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sexta-feira, julho 27, 2007

CONDUTAS


Há a convicção de que os jornalistas que fazem a cobertura do processo Apito Dourado têm a cobertura do Ministério Público e que, como tal, tudo lhes cai nos braços. Admito que esta seja uma tese plausível se tivermos em conta outros processos. Neste, pela parte que me toca, está longe de ser o caso. É verdade que o processo está longe de estar blindado mas também é certo que nem sempre é fácil encontrar a ponta da meada. É um trabalho ingrato porque implica, sobretudo para quem está no desporto, incompatibilidades várias num ambiente onde por norma dominado por pactos de não agressão. É a vida, como diz o 'Avô Metralha', que acaba de sair da prisão e ainda não tem a certeza se vai ou não voltar a roubar. Não posso falar pelos outros, apenas por mim e pelas pessoas que conheço, e posso garantir que este não é um jogo com dados viciados. Este é apenas um jogo onde o mais difícil é ter a coragem para dar a notícia má sobre pessoas que muitas vezes foram boas connosco. Não chega a ser um dilema mas é algo que, mais tarde ou mais cedo, acaba por ir ao nosso encontro numa esquina qualquer...

Ossos do ofício comuns a quem tem por mister contar a vida dos outros.

13 comentários:

Anónimo disse...

Vou chorar...

Anónimo disse...

condutas de um pau mandado dos lampiões.


ganha vergonha!

Anónimo disse...

Porto contra Lisboa
Guerra entre gémeas Salgado alastra ao DIAP


A PSP recusou fornecer segurança pessoal a Ana Maria Salgado com base num relatório do DIAP de Lisboa. O DIAP do Porto ficou descontente.



Ana e Carolina Salgado: apenas a segunda tem protecção policial




A recusa do Comando Central da PSP em fornecer segurança pessoal a Ana Maria Salgado, depois de ter atendido a idêntico pedido feito pela sua irmã gémea Carolina, está na origem de um profundo mal-estar entre os DIAP (Departamentos de Investigação e Acção Penal) do Porto e Lisboa.
Os responsáveis pelo DIAP do Porto não gostaram de saber hoje que a PSP justificava a recusa em garantir a segurança de Ana Maria num relatório do DIAP Lisboa.
O pedido de atribuição de segurança a Ana Maria foi apresentado no passado dia 17 pelo procurador Almeida Pereira, do DIAP do Porto, e por duas vezes reiterado.
Foi a primeira vez que um pedido de protecção de testemunha feito pelo DIAP foi recusado pela PSP.
A divergência entre os dois departamentos da PGR foi confirmada ao Expresso por uma fonte judicial.
O Ministério Público tornou-se uma baixa colateral da guerra fraticida entre as gémeas Salgado, que transbordou para o domínio público depois de Ana Maria ter desmentido muitas das informações publicadas pela irmã no livro "Eu Carolina" e que estão na base da reabertura de vários processo judiciais no âmbito caso "Apito Dourado".

Cara Lavada disse...

A alegada combinação entre o jornalista António Tavares-Teles e o presidente do FC Porto, Jorge Nuno Pinto da Costa, para a publicação de uma notícia que pretendia chantagear a Liga e a Federação portuguesas de futebol está a ser analisada pela Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ), confirmou ao CM o presidente da entidade.

Então e o director do jornal, que quis dar destaque ao ditado do PC?

Anónimo disse...

Podes é começar a ver a triste figura que andas a fazer...

Anónimo disse...

Porto contra Lisboa

Guerra entre gémeas Salgado alastra ao DIAP
A PSP recusou fornecer segurança pessoal a Ana Maria Salgado com base num relatório do DIAP de Lisboa. O DIAP do Porto ficou descontente.


