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sábado, setembro 20, 2008

SÓ UMA PERGUNTINHA...

O JN prossegue hoje a novela "TAS/UEFA/FIFA", anunciando que a UEFA só tomará uma decisão sobre os processos do FC Porto depois de tudo arrumado na justiça civil, citando uma fonte da própria UEFA. Parece-me uma notícia um bocadinho exagerado. Não terá a tal fonte da UEFA querido dizer apenas que só será tomada uma decisão quando as acções administrativas que estão a correr terminarem, acções que contestam a legalidade das decisões do CJ e da CD da Liga?

13 comentários:

Ricardo disse...

E se as decisões da Justiça Civil forem no sentido contrário às decisões dos vermelhos do CJ e do CD da Liga?
O Eugénio não gosta do JN, é? Ou está com medo de ficar sem assunto - logo, sem emprego - caso o Pinto da Costa venha a ser absolvido? Não se preocupe, homem: pode sempre criar um blog colectivo com o Marinho Neves e ganhar uns cobres à custa da publicidade... Ou pode ser que o Dias da Cunha volte ao activo e vos arranje um emprego lá num gabinetezeco qualquer do Alvaláxia, hã?

Anónimo disse...

Só uma pergunta: o JN não pertence à Controlinveste?

É que se a resposta for sim, não há mais comentários a fazer...

Anónimo disse...

Penso que é como dizes.
A UEFA está de pé atrás relativamente às decisões saídas do CD da Liga e, talvez por maioria de razão dada a bagunça que originou, das decisões do Cons. de Justiça da FPF.

Em muitas matérias a lei desportiva é diferente dos tribunais civis, mas o que aqui está em causa são os meios de prova apresentados. Não são os "crimes" que estão em causa (grosso modo), mas sim os meios de prova que, recorde-se, não foram considerados suficientes na justiça "civil" mas que, não se percebe bem como, valeram nas decisões das intâncias desportivas.

Ou seja, e para a UEFA (e TAS), a corrupção pode não ter só um sentido...
Como tal protege-se e deixa "rolar o marfim" até que o caso seja limpo por instituições (tribunais) com alguma credibilidade.

Mas isto é um mero "supunhetemos".



LAM

maiskemaluko disse...

Entao Geno, e os paralimpicos, quando botas um post, sobre as medalhas ???
O maralhal quer xingar o Geninho, avante camarada !!

Anónimo disse...

Esta´´ finalmente revelado! o terceiro milagre de FATIMA e´ o Benfica conseguir chegar ao 2º lugar este ano...

Armindo disse...

Oh sôrGénio!

Se me permite, faço-lhe também uma perguntinha.

Será que "vocês" sabem lêr e interpretar Inglês?

Estou plenamente convencido... que NÃO!!!

Anónimo disse...

Mais do Mesmo...
São "coisinhas" que não interessam para nada.

O principal é continuar a vencer como ainda aconteceu na ultima 4ª feira e como mto bem diz o lema " A vencer desde 1893 "...o resto é paisagem.

Anónimo disse...

Por que duvida o TAS da Liga?
A sentença do Tribunal Arbitral era conhecida, o que não se sabia era que o painel de juízes colocava em causa as sentenças da Comissão Disciplinar


O acórdão do Tribunal Arbitral do Desporto (TAS) sobre o recurso do Benfica e do Guimarães à decisão do Comité de Apelo de manter o F. C. Porto na Liga dos Campeões trouxe novamente para a actualidade desportiva as sentenças do Apito Final.

Já se sabia que o TAS tinha decidido favoravelmente ao F. C. Porto, o que não se sabia era que o painel de árbitros do TAS tinha ido tão longe nas suas justificações, deixando em muito maus lençóis a justiça desportiva portuguesa, com a Comissão Disciplinar da Liga (CD) à cabeça.

Goste-se ou não, as dúvidas sobre a legitimidade das sentenças da CD da Liga são muito mais fortes do que há uma semana. São-no porque o acórdão do TAS duvida que "o F. C. Porto, ou o seu presidente, tenha participado em actos ilícitos", julgados e sentenciados pela CD da Liga, mas também porque falta a todo este caso a chancela de um tribunal comum, onde os casos de corrupção, seja desportiva ou de qualquer outra natureza, devem ser avaliados e julgados. Enquanto isso não acontecer ninguém poderá afirmar, preto no branco, que o caso está terminado.

Isso mesmo confirmou agora a UEFA, garantindo que o caso não está encerrado, mas que não haverá qualquer tomada de posição enquanto o assunto não acabar nos tribunais portugueses. A UEFA - a de Michel Platini e todas as que o precederam - foge sempre dos tribunais comuns como o diabo da cruz, mas se desta vez está, surpreendentemente, disposta a esperar anos para que o caso termine na justiça comum é porque também dúvida da bondade das decisões da CD da Liga.

