AGORA ESTOU AQUI

sábado, novembro 08, 2008

LOIRAS E BÓINAS DE VITORINO AO ATAQUE

As loiras platinadas e os profes de bóina voltaram ao Terreiro do Paço. Dizem que eram mais de 120 mil.
Não estamos a falar de profissionais com salários em atraso, de trabalhadores da pá e pica, de operários que para ganhar o pão se arriscam a morrer nas autovias espanholas ou de empregados que recebem o miserável salário mínimo nacional.
São os profes deste país zangados com o modelo de avaliação.
Eles não querem, pura e simplesmente, ser avaliados porque ou não reconhecem este como um bom modelo ou não confiam nos...professores que os vão avaliar.
Esta gente envergonha os professores que o são por vocação e que dão tudo o que têm à escola.
Na hora do país cerrar fileiras, pois a crise vem ai a toda a brida, os profes saíram à rua em campanha pelo decrépito PCP.
Uma vergonha.
Os nossos filhos estão entregues a esta bicharada...

51 comentários:

dragao vila pouca disse...

Prepara-te, que vais ter 500 comentários.

HS disse...

Que quer que lhe diga?!
Sou professor com 33 anos de serviço. Não sou nem nunca fui do PCP.
Não fui à manifestação porque não pude.
O sr. não sabe do que fala!
Cem mil professoras platinadas e professores de boina!!! Nenhum deles professor por vocação!! Cadé eles? Quantos são?
O senhor é o pior dos cegos!
O senhor, a sua ministra e o seu governo.
Mas creia que a arogância e o autoritarismo dessa trilogia tem os dias contados!

Ricardo disse...

E é este homem jornalista... Informe-se antes de escrever disparates, porra!

Anónimo disse...

Muito bem dito.

Eles, os tais,não querem ser avaliados, porque logo que o sejam uma boa parte deles terá que fazer outra coisa.Sabe-se bem que muitos daqueles que exercem hoje a profissão de docentes, só o conseguiram por "CUNHAS" e não por valor próprio.As suas licenciaturas(eles não são Drs.) foram conseguidas da mesma forma, a troco de favores.Um colega do meu filho teve a lata de dizer que ia estudar para Coimbra porque o seu pai era amigo do reitor.Noutros tempos, conheci alguns que se licenciaram em Coimbra, a troco de garrafas de espumante e de leitões assados.Hoje exercem a profissão de médicos.

Anónimo disse...

Hahaha...

Anónimo disse...

Tanto parasita que vive a custa do contribuinte, e depois so ensinam a canalha sobre a utopia marxista e a serem agitadores profissionais, grandes cromos.

Anónimo disse...

Finalmente um post decente.

Sim senhor, subscrevo. Cem por cento de acordo.

Uma vergonha!

Anónimo disse...

O seu post é uma vergonha no sentido em que fala daquilo que mostra não conhecer e ainda por cima, e principalmente, porque fala do assunto de uma forma indigna, tal como o fez da outra vez. Tem V. razão numa coisa: enquanto classe, os professores são também uma vergonha, porque no ano passado, quando a avaliação foi feita APENAS aos PROFESSORES CONTRATADOS, os desgraçados do sistema, nem os outros professores (os que agora estão a tossir) nem os sindicatos mexeram uma palha, eram os contratados, que se lixassem, mas agora como lhes toca a eles já estão indignados...

Indignado com a boçalidade disse...

Faça o favor de ler que talvez lhe faça bem...

A avaliação de que a escola precisa mesmo

08-Nov-2008

A manifestação foi ainda maior do que a anterior, que já tinha sido gigantesca.
A pergunta, inteiramente legítima, à luz das declarações da ministra nos telejornais, é muito simples: quantos mais terão que ser para que a senhora oiça? Ou ouça, que dos dois modos se pode dizer e escrever.