Ana e Carolina Salgado: apenas a segunda tem protecção policial





A recusa do Comando Central da PSP em fornecer segurança pessoal a Ana Maria Salgado, depois de ter atendido a idêntico pedido feito pela sua irmã gémea Carolina, está na origem de um profundo mal-estar entre os DIAP (Departamentos de Investigação e Acção Penal) do Porto e Lisboa.
Os responsáveis pelo DIAP do Porto não gostaram de saber hoje que a PSP justificava a recusa em garantir a segurança de Ana Maria num relatório do DIAP Lisboa.
O pedido de atribuição de segurança a Ana Maria foi apresentado no passado dia 17 pelo procurador Almeida Pereira, do DIAP do Porto, e por duas vezes reiterado.
Foi a primeira vez que um pedido de protecção de testemunha feito pelo DIAP foi recusado pela PSP.
A divergência entre os dois departamentos da PGR foi confirmada ao Expresso por uma fonte judicial.
O Ministério Público tornou-se uma baixa colateral da guerra fraticida entre as gémeas Salgado, que transbordou para o domínio público depois de Ana Maria ter desmentido muitas das informações publicadas pela irmã no livro "Eu Carolina" e que estão na base da reabertura de vários processo judiciais no âmbito caso "Apito Dourado".











sr. "jornalista", continue a assobiar para o lado e a usar palas...

Anónimo disse...

Tanto estão a "PERSEGUIR" que o "feitiço" pode-se virar contra o feiticeiro...

Anónimo disse...

olha ó "inteligente"....


http://sol.sapo.pt/EdicaoImpressa/1Caderno.aspx

Anónimo disse...

tamém
os jornalistas
não precisam de saber
desses meandros, se vem tudo
escrito no Sol, a cada dia de sábado

amélie

Anónimo disse...

eugénio mata-te. é um favor que fazes ao mundo.

e leva o khadaffi e a mizé contigo.

Anónimo disse...

envergonhas o jornalismo.

tu e 99.99999% dos jornalistas desportivos deste País.

ainda não tenho a certeza que haja um que escape da vergonha,mas como sou um homem de fé..


Faz-te homem e candidata-te ao jornal Benfica.
Ou entrega o teu cartão e dedica-te à pesca.

Anónimo disse...

Porque será???!!!

Há dias, O PATO recebeu um e-mail de uma senhora que - é ela quem começa por dizê-lo - “não se pode expor com receio de represálias internas”, uma vez que é “pessoa ligada às investigações do processo Apito Dourado, cujas intenções iniciais” - acrescenta - “eram as melhores”, rematando contudo: “Estou profundamente desiludida”.
E avança porquê: porque, segundo ela, essas investigações “foram completamente direccionadas” - indica por quem - “escolhidos alvos previamente definidos e cometidas uma série de ilegalidades e notórios erros processuais, que necessariamente vão matar o processo, em que muitos trabalharam de boa fé”. Levantando em seguida muitas questões que enumera, e que, segundo ela, foram deixadas de lado; para adiantar um conjunto de “elementos para uma investigação que deveria ter sido feita e não ocorreu, mas que está muito a tempo de se fazer”, embora “ninguém tenha mostrado interesse em investigá-las”.
Por exemplo:
- Investigue-se a realização de reuniões secretas em Lisboa, e outras no Bar Privado, também em Lisboa (...), testemunhadas por muitos funcionários deste local;
- Investigue-se quanto pagou quem alojou Carolina Salgado para esta dizer o que disse, e quem na PJ deu suporte a essa estratégia;
- Investigue-se, agora que se fala tanto da Bragaparques, qual a ligação dessa empresa (a um determinado clube e ao seu presidente e às sociedades de um outro presidente de clube);
- Investigue-se a ligação (de um árbitro a uma determinada Câmara Municipal) e as ligações do presidente dessa Câmara ao presidente do clube da terra a uma grande empresa, etc., etc., etc. Tudo isso, continuando na EPUL, no caso-João Pinto, na transferência do jogador Marcel para o Benfica, mas (também) ligações de um presidente de um clube com a PJ de Lisboa, e por aí fora.

Anónimo disse...

"e leva o khadaffi e a mizé contigo"

ai, desabafo, que ele há coisas engraçadas...

como essa do PATO, do Bar Privado de Lisboa, ligações a empresas, a presidentes de clubes e de câmaras, como a amizades de árbitros e PJ's, e tudo num à-vontade de mizés & khadaffi's

ma quem é que quer mais?
só se nos fazem mais estúpidos... e ka giro!

amélie