Objectivamente, a decisão e o acórdão esta semana conhecido do TAS são uma vitória para o F. C. Porto, que depois de duas sentenças muito penalizadoras da justiça desportiva portuguesa tem conseguido reverter nas instituições internacionais as consequências fora de portas dos castigos internos. E isso só acontece porque o F. C. Porto disputa as provas europeias e o Benfica e o Guimarães pretenderam beneficiar da exclusão dos dragões da Liga dos Campeões. Já o Boavista, o outro clube considerado culpado no Apito Final e condenado à despromoção, não teve oportunidade de litigar fora de portas a pena a que foi condenado.

Sobre isto também se deve reflectir, porque não pode deixar de ser estranho que as duas decisões da disciplina desportiva portuguesa (CD da Liga e CJ da federação) sejam tão afirmativas da culpa do F. C. Porto e do Boavista e, depois, as duas decisões de justiça desportiva internacional, naturalmente mais distanciadas das emoções do clubismo, tenham sido favoráveis aos portistas (Comité de Apelo da UEFA e TAS).

Finalmente, todo este caso assumiu estas proporções porque a justiça desportiva se quis substituir aos tribunais, com o aplauso de todos os que perspectivaram lucro nessa espécie de tribunal popular em que se transformaram a CD da Liga e o CJ da federação. E é esse ensinamento que é preciso retirar, a justiça desportiva não existe para se substituir às estruturas judiciais de um país, que são as que têm meios para investigar, eventualmente acusar, julgar e punir, se for essa a convicção do juiz. A justiça desportiva serve para zelar pelo normal desenrolar das competições desportivas, aplicar os castigos próprios de uma competição, mas também para denunciar às entidades competentes, designadamente o Ministério Público, eventuais ilícitos cometidos no curso das provas.

Se Ricardo Costa tivesse resistido a vestir o fato de justiceiro nada desta trapalhada teria acontecido - processos uns atrás dos outros, por alegada divulgação ilegal de escutas, recursos, pareceres para um lado ou para outro, sempre em defesa dos interesses de quem os encomenda, como é óbvio, etc, etc. E se os tribunais acabassem por condenar alguém então essas penalizações seriam repercutidas no plano desportivo, tal como aconteceu com o Leça, quando foi despromovido à Liga de Honra por causa de um caso de corrupção relativo a um jogo de apuramento de campeão da 2.ª divisão devidamente provado em tribunal e posteriormente transformado em pena desportiva.

PS: Tudo isto não apaga o comportamento de Pinto da Costa, de que todos temos hoje um pormenorizado conhecimento. Só que, sejam factos muito graves, ou pouco graves, mereçam condenação ou absolvição, Pinto da Costa tem o direito, como qualquer cidadão, a um julgamento justo, em que lhe estejam garantidos todos os meios de defesa.

In "JN"

Anónimo disse...

já não sabes ler portugues? É oreciso traduzir-te para mouro?Ou acabaste de ler algo que te faz ter mais pesadelos porque já sabes qual vai ser o desfecho disto tudo nos tribunais?

Anónimo disse...

Não

Anónimo disse...

Pinto da Costa tem mais dois pareceres anti-Freitas


A defesa de Pinto da Costa vai juntar ao procedimento administrativo especial que interpôs no Tribunal Administrativo de Lisboa mais dois pareceres contrários ao documento elaborado por Freitas do Amaral, no qual a Federação Portuguesa de Futebol se escudou para validar a turbulenta reunião do Conselho de Justiça, realizada a 4 de Julho.

Os dois documentos solicitados pelos portistas elevam para oito o número de pareces favoráveis à posição de Pinto da Costa. Por altura do recurso para o CJ, Manuel da Costa Andrade, Damião da Cunha, Faria e Costa e Germano Marques da Silva foram os especialistas que se debruçaram sobre a matéria. Posteriormente, quando o processo chegou ao Tribunal Administrativo, a defesa do presidente dos dragões anexou um parecer elaborado por Mário Aroso de Almeida. Antes, também Rui Sá tinha sido requisitado, para suportar a argumentação do tricampeão junto da UEFA.

Por outro lado, também existem pareceres a suportar as decisões da justiça desportiva. Desde logo, o de Freitas do Amaral, encomendando pela FPF. A Liga também apresentou um documento no CJ, elaborado pelo constitucionalista Vital Moreira. Estes são os únicos pareceres em sentido contrário à posição de Pinto da Costa e do F. C. Porto. Dois pareceres. Contra oito dos portistas.

in jn.pt

Anónimo disse...

Ouvi dizer que o parecer " dado " ( ou comprado? ) pelo freitas do kapital foi elaborado á custa de muito esforço fisico, o seu autor agravou significativamente um problema na 3ª vertebra da coluna vertebral...ahahahahah.

A chama do dragão é Eterna.

maiskemaluko disse...

Uma chama ? nao passa de um pavio !!!