Cheguei a casa emocionado e comovido

Aquele mar de professores está obviamente mais do que farto. Suspeito que o estão por todas as pequenas razões de um quotidiano frustrante, e que por isso se podem resumir numa curta frase: ser professor assim, não dá. Quando mais de dois terços de uma classe sai à rua, é porque, apesar do desencanto, ainda transporta dentro de si a energia da dignidade. Não é preciso ser-se professor, psicólogo ou ministro para o entender. Mas existe uma professora que é ministra e que nada entende de gente, que não percebe. Continua a não perceber.

Em casa, a comoção transformou-se em espanto quando ouvi Maria de Lurdes Rodrigues

Consigo compreender que, intimamente, ela esteja convicta da justeza do sistema de avaliação. Consigo, porque quem lida com gente tem a obrigação de saber ouvir nas palavras do outro, o que na realidade o motiva. Mas é precisamente aí que Maria de Lurdes Rodrigues é um caso perdido. Ela tem da escola, da avaliação e do próprio conflito uma visão intrinsecamente administrativa. Todo o seu discurso é orgânico, robotizado: a avaliação começou a ser negociada no verão de 2006, foi validada por um conselho científico, se não funciona na perfeição, a responsabilidade é das escolas - "está nas suas mãos tornar as coisas mais simples" - e tem de continuar porque não há outro modelo disponível. Então está tudo bem, pergunta o jornalista. Que quase que sim e que está a ser melhorada todos os dias e que o pode continuar a ser nos próximos, desde que se concretize.

Há, nesta cultura administrativa de poder, uma cegueira que raia o autismo

Para a ministra, todas as escolas estão a avaliar, não tem notícia de que alguma a tenha suspendido. Então e a manifestação, sempre são 120 mil, não é?, insiste o jornalista. Pois que sim que são, mas que há nela uma chantagem sobre os professores que querem fazer o seu trabalho. Ouve-se e é dificil de acreditar. Se os que estão na rua são professores, onde é que estarão os outros? "Chantagem", quando dois terços de uma classe sai à rua? Porque não faz sentido, é preciso procurá-lo.

Diz-me a experiência que posso ter a melhor ideia do mundo, mas que ela me é inútil se quem tem que a concretizar não concorda

Com Maria de Lurdes Rodrigues é diferente. Ela tem um mundo único, exclusivo e intransmissível. Nele, o que leva os professores a sairem à rua é "o medo ante a mudança". Tenho inveja desse mundo, confesso. No meu, que é normal e feito de pessoas comuns, o medo costuma fechar as pessoas em casa. No mundo da ministra, a manifestação foi uma cabala urdida pelos partidos da oposição. Renovo a minha inveja. Naquele em que vivo habituei-me, pelo contrário, a uma enorme desconfiança dos movimentos genuínos face aos partidos. Sei, por experiência própria, que é preciso uma classe estar rigorosamente nos limites da exasperação, para pedir ajuda aos políticos que reconheça comprometidos com a sua luta. Pois foi isso que aconteceu desta vez. Centenas, senão milhares de professores nos pediram - "Não nos deixem cair", "não nos abandonem", "ajudem-nos".

Não, não foram os partidos que manipularam os sentimentos dos professores; foram estes que exigiram da política o compromisso que não encontraram no seu ministério.

Estive nas duas manifestações

Porque politicamente estou solidário com esta luta, mas também porque sou pai de dois filhos que estudam na escola pública. Quero que eles gostem das escolas que frequentam. Quero que aprendam, que estudem e que tenham aproveitamento. Sei que têm professores melhores e piores, como estes sabem que têm alunos mais interessantes e interessados e outros nem tanto. É assim a vida, feita de encantos e desgostos. Gosto dela porque é assim, imperfeita e por isso aperfeiçoável. Do que não gosto é de uma escola que, frustrando os professores, não se pode encontrar com os alunos, que são a sua razão de ser. Uma escola de professores desesperados e angustiados é uma escola que morre dentro de muros. É por isso que a ministra até podia ter a melhor avaliação deste mundo, mas não servir. A avaliação que urge não é a dos professores, mas a de um ministério e de uma ministra que têm sido incapazes de perceber o mal que estão a fazer às próprias escolas. Não preciso de muita papelada nem de conselhos científicos para concluir que o problema mora em cima.

