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quinta-feira, dezembro 20, 2007

Podia ser melhor, mas...


Porque já jantei, aproveito agora o intervalo no Estádio da Luz, pois estou a analisar para o Jornal de Noticias a arbitragem do jovem Hugo Miguel, para fazer uma reflexão sobre os árbitros nomeados para o Campeonato da Europa no próximo ano.

Nunca é fácil escolher a lista dos árbitros que vão arbitrar um Campeonato da Europa de Futebol.
Dificuldade ainda maior quando se vai nomear apenas doze árbitros Europeus.
Desses dozes países temos que verificar que é normal estar nomeados dois árbitros dos países organizadores.
Isto porque quer a Suiça, quer a Áustria têm nos seus quadros dois dos melhores árbitros FIFA do Mundo.
São eles Massimo Busacca e Konrad Platz. Assim sendo, restam apenas dez vagas que com normalidade são ocupadas por cinco países Eslováquia, Itália, Espanha, Bélgica e Grécia que tem árbitros de categoria FIFA ao nível dos melhores do Mundo; Lubos Michel, Roberto Rosetti, Mejuto Gonzalez, Frank de Bleecker e Kyros Vassaras.
E era a partir daqui que Portugal poderia sonhar em ter nas nomeações directas o árbitro português Olegário Benquerença.
Porque, nas cinco vagas que sobram, o nosso arbitro português tinha possibilidades.
Se termos em consideração que a Inglaterra e a Alemanha têm dois campeonatos e dois árbitros que têm tido boas análises nas Champions League, com a entrada de Howard Webb e de Herbert Fandel ficam apenas a faltar três árbitros para completar a lista.
E não me parece que Pieter Vink da Holanda, Tom Henning da Noruega e Meter Frojdfeldt da Suécia sejam melhores que Olegário Benquerença, um árbitro ainda jovem e que já pertence á elite da FIFA.
Tem participado com regularidade nos seminários e em diversos jogos e tem possibilidades de ser nomeado para o próximo Campeonato do Mundo.
É certo que deveria ter sido feito um trabalho externo da nossa Federação e da nossa Liga de Clubes, para dar confiança a Angel Vilar em nomear um português na lista dos efectivos.
Na lista de quarto árbitro, ao lado do português, também estão nomeados dois países e dois árbitros que tinham possibilidade e sonhava em ser nomeados para os dozes principais. Refiro-me a Stéphane Lannoy da França e Ivan Bebek da Croácia.
Mas nada está perdido e nos próximos anos Vítor Pereira pode e deve empenhar-se, para que Olegário Benquerença, Jorge de Sousa e Pedro Proença sejam mais acompanhados, para voltarmos a ter um árbitro a arbitrar jogos no Campeonato do Mundo e no próximo Europeu.
Uma nota final: há uma década sensivelmente a Comissão de Arbitragem da Liga de Clubes terminou com as equipas fixas.
Há 4 anos que a UEFA e FIFA voltaram a nomear os trios do mesmo país e equipas de arbitragem com experiência e com um grande entendimento entre si.

6 comentários:

Anónimo disse...

Oh Leirós
O Benquerença nunca foi bom árbitro. Não merece estar nem como quarto árbitro neste Europeu.
Basta ver as prestações dele no nosso campeonato.
Sabes muito bem que o Olegarinho só foi nomeado para 4º árbitro e está na elite da UEFA por causa do seu amigo colorido, Michel Vautrot.

César disse...

Olegário nem nos 12 melhores de Portugal está... quanto mais nos 12 melhores da Europa!

jabier disse...

Ora, "fizemos grande primeira parte", diz Maurício, que, toscamente e de bandeja, deu os dois primeiros tentos ao adversário, a denunciar fabor, parolice, olhe, sinhor Bieira, se eu não daba pò Benfica, assim jeitoso e amigo...

e ò terceiro nem bi, cosa parecida, supongo!...

Anónimo disse...

• 22:08 - Chi Kung
Reputação, honra e bom nome dos arbitros? estamos no Gato Fedorento?

Comentário no Record ao castigo a PBento sobre os seus comentários à arbitragem (a que alguns chamam roubo)do benfica-sporting.

dustin disse...

Felizmente que lá pela UEFA se dignam a ver as arbitragens miseráveis cá do burgo.A TV Cabo tambem chega à Suiça.Já agora aproveitem bem os 1250 euros da multa do Paulo Bento para o Olegário Benquerença chegar em forma ao Euro e não passar nenhuma vergonha quando for altura de levantar a tabuleta.Hà que elevar bem alto o "bom" nome da classe.

Anónimo disse...

Aí está mais uma vez o reflexo da qualidade dos árbitros que temos presentemente em Portugal: são uns zeros!