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domingo, outubro 26, 2008

Paulo Batista sem influência


Paulo Batista regressou hoje a Portalegre sem qualquer problema de consciência, pois realizou ontem, no Estádio do Dragão, uma bela arbitragem. Foi mal auxiliado pelos seus árbitros assistentes, que, com pouca experiência, foram nomeados para um jogo e estádio, onde Vitor Pereira sabe perfeitamente é o indicado para ganharem experiência.
Claro que corre riscos, mas esta altura do campeonato é a altura ideal para que os que agora chegaram conheçam os estádios e os ambientes com mais espectadores.
Foi anulado um golo legal, pois dois defesas do FC Porto e Nuno colocavam em jogo Zé Manel, mas provando a teoria inglesa, que sempre que uma equipa marca mais um golo do que a outra, qualquer erro de arbitragem não vai fazer diferença, como não fez.
Alguns lances em análise:

1ª Parte

17 Minutos de Jogo – Hulk reclama que foi agarrado por Elvis mas Paulo Batista assinalou correctamente pontapé de baliza
29 Minutos de Jogo – Golo legal de Braga bem analisado por José Braga com dois adversários a colocá-lo em jogo
37 Minutos de Jogo – Grande penalidade bem assinalada Joel levanta a perna e atinge Hulk no joelho quando este fazia a rotação de movimento
38 Minutos de Jogo – Bem exibido o cartão amarelo a Lisandro que não pode discutir daquela forma com o árbitro

2ª Parte

60 Minutos de Jogo – Golo legal de Lisandro que passou por Joel, que agora, ao contrário do lance da grande penalidade, evitou o contacto dentro da área.
65 Minutos de Jogo – Golo mal anulado, erro grosseiro de Carlos Pereira, pois Zé Manel tinha três adversários a colocá-lo em jogo
74 Minutos de Jogo – Fora de jogo mal assinalado por José Braga, agora a Hulk

6 comentários:

Anónimo disse...

Leiros...Leiros...Leiros...ah...ja
me lembro...tinha que ser... a "classe" deve ser sempre defendida mesmo que de corruptos confirmados se tratem. Deus!!!

Xelb disse...

O Apito Dourado de Volta e Sem Influência

No sábado, no estádio do FC Porto, Paulo Batista,o árbitro de Portalegre, não teve influência.

Desde muito cedo disse ao que vinha. Duas entradas a “matar” de Rodriguez, logo no início do jogo, sobre um jogador do Leixões passaram impunes. Mas Paulo Batista não teve influência.

O golo anulado ao Leixões é mais uma daquelas situações em que quem pode manda e obedece quem tem juízo. Impunemente. Paulo Batista,o árbitro de Portalegre, não teve influência.

O penálti que ninguém viu contra o Leixões, marcado por Paulo Batista, que não teve influência, e o penálti que toda a gente viu não marcado pelo irmão do outro no estádio da Luz, contra a Naval, são todo um compêndio de como o “sistema” funciona e actua.
Mas não teve influência.

O Benfica já está à vossa frente.

Só perdemos e de goleada quando se trata de boas maneiras. Aí tenho de reconhecer que as agressões à pedrada não são para todos, apenas para os mais refinados membros da sociedade. E como já têm prática, é muito mais fácil.

Se voltares a censurar este comentário, também não faz mal. Não tem influência.

Zé Luís disse...

Leirós, não adianta tapar o sol com a peneira.

Até no estádio vi que o golo foi mal anulado.

Quanto ao penálti, não me pareceu marcá-lo com muita convicção e, de resto, permitiu repetidos insultos de Joel, o que por si, dada a reiterada insistência do central, dava outro amarelo.

Agora quanto ao resto...

Inúmeras faltas, algumas repetidas pelos mesmos jogadores, sem amarelos para os leixonenses. A velha táctica de queimar tempo nunca reprimida e, como é háito a quem pesa na consciência, acaba a dar amarelo a Beto no último minuto.

Quanto aos amarelos aos portistas, simplesmente a tónica dos últimos jogos: dois amarelos por protestos e, mais uma vez com menos faltas assinaladas, a desproporção dos números e os amarelos aos portistas indiciam a premeditação de não permitir deslizes de linguagem ou gestuais aos jogadores do FC Porto, repeito táctica já patente noutros jogos.

O seu corporativismo deixa-me indiferente, em resumo.

Mas o árbitro não teve influência no resultado nem pode beliscar-se a justa vitória do Leixões, bem entendido e melhor sublinhado.

Mas não queira fazer dos outros parvos.

kolchak disse...

Tens uma puta duma lata........................então o arbitro não teve influência no resultado?!
Teve, teve, porque se foi escândalo pás hostes tripeiras levar 3 em casa, imagina se fossem 4!

Anónimo disse...

Vai ao oftalmologista.

Ramiro Santos disse...

Caro Senhor Leirós:

Presumo que esteja em condições de nos fornecer referências bibliográficas dessa «teoria inglesa». É isso que ensinam aos árbitros quando lhes dão formação? Teorias para conciliar o sono? Visto o assunto daqui, parece-me evidente que não se consegue eliminar o erro da arbitragem, e que os erros terão sempre influência (e alguns, até, influência positiva: já vi muitas equipas transcenderem-se com a expulsão injusta de um jogador e acabarem por ganhar jogos que provavelmente iriam perder). A questão está em saber se o final feliz é suficiente para apagar o remorso. Quem responder imediatamente que sim estará, no mínimo, a analisar o assunto com ligeireza. A mesma ligeireza que encontro na dita «teoria inglesa».