Miguel Portas

Algarviu disse...

E vai aqui já o segundo!

Os professores por vocação? Dos 150.000 profs que há no país estariam, no mínimo, 120.000! Eugénio, falas do que não sabes, o que em ti não é novidade nem espanta!

Ao insistires referires-te aos profs como "loiras platinadas" e "profes de bóina" revelas a espécie de labrego que és!

Lamentas teres os teus filhos entregues a esta "bicharada"? Olha, eu lamento que os teus filhos estejam entregues (se é que estão...) ao miserável pai que não escolheram e cuja personalidade rastejante e desonestidade intelectual é bem vincada em cada prosa que tem o descaramento de publicar.

PS: a rastejares assim talvez ganhes um lugar de moço de recados no Ministério da Educação.

nelita disse...

os professores que o são por vocação

Ó Génio, os professores que o são por vocação estão mortinhos por sair do circo onde mestra gorda em vez de ensinar lhes exige que façam o pino. Tu gostavas? Oh, vai pa gisnástica, sê professor.

Anónimo disse...

"Na hora do país cerrar fileiras, pois a crise vem ai a toda a brida, os profes saíram à rua em campanha pelo decrépito PCP." Então a crise que obriga o país a cerrar fileiras tambem foi obra do "decrépito PCP e dos Prof.de bóina" ou será da responsabilidade dos pujantes PS e PSD que nos (des)Governam há mais de 30 anos....e dos néscios que os apoiam...Não sou prof nem do PCP,mas tambem não sou burro.
J.SILVA

Anónimo disse...

acho que o facto de terem estado la 120 mil professores dos 150 mil existentes no país diz tudo...

o senhor acha que os professores deviam ser avaliados mas se o senhor tambem o fosse com certeza ja nao era jornalista!

Anónimo disse...

o sr é incrivelmente estupido.

voce usa estes posts ridiculos so para ter mais visitas neste blog? a rivalidade com o blogdabola da lhe a volta aos cornos. E aproveita se da indignação das pessoas ao lerem estas merdas que o sr escreve para encher a sua caixa de comentarios.
Bom senso e bom gosto.
e voce, parece me um dantas.

e la conseguiu ter mais um comentario na caixinha...

Anónimo disse...

Quem não sabe deve estar calado.
Os que falam se calhar primeiro deviam se informar.
depois talvez percebessem que não é a avaliação que está em causa mas sim o modelo. nenhum professor tem medo de ser avaliado, o quer é ter tempo para preparar as suas aulas para aturar os filhos daqueles que gostavam que a escola fosse 24horas por semana 365 dias. o verdadeiro deposito.
por isso aprende... e cresce.
esta mamia dos jornalistas pensarem que sabem de todas as profissoes, e a esses inteligentes convido-os a irem dar aulas e serem avaliados pelo numero de passos que azem para a direita e para a esquerda e fazerem longos relatorios. por isso experimentem e depois vão ver.

Anónimo disse...

A cada polémica que passa, o senhor legitima aqueles que o desconsideram.
O sintoma mais forte da ignorância é o atrevimento e o senhor revela-se muito atrevido!

Paulo Sérgio Malheiro disse...

