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quinta-feira, julho 24, 2008

AFINAL AINDA NÃO ACABOU...


"O Ministério Público já recorreu da não ida a julgamento de Pinto de Costa no caso da "fruta".
Nas alegações, a procuradora responsável critica o juiz pelo "empenho" em investigar os passos de Carolina Salgado no dia do alegado crime.
A magistrada Olga Coimbra, do MP junto do Tribunal de Instrução Criminal do Porto, considera que a ex-namorada do presidente do F. C. Porto pode não ter mentido quando disse ao juiz que estava ao lado de Pinto da Costa, pelas 13 horas de 24 de Janeiro de 2004, quando este recebeu o célebre telefonema do empresário António Araújo em que, através de expressões como "fruta" e "café com leite" terá sido combinada a oferta de um serviço de prostitutas ao árbitro Jacinto Paixão e respectivos fiscais-de-linha.
Isto para contrariar o que, através da análise da sequência das chamadas de Pinto da Costa interceptadas naquele dia pela PJ, foi classificado pelo juiz Artur Guimarães Ribeiro como fortes indícios de que Carolina, à hora do telefonema, estava algures entre a casa da mãe, em Gaia, e o cabeleireiro - não podendo, portanto, estar ao lado de Pinto da Costa -, o que até motivou a extracção de uma certidão por crime de falsas declarações.
"No decurso do tempo (entre as 12,05 horas e as 13 horas, quase uma hora), o Mm.º Juiz não sabe, nem as escutas o dizem, se aquela testemunha se encontrava ou não com o arguido Pinto da Costa. Pelo menos não é impossível que tal tenha acontecido, atendendo à fácil mobilidade de que ambos gozavam", argumenta a procuradora.
O MP classifica, por outro lado, como "genéricos e nada fiáveis" as versões de Vítor Baía, a Jorge Costa, José Carlos Esteves e Afonso Ribeiro: "Todos dizem que Pinto da Costa esteve no hotel e almoçou com a equipa, nesse dia, [quando] é o próprio arguido a dizer que almoçou no restaurante D. Manoel, o que resulta até de forma clara das escutas".
Olga Coimbra argumenta que, mesmo que Carolina não estivesse ao lado de Pinto da Costa pelas 13 horas (como garantira ao juiz), era possível a testemunha ter tido conhecimento posterior da conversa da "fruta", pois esteve no estádio onde decorreu o jogo F.C. Porto-Amadora.
Ainda assim, mesmo sem Carolina, diz existirem indícios para mandar a julgamento o dirigente e restantes cinco arguidos. Reconhece a procuradora que o depoimento que reabriu o caso, pode suscitar "algumas reservas", mas "não pode ser ignorado e considerado falso, para mais quando se apresenta em perfeita harmonia com muitos outros elementos probatórios", como as escutas.
"Aliás, será de toda a utilidade a sua submissão a julgamento para que se esclareçam todas as dúvidas, incluindo as lançadas pelo Mm.º juiz", conclui.
A decisão final caberá ao Tribunal da Relação do Porto.
"


in JN

13 comentários:

Anónimo disse...

desde o 25 de abril este é o primeiro caso que o MP se comporta assim.. com tanto bandido á solta isto é vergonhoso....

Anónimo disse...

Depois dizem que o outro não tem razão quando afirma que isto é uma perseguição com vista a prejudica-lo a ele e ao FC Porto

Pina disse...

Tudo bem. Mas apenas reproduzis-te uma notícia do JN quando o sentido de um blogueiro seria mais o de comentar e opinar, mas talvez não tenhas coragem para isso e como tal deixo aqui a minha opinião:
Se o juiz mandou extrair um certidão porque considerou que Carolina mentiu, não entendo porque não mandou extrair uma certidão a Pinto da Costa por este ter também mentido.
Ora que se saiba há três testemunhas que dizem que o presidente portista almoçou no centro de estágio e PC garante que almoçou no D. Manuel. Alguém está a mentir e neste caso não pode haver dualidade de critérios.

Anónimo disse...

CASO:

"DUAS VEZES ARQUIVADO" !!!!!!!!!!

Ainda há duvidas?!

Anónimo disse...

