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segunda-feira, setembro 22, 2008

RONDA 3


A jornada ainda não acabou e falta saber se o Benfica aproveira a balda que o FC Porto deu em Vila do Conde, onde só não ganhou por acaso, como percebi pelas imagens do resumo alargado de um "Domingo Desportivo" definitivamente à procura da fórmula certa, sem dúvida melhor que i intragável programa da TVI mas ainda longe da optimização, enquanto Rui Santos debita os seus comentários na SIC Notícias e continua a fazer contas à "concorrência". Pode queixar-se o FC Porto de um erro de Pedro Proença naquele braço do louro Gaspar já na segunda parte, que daria direito à marcação de um pontapé da marca de 11 metros...se seria golo ou não é coisa que nunca saberemos. O Rio Ave de João Eusébio fez pela vida, jogou fechadinho e duro e quando assim é não fica fácil. Há algumas debilidades no FC Porto - subrendimento de Rodriguez e um Mariano cinzento - mas não será caso para as campainhas de alarme soarem, embora o Sporting de Paulo Bento possa ganhar um balanço significativo se na próxima ronda vencer o Benfica - tem tudo para isso mas toda a gente sabe que neste clássico normalmente ganha a equipa menos favorita... Da jornada ainda, destaco como frase da mesma o que disse João Eusébio: "A haver um vencedor, seria sempre o FC Porto". O treinador do Rio Ave não terá sido hipócrita mas foi mais uma vez ingénuo, são coisas que não se dizem e que revelam um certo complexo de inferioridade. Constrangedor foi também ver João Pinto, no Domingo Desportivo, a comentar as imagens do Naval-Trofense, com uma sucessão de imagens dos falhanços do seu filho Tiago, que se estreou a defesa esquerda na equipa que já não é de Toni - e reparem como foi curta a paciência dos dirigentes de um desconhecido clube que António Conceição guindou ao palco principal do nosso futebol. Entretanto, Belenenses e Marítimo continuam a pisar terrenos do purgatório com os seus treinadores brasileiros...

3 comentários:

Sol de Inverno disse...

Ninguém comenta, desde os menos aos mais conceituados comentadores, que o livre, de que nasce um penalti não marcado a favor do FCP, é seguido de uma enorme falta de um jogador do FCP que empurra, ou abalroa, os jogadores do Rio Ave permitindo a abertura de um espaço por onde passa a bola que vai embater na trave. Assim, há um erro do árbitro - favorável ao FCP - que antecede o erro do árbitro favorável ao Rio Ave. Seria bom que os nossos comentadores fossem mais sagazes (ou sérios?) na apreciação dos lances duvidosos do jogo.

Anónimo disse...

Tem calma que vais apanhar mais um desgosto, porque o FCP, vai ganhar o campeonato.

K-Jo Vendetta disse...

na trofa somos piores do que a camorra!!! NO MISTAKES!!!!!!