A ligereza com que fala sobre os professores, é de bradar aos ceús. E considera-se jornalista ? Se calhar foi mal tratado por algum professor enquanto criança. Diria mais ao sr. pseudo jornalista, porque a verborreia que escreve, é mais um destilar de opinares sem fundamento e 1 chorrilho de lixo jornalistico. Sr. Eugénio Queirós...a hipocrisia que revela... só me leva a pensar que é mais um ignorante, que gosta de se armar em comentador, ,mesmo em assuntos que desconhece. Deve ser o mesmo que diz que os alunos que agridem os professores.. que a culpa é dos professores... nunca dos paizinhos...nem das crianças.. coitadinhas... CRESÇA E APAREÇA... JORNALISTAZECO !

Anónimo disse...

O obeso seboso amigo dos corruptos voltou a sair da toca! pensei que saía da toca apenas 2 vezes ao dia pra consumir 2 vezes o seu peso em comida, visto ser o necessário pra esta tentativa de jornalista poder manter a sua reserva de gordura!!!
Frequenta 1 ginásio e deixa o teclado em paz!

Aceita o comentário se quiseres seu obeso, metes-me nojo!

R. Cruz disse...

Independentemente de algumas vezes concordar consigo e outras nem tanto, tenho gostado de frequentar assiduamente este blog. Também penso que, independentemente dos items estapafúrdios que fazem parte do processo de avaliação, que os há, o que muita gentinha não quer é a avaliação. Claro que para muitos a progressão automática na carreira era muito mais interessante...Mas, claro, como em tudo, há professores bons e maus. Quanto mais não seja por respeito mínimo para com os primeiros, a linguagem que usa no seu escrito é indigna e inaceitável num jornalista e num espaço aberto a toda a gente. É isso que eu lamento, o seu baixar de categoria na defesa de um ponto de vista que, naturalmente, tem todo o direito de expressar desde que o faça correctamente.

Carlos Carrasqueira disse...

OFENDER o povo que labuta diariamente em empresas em risco, com a angústia de ver cerradas as portas e não saber se pode levar o PÃO para casa daqui a uns tempos, com guerras de quem está bem na vida e tem emprego, QUE GANHAM MAIS mais que a maioria das classes laboriosas deste País, que querem todos chegar ao TOPO DA CARREIRA, sejam bons ou maus, que desfrutam dum horário nobre, FLEXÍVEL E BRANDO, que têm sempre férias quer o trabalho se tenha aproveitado ou não, e para cúmulo : NÂO QUEREM SER AVALIADOS, porque cada um quer a sua avaliaçãozita, de maneira que lhes dê sempre a subida de escalão.
Isto é um blog de bola, mas muita gente tem de saber que a classe dos prof. embarcou numa viagem sem retrocesso, animada pela falácia que é uma classe à parte neste país de economia moribunda.
COVEIROS duma classe foram os que lhe meteram nessas cabecinhas platinadas e roupinhas Che Guevara que eram uma classe acima de todas as outras...

Anónimo disse...

Há assuntos que, por alguma (sempre relativa) complexidade que envolvem, não podem ser tratados com duas ou três "bocas".

Até porque para alguns, nesta matéria, o que é hoje branco amanhã pode ser tinto. Exemplo:
A Drª Ferreira Leite, em Março deste ano da graça de 2008, dizia que, desse para onde desse, nunca a ministra da educação deveria abdicar de pôr em práctica esta avaliação dos professores. Em Novembro deste mesmo ano da graça de 2008 e, perante a mesma avaliação, a drª Ferreira Leite já é de opinião que a ministra deveria suspender a avaliação...(!!?)

Neste tipo de situações é prudente algum recato de opinião, principalmente quando não se tem toda a panorâmica da coisa, sob pena de se tornar anedota maior do que aquilo que se pretende satirizar.


LAM

Anónimo disse...

Realmente, o governo "Sócrates e Companhia" conseguiu o que queria: revoltar os segmentos sociais mais facilmente influenciáveis, arranjando bodes expiatórios, para arcar com os males da sociedade.
Quem tiver dois dedos de testa, facilmente verá que é esta a estratégia usada.
Muitos têm alinhado pelo teu diapasão e têm, também, culpabilizado os professores. São os mesmo que dizem: "É pô-los a trabalhar!" ou "Estes sim!!!".
Outras pessoas, com o mínimo de inteligência exigido, conseguem aperceber-se facilmente da realidade.
Não é o teu caso, ó verme!

indignado disse...

