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segunda-feira, janeiro 26, 2009

FIM DE LINHA?

Vítor Pereira desmarcou hoje a sua presença amanhã num colóquio sobre arbitragem...em Braga. A conjuntura é manifestamente desfavorável ao (ainda) presidente da Comissão de Arbitragem da Liga, que está agora sob intensa pressão. Fragilizado, sem o apoio dos seus "subordinados" e enredado nos seus equívocos. Os mais antigos sabem que a última estação da linha do Douro costumava ser Barca d'Alva. Ou a barca do Inferno. Parece que no campo do dirigismo há mesmo mercado de Inverno...no nosso descontentamento.
PS - Leitor atento e sensato deste blogue mandou-me um SMS discordando do teor desta posta. Reflectindo bem, acho que mais uma vez exagerei. Vendo bem as coisas, não podemos dar razão a quem está a fazer tudo para partir a corda por revanche ou pura incapacidade.

8 comentários:

Pedro Morgado disse...

Este senhor nem tem coragem para assumir o legítimo descontentamento dos bracarenses?

Dois pesos e duas medidas? Telhados de vidro?

Porque é que quando os árbitros erram em desfavor dos três clubes chamados grandes falam e agora estão calados?

BASTA!

Anónimo disse...

faltou-lhe os tomates! quem nao deve nao teme.

Martinho disse...

Ho Queirós;
Nem sabes o que lhe estava reservado.

Aguia_Real disse...

Um jogo entre 2 clubes da cidade do Porto, com + de 4000 espectadores, mesmo sendo um jogo da 7ª divisão (2ª divisão distrital da afp) não merece uma referência neste teu blog? Já agora esse jogo opôs o Ramaldense e o Salgueiros 08 em que o Salgueiros venceu por 5-0. E o jogo realizou-se no estádio do bessa, olha que até radios e tv's fizeram trabalhos jornalisticos do acontecimento.

Hélio Oliveira disse...

Vitor Pereira já devia ter saido, e há muito...

cumps

Zé da Póvoa disse...

Vitor Pereira defraudou todas as expectativas quanto à gestão da arbitragem. Logo que Mesquita Machado denunciou que Paulo Batista foi encomendado para arbitrar o slb/Braga,por troca com Paulo Costa, porque este "não dava garantias" ao presidente do benfica, VP só tinha que apresentar o pedido de demissão por se ter tornado público que aceitava as influências dos clubes, designadamente a troco de futuros apoios na renovação de mandatos.

Anónimo disse...

Segundo uma mosca... já está para o Jorge Coroado e o Isidoro Rodrigues...aguardemos!

Anónimo disse...

Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2009

Associação de Cidadãos pede gestão autónoma do aeroporto


A Associação de Cidadãos do Porto (ACdP) defendeu hoje que não basta autonomizar a gestão do Aeroporto Sá Carneiro, sendo necessário que as mais-valias obtidas se injectem directamente no tecido económico da região.



José Ferraz Alves, economista e membro da ACdP, disse à Lusa que o objectivo é concretizável através de «parceria público-privada auto-regulada», seguindo as teorias de Mohammad Yunus para os negócios sociais.


Mohammad Yunus é economista e banqueiro do Bangladesh, fundador do Banco Grameen, impulsionador do micro-crédito e Nobel da Paz em 2006.


De acordo com o modelo proposto, a propriedade e gestão do aeroporto seria privada e das autarquias, mas o seu objecto social não seria a maximização dos seus lucros, antes o desenvolvimento da região, medido por indicadores económicos concretos.


Após a recuperação do capital investido pelos accionistas, o aeroporto passaria a ser «a verdadeira fonte de rendimentos para as acções de desenvolvimento da região».


José Ferraz Alves disse que o modelo é «perfeitamente exequível» e acrescentou que «o próprio caderno de encargos pode prever que se premeie quem opte por essas soluções inovadoras».


A ACdP entende que estruturas de importância estratégica não podem ser geridas para visar o lucro, mas para injectar as mais-valias obtidas directamente no tecido económico da região.


Em gestão autónoma, o aeroporto geraria receitas adicionais na ordem dos 400 milhões de euros, aumentando a competitividade das empresas exportadoras e a criação de 25.000 empregos, segundo estudos de uma empresa de consultoria.


«Aplicando os princípios que defendemos, esses valores seriam superiores», acredita a ACdP, para quem o Aeroporto Sá Carneiro «deve ser um instrumento estruturante ao serviço do Noroeste Peninsular e de duas das regiões mais deprimidas da Europa».


«Não é suposto que seja apenas parte de um negócio lucrativo para quem o explorar a partir de Alcochete», acrescenta.


A Junta Metropolitana do Porto, o Conselho Empresarial do Norte e outros agentes do Norte têm reivindicado a separação do Aeroporto Sá Carneiro da ANA - Aeroportos e Navegação Aérea, que será alvo de privatização, autonomizando o seu destino do futuro aeroporto de Lisboa e permitindo a sua utilização para potenciar o desenvolvimento da região.


In "Lusa/Sol"