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domingo, junho 08, 2008

Tudo bons rapazes


Entrada promissora de Portugal no grupo A, com uma vitória tão justa quanto natural sobre uma Turquia decepcionante e tímida, que não chega ao calcanhares daquela que em 2002 foi terceira classificada no Mundial da Coreia e do Japão. Portugal entrou forte e personalizado, impôs a sua qualidade individual e colectiva, criando uma supremacia que o adversário nunca foi capaz de contestar. Pepe foi a grande figura do encontro: marcou um golo, cativou a assistência, contagiou a equipa com a sua energia positiva (passe a publicidade...). Mas todos os jogadores se exibiram a um nível excelente, tanto na atitude como no capítulo da concentração, aspecto sempre importante quando se está perante um opositor que passou grande parte do tempo a defender e a explorar, ocasionalmente, o contra-ataque. Raul Meireles, autor do segundo golo na melhor jogada do encontro, conferiu justiça ao resultado. Portugal ganhou 2-0, viu um golo ser-lhe anulado, enviou três bolas aos ferros da baliza da Turquia, mas acima de tudo revelou espírito competitivo suficientemente forte para vencer o grupo A.

3 comentários:

Luís Graça disse...

A equipa surpreendeu-me pela positiva.
A dupla de centrais funciona.
Mas Ricardo não foi posto à prova. Paulo Ferreira não consegue subir pelo corredor esquerdo; Petit tem tendência para a falta; Deco não tem velocidade para fugir a marcações mais em cima.

Cristiano Ronaldo está sob intensa pressão e com vontade de jogar para a bancada. Os nervos vão intensificar-se.

É importante garantir a qualificação já no próximo jogo.

Muito positiva foi a atitude do conjunto.

Anónimo disse...

Estiveram todos muitos bem, jogaram com alma e humildades, nunca desprezando os turcos. Claro que há afinações a fazer, mas em comparação com a República Checa Portugal mostrou mais futebol, mais conjunto, melhor espírito de unidade

sorry disse...

O Pepe,
da escola do
Porto, esteve
muito bem.

E sempre feliz,
sempre sorridente e
positivo, o bom
do rapaz.

Isso é que é.
Com mais esta diferença,
que, não fosse ele teimar em ir
até lá à frente e bem podia acontecer
que, descrente, a malta não atinasse já com
a direcção da baliza, espevitando a turquemada
para nos dar nem sei que lição.
Mas vocês acham que não.

Não, e nem custa crer
que a esta hora ainda o Nuno golo,
no acto de rematar, dissesse, carago,
este meu nome de guerra tenho
é que só me dá azar.