Leia o editorial de José Manuel Fernandes que não usa boina nem é simpatizante do PCP, hoje, no Pùblico,e se lhe sobrar alguma réstea de inteligência talvez perceba a caterva de disparates que escreveu neste post.
Porquê um tal ódio aos professores?

Anónimo disse...

Ainda gostava de saber como foi que este Geninho se tornou "escreviinhador", se foi a aprender na Escola, coitada da professora.
Deve ter sido por lamber o chão de uns quantos fulanos e dar ao rabinho.
Oiça, dedique-se a fazer piruetas para o Papa pode ser que ainda arranje um emprego como o Macaco, estão ao mesmo nível.
Quanto ao resto, não pense nem emita opinióes, não está habituado e pode fazer-lhe mal.
Esforce-se mais um bocado ainda vai ser "paineleiro" numa tv da praça
Francamente, pobres filhos que tal Pai têm....

Vasco Cardoso disse...

Ser professor agora não é dar aulas. É Fazer gráficos, dossiers, fichas, papelada atrás de papelada inútil. O que fica para traz? Os alunos claro! Os que sem culpa são enfiados no meio de professores fartos de papeladas e burocracias impostas. E que depois são avaliados pelas notas dos alunos!

O que dá esta avaliação é que para se ter Bom ou excelente, é preciso toneladas de papelada e que os alunos passem com boas notas. Agora ensinar? Isso não, o que é preciso é subir nos Rankings internacionais de literacia, agora aprender...

Não sou professo, mas sou familiar de vários, que, devido à idade, não têm a minha destreza ao teclado. E são horas infinitas (onde é que vão as 35 ou 40) a passar planos e tabelas de objectivos, e percentagens de concretização, etc.

Com isto, há claramente dois objectivos do ministério:

-Baixar os salários, promovendo a reforma antecipada dos mais velhos e que recebem mais;
-Aumentar o sucesso dos números, pondo os professores a ensinar menos e a passar mais, que é por isso que são avaliados!

Anónimo disse...

apoio totalmente este post...

a malta cá de casa disse...

Porra, desde pequeno que aprendi a não falar daquilo que desconheço. Deviam ter-lhe ensinado a fazer o mesmo. Tenha vergonha e tente crescer um pouco intelectualmente.

nenem disse...

apoio totalmente este post...

diz o anónimo burro, sem nada mais a dizer.

Agora, o génio é que goza à farta, burro ao quadrado, sem mais esforço que mera opinião de despeito, como se além dos jornalistas da bola as demais profissões não soubessem de si. Eh, estvessem à espera do Eugénio, depois de já terem de sobra a gorda ministra pra aturar. E pia ele, em reforço, por dizer alguma coisa, "o decrépito PCP". Ai, Eugeny, que ouvir-te leva a pensar que és esperto, julgas, que não há mais luz além do pêésse e pêésse dê dos tachos, homem servil e balofo, ó sem-carácter, além de tolo, estás bem com a seita de ladrões.

Anónimo disse...

A melhor manifestação é aquela que se está a desenrolar silenciosamente. A saída maciça de professores para a pré-reforma, com o custo que isso lhes acarreta em termos de penalizações. Essa é que é a verdadeira manifestação do clima de terror e de total impotência que grassa nas nossas escolas e que devia ser um alerta para a restante sociedade. confira o site da CGA, para confirmar aquilo que aqui digo, e já agora desloquem-se ao cinema e vejam um excelente filme: "A turma", está muito perto daquilo que se passa nas nossas escolas.

Falcão Peregrino disse...