Oblá, vai mais é molhar os pézinhos ao mar. Preocupas-te com cada coisa! O MP tinha de recorrer fosse qual fosse o argumento: tinha de justificar a reabertura do processo pela "patroa". Tu é que podes escolher as notícias que quiseres para o teu blog. Se eu fosse a ti candidatava-me era a investigador do MP e tentava entrar na dream team da Drª Morgado. Confessa lá o fetiche. Era melhor que picar um bucho intervalado de jola. Agora isto de ser jornalista/blogueiro da oposição em regime de férias é mesmo entedioso. Para a próxima arranja um pseudónimo para assinar os posts, pois ainda perdes clientes.

Nelson Teixeira disse...

"Nas alegações, a procuradora responsável critica o juiz pelo "empenho" em investigar os passos de Carolina Salgado no dia do alegado crime."

Penso que esta frase diz tudo sobre o "empenho" do Ministério Público.

Anónimo disse...

Critica o juiz pelo "empenho" em investigar os passos de Carolina Salgado no dia do alegado crime?!

É absolutamente vergonhoso que o Mº Pº se comporte desta maneira.
Tal empenho era, aliás, ncumbência do Mº Pº.

Já foi vergonhoso que o PGR tivesse dado ordens, por antecipação, aos magistrados para recorrerem dos despachos de arquivamento, em caso de decaimento das acusações, sem conhecer os respectivos fundamentos.

O Mº Pº, sendo detentor da acção penal, visa, acima de tudo, a legalidade democrátia.

Neste caso, o Mº Pº tem-se comportado como mero "advogado de acusação".

É por demais eveidente que a testemunha mentiu.O Mº Pº,não obstante a evidência, tenta salvar a face, procurando branquear o seu próprio trabalho e o comportamento da testemunha. Demonstra que, para além de persecutório, perdeu completamente o respeito e isenção que se devia impor.

Aliás, a testemunha, não mentiu só quanto ao local em que disse que estava e não estava. Mentiu, sobre as relções de interesse com o arguido Pinto da Costa, bem como sobre as circunstâncias relevantes para avaliação da credibilidade do depoimento.

Existiam, ao tempo do depoimento, entre eles, várias quexas e processos crime. Tal circunstância só por si abalava a credibilidade do depoimento da testemunha. Era um factor que teria de ser tido necessáriamente em conta. Para sustentar a acusação a Mª do MºPº,pura e simplesmente olvidou tais circunstâncias, não obstante ter conhecimento delas, já que eram factos publicos e notórios.

Desde logo ai o Mº Pº prestou-se a um trabalho reprovável, cujos contornos terá que justificar.
ACL

C Caxias disse...

E aí pessoal quem quiser fazer downloads de filmes gratuitamente e ficar por dentro dos lançamentos de 2008 acessem o site: www.fuull.com

Vaid Mota disse...

Carolina diz que ele estava ali, Baia e amigos dizem que ele estava acolá.. o próprio e as escutas dizem que afinal estava noutro sitio..

A pergunta não é quem mente.. é quem diz a verdade..

Anónimo disse...

"a procuradora responsável critica o juiz pelo "empenho" em investigar os passos de Carolina Salgado no dia do alegado crime"

Hahaha! Incrível...

Fora de jogo disse...

Muito se fala mas provas são poucas, alias so de uma senhora que diz que viu não sabe é quando.... lolololol. so em portugal



visitem e comentem tb em: http://foradejogo08.blogspot.com/

maiskemaluko disse...

Carolina Salgado ex-primeira dama,impoluta senhora que ate foi recebida no Vaticano, levada pelo
"Flatulento", glorificada pela turba pelos insultos dirigidos ao Benfica, e durante 6 anos bajulada pelos pseudo ilustres do F.c.P.
Hoje e alternadeira, mentirosa, nao tem credibilidade enfim....
estranho mundo o dos andrades !!!

Anónimo disse...

João Guerra, descansa: não és o único a esquecer que o Ministério Público não é parte, mas está subordinado aos princípios da objectividade e da imprcialidade. É uma chatice a lei determinar que o MP investiga para arquivar ou acusar. Porque é que a equipa maravilha não examinou a localização celular de Pinto da Costa e da Carolina? Ou examinou e mandou as conclusões para o saco do lixo....