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domingo, dezembro 16, 2007

JPP sobre a noite branca (e não só)*

http://abrupto.blogspot.com/

* Magnífico, penso eu de que.

13 comentários:

Anónimo disse...

Nunca pensou em viver na capital ?!

Anónimo disse...

AS COSTAS LARGAS DO FCP

As declarações de Pacheco Pereira em que ele estabelece uma ligação entre a sucessão de assassinatos de pessoas ligadas à noite, o F.C. Porto e o PS Porto seriam risíveis, apesar de insultuosas para as instituições visadas, se não reflectissem também uma visão etnocêntrica, que teima em reduzir os portuenses a portistas. Mas também não é de estranhar vindo de quem um dia descobriu que no Porto se vivia um clima de "guerra civil" só porque ouviu insultos durante uma campanha eleitoral.

Achar que o futebol está na raiz destes crimes é ver pequeno, é esconder as condições sociais, civilizacionais e criminais que permitiram que eles aconteçam. É, se quiserem, equiparável a considerar que o massacre de Columbine pode ser atribuível à música de Marilyn Manson, ou que o aparecimento de grupos de Extrema- -Direita se deve ao Benfica ou ao Sporting.

Quanto à gestão autárquica, acho que sim. Apesar de algumas tentativas, os socialistas não conseguiram inverter o abandono do centro histórico, que, irremediavelmente, se acentuou quando, em anteriores mandatos, começaram a desenraizar-se populações para os bairros sociais. Mas, e o senhor que lá está agora, vai para sete anos, não tem nunca contas a prestar? Acabar com as instituições de apoio social no centro histórico ou desmantelar o Observatório de Segurança contam como factores positivos? E o que tem feito o Conselho Municipal de Segurança durante estes meses? Existe?

O presidente Rui Rio, tão lesto a acusar a Polícia de baixar os braços, devia olhar para a sua autarquia e explicar aos munícipes como tem permitido que tantas discotecas, essas sim no cerne destes crimes, funcionem sem licença, sem ser encerradas, ajudando à sensação de impunidade em que esta gente se movimenta.

Crimes como estes não são facéis de explicar, as suas razões profundas são difíceis de entender . Fácil, fácil, é dizer que a culpa é do F.C. Porto.

(Por David Pontes no "Jornal de Notícias" em 14-12-2007)

Anónimo disse...

COMPANHEIRÃO

Para Pacheco Pereira não há por aí crime violento que não envolva a claque do FC Porto. Assim mesmo: uma claque! Ora, em boa verdade, entre os sócios do FC Porto, não há uma claque e sim duas.

É pelo rigor, ou pela falta dele, que podemos avaliar se uma opinião está destinada ao debate de ideias ou a alimentar uma campanha. No caso, conforme sublinharam os outros dois comentadores do programa "Quadratura do Círculo" da SIC Notícias, Jorge Coelho e Lobo Xavier, não é intelectualmente aceitável circunscrever a escalada de crimes violentos ao futebol, a uma claque e a uma cidade.

No caso de Pacheco Pereira, é tanto mais impróprio quanto a sua ambição ao reconhecimento público como intelectual e guia de opinião. E até uma ameaça na medida em que ele ostenta os títulos de professor, sociólogo, historiador e do seu currículo fazem parte cargos públicos como o de ex-deputado, ex-eurodeputado, ex-dirigente nacional do PSD e ex-mandatário de Rui Rio na primeira candidatura à Câmara Municipal do Porto.

Aliás foi num desses momentos da sua vida pública, precisamente a primeira campanha eleitoral de Rio para a presidência da Câmara, que Pacheco revelou ter sido ameaçado fisicamente, em plena Ribeira do Porto. Já na altura, dissera ele, pela tal claque.

Que este episódio de uma campanha eleitoral do PSD anti-Pinto da Costa, à época apoiante do regresso de Fernando Gomes à presidência do município, sirva, agora, de nexo de causalidade para uma campanha extra-eleitoral é verdadeiramente nojento.

Mas de Pacheco Pereira podemos esperar tudo desde que vivamos na Área Metropolitana do Porto. A mais recente testemunha disto mesmo foi Luís Filipe Menezes e o seu "staff" cujos métodos na campanha eleitoral para a presidência do PSD o companheiro Pacheco comparou ao então muito falado bando do multibanco.