OS SINDICATOS QUE NEGOCIARAM E ASSINARAM HÁ UNS MESES A AVALIAÇÃO PROPOSTA PELO MINISTÉRIO E QUE ATÉ JÁ FOI POSTA EM PRÁCTICA NO ANO LECTIVO ANTERIOR COM OS CONTRATADOS, ESTÃO AGORA AFINAL À FRENTE DA CONTESTAÇÃO À MESMA AVALIAÇÃO. É SÓ RIR...Ou seja, esta tropa fandanga anda a gozar com o pagode, a malta a toscar o folclore e o Sócrates a esfregar as mãos deliciado com o espectáculo de falta de credibilidade que é servido aos olhos do povinho...ou seja ainda, no meio desta trapalhada toda, até parece que a actual política educativa é coisa séria e está correcta e que o governo é que tem razão...mas como isto é um país de jericóides, de lambe-botas e de faz de conta, siga a rusga...

Anónimo disse...

Assim se ganham "pageviews" e dinheiro. De quem vem, mais não se espera!

Carlos Alberto disse...

Para os professores a avaliação só é boa se for nenhuma. Realmente, os nossos filhos estão entregues a esta bicharada...
Sou trabalhador por conta de outrem e avaliado todos os anos.

CristinaSilva disse...

Ex.mo Senhor:

É a primeira vez que respondo a um comentário na internet.Pela leitura do seu artigo só posso concluir que o senhor DESCONHECE A SITUAÇÃO e que escreve sobre algo QUE NÃO PERCEBE, o que é muito fácil de o fazer, principalmente na blogosfera. Por isso, se aceitar o meu conselho, FALE COM PROFESSORES, vá às escolas, tome verdadeiro conhecimento do assunto.
É uma grande falta de respeito a sua ao tratar os professores por "bicharada"... Porque não vai o senhor com o(s) seu(s) filhos à Escola e fica lá durante alguns dias a observar o que se passa? FAZEMOS O MELHOR QUE PODEMOS PARA QUE AS CRIANÇAS E OS JOVENS DESTE PAÍS TENHAM UMA BOA INSTRUÇÃO E UMA BOA FORMAÇÃO MORAL.
O senhor, se fôr um a pessoa de bem, devia pedir desculpa. OSENHOR NÃO SABE COMO ESTÁ A ESCOLA COM TODAS AS MEDIDAS QUE O MINISTÉRIO ESTÁ A TOMAR, os alunos é que estão a ficar prejudicados, mas isso ninguém diz.

Vá à Escola.

Com os meus respeituosos cumprimentos
Cristina Silva

Xelb disse...

Mais uma das tuas né Geninho? Só ainda não percebi se te queres fazer engraçado ou se te pagam para isso.
Em qualquer dos casos o nível é do mais baixo que se vê em blogs.

Anónimo disse...

Não acredito que seja tão obtuso como mostra neste post. Sabe como é que os brasileiros chamam aos videirinhos que se prestam a este papel rasteirinho de passar graxa ao poder a ver se apanham umas migalhas?...Olhe, são os puxa-saco...que lhe faça bom proveito...

Roberto Nave disse...

Primeiro foram os considerandos sobre os parolimpicos, agora os professores. Olha Eugénio escuta bem Um pai ou uma mãe fazem muita falta...mas o juizinho faz muito mais!

Anónimo disse...

