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quinta-feira, março 20, 2008

DE VOLTA AO MUNDO REAL


Desculpem o provincianismo mas não resisto a dizer em relação a New York que depois de lá estar é uma das tais situações que nos fazem dividir o tempo em antes e depois. Não estou a falar de JC, santo das pontes (não as aéreas nem as de betão, evidentemente) e padroeiro do prime time por ocasião da quaresma (não confundir com o cigano do FCP). Pois bem, a minha estreia em NY foi abençoada com dois acontecimentos: o escândalo sexual protagonizado pela senhora Dupre e pelo (ex) governador Sptizer e a queda de uma grua que matou 7 pessoas e pulverizou um prédio da rua 47. O sucifiente para entretar os "media" norte-americanos e pelo que agora percebo também os portugueses. O caso é conhecido, resta saber apenas quanto vai ganhar a senhora Dupre, sendo certo que já tem ofertas na ordem dos 500 mil dólares para posar em pelo. Na semana em que me cruzei na rua com Morgam Freemen e durante a qual pude apreciar a generosa Scarlett Johansson a realizar o seu primeiro filme no Plaza Hotel, vi televisão e li jornais. Não foi propriamente um espectáculo deslumbrante mas foi o suficiente para me deixar um tanto ou quanto descoroçoado. De facto, é outra galáxia. A começar pelos pivots dos noticiários e pelos repórteres de vivos. Os homens são mesmo profissionais! Nada de estagiários imberbes ou de estagiárias histéricas. Não. Jornalistas seniores sobretudo, suportados em emissões dinâmicas, curtas, directas. O jornalismo em todo o seu esplendor, embora não isento de exageros. Passando para o plano da escrita, melhor ainda. Textos escorreitos, cheios de pormenores, reportagens desenvolvidas a várias mãos. Por cá costuma-se dizer, à laia de desculpa, que está tudo inventado. A questão é mesmo essa. Por se pensar que está tudo inventado é que as cópias são pífias. O original, meus amigos, é por um lado um deslumbramento e por outro uma frustração. Porque existe a certeza de que por cá...tudo continuará devidamente inventado. Com a diferença de que, no meu caso, haverá um A-NY e um D-NY.

Há, de factos, momentos em que não deviamos sair de casa.

12 comentários:

Rui V. disse...

Não é por nada, vale o que vale, mas meu caro Eugénio, um pouco mais de brio evitava que errasse os nomes dos 2 actores que refere nesta sua peça.
A bela actriz é Scarlett Johansson, com 2 "t" no 1º nome.
http://www.scarlettjohansson.org/
E o excelente actor que refere chama-se Morgan Freeman, e não Freamen.

De resto, a quallidade do costume.
Boa Páscoa a todos.

Rui

Zé da Póvoa disse...

Eugénio,
Há um ano atrás também estive 12 dias em New York. A verdade é que, para mim, como para ti, passou a haver o antes e o depois. Goste-se ou não daquela gente, a verdade é que vivem num mundo completamente diferente. Andas com sorte, porque à cotação em que se encontra o USD, poupaste uns largos Euros. Não esquecer, em relação à Srª. Dupre, os milhões que vai facturar a contar em livro as flatulências do ex.!

joseph disse...

Ó Eugénio, não embasbaques, não exageres, maricanos até labregos alguém lhes chamou, já...

E são uns sacanas de piratas, invasores, mentirosos, uns aznos e o piorio que tu possas conceber de imorais abusadores.

E então ainda estás pa í com'ò boi?...

dragao vila pouca disse...

Mas ó Eugénio coitados dos que na imprensa caluniam e difamam, como os teus amigos(sabes de quem estou a falar).Pareço o Octávio, mas, tem de ser assim, senão censuras e tenho de me chatear contigo.

Anónimo disse...

Flatulências ????? hahahaha
antes ou depois ?

Anónimo disse...

Em suma tudo aquilo que vocês não são cá em Portugal!! Ou tudo o que o sistema azul deixa ser.

Anónimo disse...

É um jornalismo diferente, mas light e pr'ó espectáculo. Chicago é bom, o teatro velhinho. Já o Plaza está bem bonito - um espectáculo

fogo disse...

Ui, caralho, e eu que ainda não fui tenho que nunca irei à NY maricana...

Que pa piratas e assassinos, basta estar ò lado do cherne ò ir ali à terra de Azno, a Spaña.

NC disse...

Deixe-se de bacoquices sobre os pivots e os programas de TV na América. Muita gente já hoje em Portugal sabe inglês e tem TV por cabo e por satélite em casa, vê a CBS, a NBC, a CNN, o Jay Leno ou a Oprah, já muito pouca gente fica hoje de boca aberta de espanto com esses arroubos de civilização inatingível ao comum dos mortais que V. nos quer impingir...

NC disse...

Ainda lhe quero dizer mais uma coisa. Receio que esse seu deslumbramento com a qualidade da imprensa escrita e falada americana seja um bocadinho proveniente de uma observação algo aligeirada e do nosso ancestral complexo de inferioridade perante a grandeza do Tio Sam. Que a imprensa tem uma força muito grande e que influencia realmente a chamada opinião pública, não se duvida, mas acredite que se publica também muita palha sem conteúdo nem qualidade naquela meia dúzia de jornais realmente importantes e digo-lhe mais, há muito articulista a evidenciar graves erros de conhecimento geográfico, histórico e político, especialmente em relação a tudo o que não é americano ou, pelo menos, de expressão anglo-saxónica. E, de resto, está V. muito enganado se pensa que o cidadão médio americano é um tipo culto e bem informado. Não é!

atirador especial disse...

O eugénio é parvo, e os acéfalos que o acompanham, são maricas !!!
E aqora vão censurar ???

Anónimo disse...

ó Geninho,
Esqueceste-te de emendar o apelido do Morgan como te ensinaram, pá!

É FreemAn e não FreemEn. Eram 2 erros num só. Porra que nem assim!