempre que o nome de um árbitro era mencionado.

Paraty, teve mesmo que interromper uma entrevista aos meios de comunicação social, devido aos insultos.

Anunciado estava obviamente a presença de Vitor Pereira, grande defensor do profissionalismo, mas em comunicado obvio, assinado pela Comissão de Arbitragem, cancelou obviamente a sua presença, devido ao momento conturbado porque passa o futebol, não se julga apropriada a presença do presidente da Comissão de Arbitragem no colóquio.

Este facto também foi muito comentado, teve diversas reacções dos adeptos e das pessoas presentes neste debate.

7 comentários:

Captomente disse...

Bom, o sr. José Leirós ou pensa que os leitores deste blog são parvos ou então o sr. José Leirós é muito inocente, para não dizer outra coisa. É que, (quase) toda a gente já percebeu o objectivo desta "vaga" de contestação à arbitragem e, especialmente, ao Vitor Pereira. E toda a gente sabe que o Paraty já foi o "escolhido" para ser o próximo chefe dos árbitros. Esqueceram-se foi de avisar aos pobres bracarenses que foram fazer figura, de cartão e apito na mão, ao tal Colóquio. Haja paciência!

Anónimo disse...

Peço desculpa pela minha inocência. Luis Filipe Vieira não tinha já escolhido Paulo Paraty, tendo como conselheiro Cruz dos Santos para o CA da Liga? É que isto é apenas o ultimar das obras nos arruamentos para Paraty lá chegar. Penso eu!!!!!

Anónimo disse...

Não calem o JN
www.petitiononline.com — Assunto: Pelo JN
Não calem o JN
Petição pela preservação da identidade do Jornal de Notícias
(clicar no link)

http://www.petitiononline.com/pelojn/petition.html

To: Toda a sociedade portuguesa
Manifesto pelo último grande jornal da cidade do Porto

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Há um só jornal de dimensão nacional sedeado fora de Lisboa, o "Jornal de Notícias", resistente último à razia que o tempo e as opções de gestão fizeram na Imprensa da cidade do Porto. Todavia, nunca a precariedade dessa sobrevivência foi tão notória como hoje, sendo tempo de todas as forças vivas da sociedade reclamarem contra o definhamento da identidade de uma instituição centenária que sempre as representou, passo primeiro para a efectiva e irreversível extinção.

Desde sempre duramente penalizado pela integração em grupos de Comunicação Social, pois sempre foi impedido de viver à medida das audiências e dos resultados, o "Jornal de Notícias" tende a ser profundamente descaracterizado pela remodelação que o Grupo Controlinveste encetou, ao lançar um processo de despedimento colectivo que afectou, para já, 122 pessoas em quatro dos títulos de que é proprietário.

São cada vez mais nítidos os indícios de que o referido grupo económico está a usar a crise para levar a cabo uma reestruturação, longamente pensada, que, através da criação de sinergias, destruirá a identidade dos dois jornais centenários de que é proprietário: o JN e o "Diário de Notícias". Se o processo não for travado, os dois jornais, mesmo que mantenham cabeçalhos diferenciados, serão apenas suportes de conteúdos sem alma. A ideia não é nova e, com a concentração dos media e com alterações legislativas feitas à medida, está em pleno curso. É agora prática corrente a figura do "enviado notícias", jornalista de um dos dois títulos em serviço no estrangeiro, que vê a sua reportagem (ipsis verbis) publicada em ambos, ainda ontem concorrentes, mesmo que integrados no mesmo grupo. Foi agora criada, à custa do despedimento de fotojornalistas, uma agência fotográfica cujos membros integrantes trabalharão, indiscriminadamente, para os jornais "Diário de Notícias", "24Horas" e "O Jogo" (o JN entrará logo depois nesse esquema, a primeira grande machadada nas matrizes identitárias das publicações).

O resto virá a seguir. Os jornais do Grupo Controlinveste passarão a ser, não importa se sob uma ou várias marcas, veículos de um pensamento unificado. Pensando apenas em optimização de recursos, descaracterizam-se redacções e nada impedirá, como acabou de suceder no JN com a informação internacional, que secções sejam extintas, uma vez que, nesta visão redutora, um só jornalista chegará para alimentar quantos jornais e páginas da Internet for necessário. A prática que se adivinha está já em curso na informação desportiva, em que JN e "O Jogo" partilham trabalho jornalístico.

Com a solidificação deste assustador processo, será o JN o mais penalizado e, com ele, a cidade do Porto, todo o Norte do país, vastas extensões da região Centro e, por conseguinte, a própria qualidade da democracia portuguesa. Toda esta estratégia está a ser desenhada à distância, integrando-se nela a recuperação, há menos de um ano, do cargo de director-geral de publicações, entregue ao director do "Diário de Notícias". Não importa a qualidade boa ou má dos propósitos, apenas que a estratégia do JN vem sendo traçada por pessoas que desconhecem por completo a história, o papel social, o estilo, os leitores ou os agentes sociais que ao longo de décadas tiveram neste jornal a sua voz.