Um companheirão, este companheiro Pacheco que, além do mais, deve sofrer de autismo. De outro modo, teria dado ouvidos ao companheiro Rio que já declarou que em vez de tanto Apito Dourado do que as polícias deviam tratar em força era desta onda de criminalidade violenta.

(Por Manuel Tavares no jornal "O Jogo" em 14-12-2007)
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Anónimo disse...

Li no TRIPORTO.BLOGSPOT.com vários artigos de opinião sobre o assunto, curiosas como : "De novo o ódio de PP" ou "Quo Vadis Pacheco?"

Anónimo disse...

Eugénio, o JPP é um homem de ódios e nunca perdoará o que viveu numa noite de campanha eleitoral quando se viu confrontado com centenas de arruaceiros conotados com a claque Super Dragões. Ninguém lhe fez mal, ninguém lhe tocou, só ouviu das boas, mas o Pacheco borrou-se todo. E isso ele não esquece, nem perdoa.

zé da quina disse...

"Têm pouca sorte comigo, porque menos "mouro" que eu é difícil."

tá bem, tá, que bem prega o frei tomás, mas mais mouro eu nunca vi, nossa sinhora, em toda a sua prepotência berborraica dos maiores açambarcadores da ideia, um bisbilhoteiro, carrascão, sabujo das causas mais deprimentemente soezes, qual essa do invasor do Iraque, busha a pago de judeus do dinheiro

e treta e manha não lhe falta, que ninguém o dirá, aí, por certo, o tipo desinteressado e a respeito de alguma cousa equidistantemente honesto

pois deus nos livre, minha nossa, de tais pachecos...

Guarda Abel disse...

Eugênio Queirós do Correio da Manhã, foi violentamente empurrado para fora do corredor de acesso à cabine do Fcporto no Estádio do Restelo. Apresentou queixa na PJ que acabou arquivada por não conseguir identificar os agressores.

Andavas a cheirar o que não devias?
Faltou-te a memória depois?
Deves ter levado um bom aperto...

já tou cheio que tipos como o JPP se armem em paizinho de todos os portuenses... disse...

Este pacheco faz-me lembrar os missionários, que obrigavam as tribos nativas a acreditar num Deus à força...
Reduz os portuenses a fanáticos dos super-dragões e acredita piamente que o resto da populãção está subjugada ao Pinto da Costa, Reinaldo Teles e etc...
Eu acho que ele acredita mesmo no que diz, o que é no minimo estranho, até diz que é adepto do F.C. do Porto e que é o menos "Mouro" (estará com medo de algo?)...
Sou do Porto, não sou portista, mas não partilho das ideias extremamente negativistas que JPP difunde, a cidade dele só teria monumentos, livrarias, teatros, museus, não se praticava desporto, futebol muito menos, as lides políticas seriam regidas por pensamentos saídos do seu ilustre intelecto... e toda a gente usaria barba, mulheres incluidas!

ze da povoa disse...

É preciso desmistificar uma coisa: PP é da região de Aveiro (Feira/Ovar). O facto de a sua mãe ter vindo receber assistência à Ordem do Terço quando ele nasceu, não faz dele um Portuense. E, de facto, não é. De outro modo, qualquer rafeiro, nascido numa sarjeta do Porto, quando a mãe por aqui passava, também seria Portuense!

Anónimo disse...

ora vamos lá ver se nos entendemos, ele diz que nasceu na sé como é?

Anónimo disse...

ok, confundi a ordem do terço com a da trindade, façam o favor de corrigir...

Anónimo disse...

o JPP devia ter um encontro imediato com o Rei de Espanha:
"- porqué no te callas?"

Anónimo disse...

Caro Eugénio,
este senhor JPP (não confundir com o grande Jean-Pierre Papin) fez as declarações que fez na TV, usa o blog que indicou para disparar em todos os sentidos, faz as afirmações e deduções que faz não poupando instituições, pessoas, clubes, ninguém. De premeio, ainda aponta com dedo inquisidor para os que supostamente apelam à violência e aos insultos à sua pessoa. É...nem o Fórum do Portal dos Dragões escapou, veja lá. Não lhe respondo à letra apenas pelo seguinte...dos outros "visados" ninguém lhe passou cartão nenhum. Não sou eu que me vou agora armar em "original", até porque não conheço o personagem de lado nenhum.

Obrigado pela atenção dispensada.

José Carvalho
Admin. do Portal dos Dragões
http://www.fcporto.ws