AGORA ESTOU AQUI

sábado, outubro 25, 2008

TROFA - UM GRANDE EXEMPLO


A primeira pessoa que me falou no excelente trabalho que estava a ser feito no CD Trofense foi Hermínio Loureiro, no início do seu mandato, há quase dois anos. De então para cá, o pequeno clube das terras de Bougado fez-se ao caminho e conseguiu subir ao principal escalão. Na passada sexta-feira somou o seu primeiro ponto. Eu estava lá e vi não só isso mas também um pequeno mas muito bem amanhado estádio, condições de trabalho que tenho só em estádios da zona Euro, parque para estacionar o carro ao lado do estádio (embora numa empresa de telhas), uma simpatia por vezes até excessiva, um pequeno lanche ao intervalo (para contrariar os horários estranhos a que submetemos o nosso aparelho digestivo), atendimento permanente, uma boa sala para conferências, enfim, tudo mas tudo nos trinques. Já sei que vão dizer que estou a falar de barriga cheia e que o que os jornalistas querem é paparoca à borla. Ok, seja. Mas não estou a ver o que é que custa a um clube saber receber quem vai lá para trabalhar e para promover o produto. Eu sei que o catering dos camarotes VIP é apenas para os directores que sorriem para os líderes e para os seus sabujos mas sei também que o Trofense mesmo pequenino vai dando lição a quem pensa que tudo já aprendeu. Outro pormenor importante: já não me acontecia há muito tempo circular numa zona onde também circulam dirigentes, empresários e outros protagonistas do futebol. Sempre deu para pôr a conversa em dia e recordar velhos tempos em que antes e depois dos jogos era tudo "à molhada", momentos importantes para os jornalistas e também para os dirigentes e que praticamente acabaram porque uma guarda pretoriana protege hoje sobretudo os presidentes, não vão estes perceber que estão a ser enganados precisamente por esses impostores! E tenho dito.

6 comentários:

Anónimo disse...

oh gorducho, queres é comer!!!!

Rock Santeiro disse...

Agora, alguns até dão o pomposo nome de zona mista... que de mista pouco têm. É verdade, tudo se faz agora conforme uma série de livros, desde o marketing à comunicação e com ambas a monte. Antes, o jornalista era alguém que andava perto do acontecimento. Agora, os acontecimentos (e as decisões e as notícias e os protagonistas e...) andam escondidos dos jornalistas.

Anónimo disse...

sr. Eugénio Queirós desculpe la mas acho isto um plagio de uma noticia do Record de Sábado. http://www.record.pt/noticia.asp?id=809541&idCanal=1171

André Correia Maricato disse...

Então e a nível financeiro. Também são um grande exemplo? Ou são mais uma equipa portuguesa com a mania das grandezas sem terem noção do que podem gastar?

Anónimo disse...

Se repararem bem o nome do jornalista que escreveu o notícia do Record é o mesmo do autor deste blog e depois o trofense não deve nada a ninguém e tem os ordenados em dia.
cumprimentos
JC

Paulo disse...

Ha bem pouco tempo, durante uma entrevista feita ao ex defesa cantral do Portimonense, hoje joga no Trafense, Miguel Angelo, foi frizado pelo atleta, precisamente a organização e profissionalismos dos dirigentes da Trofa, tendo incluido nessa observação, o rigoroso cumprimento dos pagamentos dos salarios.
Parabens aos dirigentes e apoiantes do Trofense, afinal parece que ainda há clubes á moda antiga...
www.blogdoportimonense.blogspot.com