Muitos desses profs. andam agitados porque sentem que lhes está a chegar a MAMA ao fim.Vai-lhes custar imenso serem obrigados a abandonar as regalias (ABUSOS!) de irem à escola dar 1 ou 2 aulas por dia(trabalham no máximo 3 horas) e o resto do dia de trabalho, passá-lo a dar aulas numa escola privada ou a dar explicações em casa.Onde é que existe no mundo um patrão como o MEN? Eu trabalhei 47 anos e fui sempre avaliado por chefes e patrões.Quando um trabalhador é responsável e profissional e sobretudo sente que tem competência, nunca tem medo de ser avaliado.Eles contestam, porque sabem que uma boa parte deles são práticamente nulos e depois os dirigentes sindicais, aproveitam-se desse insatisfação para continuarem mais uns anitos à frente dos sindicatos(alguns já lá estão há quase 20 anos), porque também não lhes agrada voltar às aulas para ensinar.E tudo isto à custa dos contribuintes, mas sobretudo dos alunos.Na maneira como agem e falam, dão a entender que a ESCOLA não foi feita para dar instrução aos alunos, mas sim, para lhes garantir o emprego.Aquela frase, famosa há uns anos atrás,de que os Pais não tinham "DROIT DE CITÉ, dentro da escola, que eles os profs. é que sabiam como educar os alunos...JÁ ERA! Veja-se só no estado em que está "A DITA", depois dos sindicatos, por intermédio do seu pessoal destacado, terem "controlado" o MEN nos últimos 30 anos, por fraqueza política e incompetência dos ministros que por lá têm passado.

Anónimo disse...

Durante o período que o meu filho frequentou o Ensino Secundário, fui algumas vezes à escola para falar com o director de turma para falar sobre o seu aproveitamento e do seu comportamento.Se ía lá da parte da manhã ou da tarde, a resposta era quase sempre a mesma:"o Sr. (Dr.?) só tem aulas da parte da tarde ou da manhã".Omeu filho fez o 6º. ano de escolaridade no estrangeiro, onde nasceu.De cada vez que me deslocava à escola para falar com o director de turma, encontrava-o sempre desde as 8h30 até às 17h, salvo a hora do almoço.Neste País não.Porque será? A D.Cristina poderá responder?

El Cartmene disse...

Bicharada és tu sua reles amostra de amorfidade jornalistica!
Seu balofo sem vergonha!
É verdade, o Dragay de vila pouca já t fez a prometida visita? Será por isso que voltaste a postar alarvidades?

Anónimo disse...

Dizem que o presidente do sindicato da FENPROF já não dá aulas há 16 anos! Dizem mais: que há 1500 professores requisitados nos sindicatos. Vão trabalhar, malandros!

Anónimo disse...

120 mil professores. Quem conferiu? Foi pelos paus das bandeiras ou pela identificação dos mesmos. Não brinquem com os portugueses. Se são todos proessores devem ter estado também aqueles que em 10 meses têm 8 de baixa médica. Tenho uma familiar que, só num ano, teve cinco professoras, no Ensino Básico!

Anónimo disse...

Vergonha é um PORCO como tu, utilizares o Nome do PCP para as tuas diarreias mentais de merda.

Tem mais respeito...

Porque se demonstrares não o teres, podes ter a certeza de que levarás nessa puta dessa tromba...

Fala do que (mal) sabes, que é de bola... Seu fascista de merda...

Luis disse...

Exacto, o que haviam de fazer era encaixotá-los todos porque não têm nada que se queixar e lutar pelos direitos, isto nem sequer é uma democracia.
O que não podem é contrariar o pobre do jornalista, que passa a vida a fazer comentários provocatórios e insultuosos e fica todo ofendido se leva uma reprimenda. E também fica pior que estragado se lhe dizem para apagar a cigarrilha.
Isto porque o jornalista é um desgraçado, vive no limiar da pobreza e é sujeito a um esforço físico sobrehumano, arriscando a própria vida, e portanto é o único ser no planeta que se pode queixar e expressar o seu descontentamento.

atirador especial disse...

ULTIMA HORA:
Foi o Sindicato informado pela D. Balbina, antiga professora primaria, na velhinha escola de Guifoes, que o eugenio queiros foi na 3 classe violado pelo professor. Por isso o seu recalcamento e odio a esta classe.

Anónimo disse...