Cada vez mais, o JN deixará de ser a montra dos problemas e dos anseios de vastas zonas do país (o fecho e o emagrecimento de filiais são paradigmáticos). Com isso, haverá um crescente isolamento de regiões que o centralismo tem colocado cada vez mais na periferia. Com isso, o debate sobre a regionalização será restrito e controlado pelo espírito centralista. Com isso, questões como o peso do Porto e do Norte no Noroeste Peninsular serão menorizadas. Problemas como o da gestão do Aeroporto Francisco Sá Carneiro serão menos discutidos. A progressão da rede de metro do Porto será menos reclamada. O poder local será ainda mais invisível. O empreendedorismo será asfixiado. A vida cultural será ainda mais silenciada. O país exterior à capital será cada vez mais paisagem.

Em sede própria, estão os trabalhadores afectados pelos despedimentos (não apenas jornalistas), muitos deles em situações dramáticas, a lutar pelos direitos que lhes assistem. Aqui, é o jornal que luta pela própria existência. Dentro dos deveres que lhes são impostos, os representantes eleitos pelos jornalistas do "Jornal de Notícias" erguem a voz pela história que lhes cumpre honrar, pedindo que se lhes juntem as vozes de quantos virem na preservação desta identidade uma causa justa.

A cidade do Porto e o Norte assistiram, calados, ao desmantelamento de ícones como "O Primeiro de Janeiro" e "O Comércio do Porto". Quando reclamaram, era tarde. No caso do JN vão ainda tempo de exigir responsabilidade e sensatez. Quando perceber que o fim de tudo foi assim evitado, também o Grupo Controlinveste agradecerá, e é por isso que reclamamos a recuperação urgente do verdadeiro JN. Nacional mas do Porto

Cidchen disse...

As pessoas que foram e falaram, fizeram muitíssimob bem!
Quandos as coisas estão mal, temos que nos manifestar. Quem cala consente. Tem de haver uma grande mudança porque as coisas assim é que não podem continuar. O futebol, as arbitragens em Portugal estão uma nódoa.

Anónimo disse...

29-01-2009 LABAREDAS
Merece comentário?

Depois de uma entrada em cena que dispensou aviso prévio, tempo agora para as apresentações: sou o Labaredas e estou pronto para soltar fogo sobre temas da actualidade que envolve o F.C. Porto. Os Portistas podem esperar chamas atentas e oportunas. E há muito desvario para «chamuscar».

O calendário desportivo avança e o F.C. Porto permanece em quatro frentes competitivas. Contra tudo e contra todas… as opiniões. À míngua de argumentos para desdizer os feitos da nossa equipa, os comentadores apostam cada vez mais na falta de vergonha. É uma enxurrada patética.

Diz hoje um senhor que costuma debitar conhecimento na rádio do Estado e que até alimenta um blog, que o Nuno Gomes devia vir ao Dragão de elmo e armadura para enfrentar Bruno Alves…

Na TV igualmente paga pelos portugueses, a tal onde as dúvidas são transformadas em penáltis inequívocos, até os pivots estão preocupados com o facto de um treinador ter sido mais brando do que antes na análise ao jogo da sua equipa contra o F.C. Porto. Pudera, até ele ficou com dúvidas, ao contrário do que sucedera na reclamação anterior…

Outros ainda, no ambiente cabo que os amantes da bola pagam religiosamente para alimentar o negócio, confundem isenção com fanatismo, dando amiúde a cara como anti-fãs do F.C. Porto numa rubrica de jornal desportivo…

Também no cabo, há um comentador que consegue ser o único habitante do planeta a não ver motivo para grande penalidade num lance em que o jogador do Braga é arrancado pela raiz. Haverá jarra para tamanha falta de visão?

De quem narra os jogos da Taça de Portugal nem vale a pena falar… Não há palavras para descrever ou tempo para dispensar a quem se entusiasma com «o grande futebol» dos adversários do F.C. Porto, estejam eles a jogar bem ou não…

Enfim, o costume. Acicatado pelos sucessos do F.C. Porto e exacerbado pela pobreza de espírito.

In fcporto.pt

Sobre o Futebol Carioca disse...

muito bom o blog.
afim de fazer parceria.
trocar de links?

Mirante a norte disse...

Pois, o JN e tal...mas onde têm estado os jornalistas ao longo destes últimos anos em que os jornais se transformaram em meros veiculos de propagandas estranhas, de interesses políticos, económicos, sociais, desportivos, etc, em detrimento da notícia da verdade e do direito?...Só agora com o despedimento à vista percebem que o descrédito em que a imprensa caiu é uma rampa de declive acentuado?...Só agora desconfiam que são o elo mais fraco e que sem irem à luta contribuiram decisivamente para se transformar no elo mais fraco?...Pois...se calhar é tarde para encontrar apoio no bairrismo dos portuenses e dos nortenhos vergados dia a dia pela desmoralização que tem vindo a ser levada a cabo com o silêncio, quando não a complacência de uma imprensa que há muito deixou de se bater galhardamente pelos valores dos seus cidadãos, daqueles que lhe compravam os jornais e que paulatinamente têm deixado de o fazer...