Eu que vivo no estrangeiro, e estudei no estrangeiro, e tenho a dizer que e UMA VERGONHA o ensino em Portugal. Nao duvido da boa intencao de muitos dos professores (nao daqueles que vivem dos Sindicatos) e dos esforcos que fazem.

O problema em Portugal e o CANCRO do PCP e outros comunistas que, atraves dos Sindicatos, e com estrategia concertada e ja utilizada em outros paises, infiltrou sectores muito grandes da funcao publica, tais como a magistratura, e o ensino. Assim, podem controlar o pais, sem ter grande quantidades de votos. Isso ja nao e novidade.

Os professores, assim, como a justica, sao vitimas ja ha anos desta situacao e deste sistema. Sao mais vitimas do que culpados. E a frustacao alastra. Os professores, aqueles que verdadeirament trabalham, porque nao veem render o seu trabalho. Os pais, porque nao veem que os filhos aprendam. Os politicos, porque as estatisticas sao VERGONHOSAS (so podem). E tentam melhora-las com manipulacao de numeros. Uma medida propria de mediocres e do pais mediocre em que Portugal se tornou.

Entretanto os Sindicatos continuam a lancar a confusao, que so os ajuda, pois querem continuar a viver na mama.

Eu sei do que estou a falar, pois tenho pessoas de familia que foram professores, mas que ja nao sao, e continuam a trabalhar para os sindicatos dos professores. Sem fazer nada. Sempre foram comunistas. Enfim, uns inuteis, manipuladores e desonestos intelectuais.

Entretanto o pais continua e sofrer...

Sera que ninguem tem coragem para dar uma vassourada nesses bichos?

Olhem, facam como os italianos fizeram: nas proximas eleicoes expulsem todos os grupos, partidos e seitas de esquerda que enxameiam o Parlamento. Podera assim esta pais ter algum futuro.

Anónimo disse...

O Eugénio não sabe do que fala. Diz o que diz apenas porque sim, porque lhe apetece. Por isso merece apenas a nossa pena.

José Reis Silva

Anónimo disse...

Trazido acidentalmente ao seu blog e a este post, gostaria de lhe fazer uma pergunta: o senhor acha natural, legítimo e aceitável um professor de matemática há 24 anos, licenciado pela Escola Superior de Educação, ser avaliado por uma sua colega professora de Educação Visual e cuja "formação", num daqueles casos aviltantes que a abrilada promoveu, é o antigo curso de formação feminina das antigas escolas comerciais?...Acha natural que um professor reconhecidamente alcoólico e publicamente desprestigiado, face aos mecanismos criados e legalmente vigentes, seja avaliador dos seus pares?...Citei-lhe apenas dois casos concretos. Embora o que escreveu deixe poucas dúvidas sobre o seu desconhecimento sobre as motivações dos professores e se a razão das suas tomadas de posição derivarem apenas da ignorância do assunto, pense nisso. Está sempre a tempo de se tornar uma pessoa esclarecida.

maiskemaluko disse...

Geninho este post e um nojo, e so o publicaste para encher a caixa de mensagens, como foi do ditos paraolimpicos, ou entao tinhas vindo da tasca do Ezequiel !!!!
Registo que o lagartixa de vila pouca, mostrou a sua coerencia, de nao voltar ca..............
Quanto ao nony das 9.12, quando se refere a bichos, devera ser para algum membro da sua familia, ou para ele mesmo, pois so um burro, escreve tal comentario.

Anónimo disse...

O maiskemaluco, enfiaste a carapuca?

Anónimo disse...

Não percebo tanta polémica. Este senhor tem tanta credibilidade como jornalista como o José Guímaro a tinha como «quinheiteiro», perdão, árbitro. Aliás, outra coisa têm em comum: ambos são gordos e engordaram à custa da fruta.

PS- Sou professor e por vocação.

maiskemaluko disse...

nony das 19.46, deves ter estudado para burro !!!!! Os tipos como tu sao mais de andar nas obras....