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segunda-feira, julho 23, 2007

(ainda)TOU AQUI...

Quando rebentou, para PC, o processo Apito Dourado, em Dezembro de 2004, pouco antes da final da Taça Intercontinental que o FCP ganhou nos penáltis contra o Once Caldas, a relação do presidente do FC Porto com Carolina Salgado corria sobre rodas. Mas não demorou muito a começar a descarrilar. Seis anos de vida conjugal não foi recorde de PC, que antes esposara uma ex-secretária, mas quem conhecia a "peça" e conhece melhor o líder e criador dos dragões muito se surpreendeu com o prolongamento do caso, que foi muito para além do desempate através de pontapés da marca dos 11 metros. Correu o ano de 2005 sem grandes sobressaltos judiciais e com sinais evidentes de que o processo podia esmorecer para o lado de PC. O que se confirmou no início de 2006, com o arquivamentos dos principais casos. Num momento em que os sinais de rescisão contratual entre Carol e PC já eram evidentes. O presidente refugiava-se numa fortaleza depois de ter andado de avião. Estava tudo assim posto em sossego, quando o novo PGR decidiu fazer uma ruptura com o modorrento e trapalhão passado do seu antecessor, Souto Moura, maestro do caso onde todos piam e ninguém prova nada para além de umas tantas paneleirices também comuns em S. Bento, na Lapa ou no Parque Eduardo VII. Pinto Monteiro, o novo PGR, joga a rainha de copas sobre a mesa. A famosa Morgadinha dos Tribunais reúne um "dream team" e tenta apanhar os cacos e os processos perdidos na volta do correio (como o caso da possível viciação das classificações dos árbitros). Mas fá-lo já com o livro "Eu, Carolina" nas bancas. De outra forma duvido que avançasse para o haraquiri... Foi só pegar na história e acrescentar-lhe o depoimento da heroína. Tecnicamente o bastante para poder reabrir os processos já arquivados, provocando ataques de caspa e de urticária nos magistrados do MP que os arquivaram. Morgado tentou reduzir os danos mas é claro que linguagem jurídica não passa para os "media" porque só mesmo os juristas têm pachorra para tanto... Volvidos 6 meses, o trabalho da equipa de Morgado está praticamente concluído, enquanto em Gondomar se prepara o início do julgamento de 24 arguidos, naquele que é o caso originário do Apito Dourado. Os casos reabertos que foram para acusação estão agora em fase de instrução (6 meses, no mínimo) e só lá mais para diante se saberá se o juiz de instrução se decide pela pronúncia, também passível de recursos. Adivinham-se diversos e variados incidentes processuais, com recursos para tudo o que for tribunal. A estratégia costuma ser, nestes casos, adiar ao máximo, até ao limite da prescrição, colocando um eventual julgamento muito longe do local e do tempo do "crime". É neste hiato que se verá se a rainha de copas não acaba decepada pela sua própria espada. Repare-se: há dois meses, a co-autora do famoso livro, Fernanda Freitas, mudou de trincheira e agora foi a própria irmã gémea de Carolina, Ana DC, a também baldar-se. Resta a ex-primeira dama que num dia de aniversário percorreu o relvado e foi receber uma coroa de flores dos superdragões, entregue pelo Macaco Líder. Sem o depoimento de Carolina em julgamento, PC poderá começar já a pensar em dormir descansado - o processo será igual a uma mão cheia de nada e outra de coisa nenhuma. Com Carol firme como uma rocha será diferente. A questão continua a ser: terá a calorosa dama que PC conheceu na noite "pneus" para tantas voltas na pista. E quem diz pneus também pode dizer gasolina...

9 comentários:

Anónimo disse...

Caro Eugenio:
Teria sido preferivel se a Maria Jose Morgado tivesse a coragem de dizer que os processos foram mal arquivdos, do que usar Carolina Salgado.
Repare que a professora já está a contar uma historia diferente, a irma tambem, o pai coitado, está completamente abatido com isto.
Perante isto, como manter a dignidade das pessoas, a dignidade da justiça e a dignidade das instituições?
O problema é se existiu de facto algum investigador que tenha feito algo fora da lei para avançar com este processo, a justiça tambem pode estar em xeque, e temos que averiguar essa situação.

Quanto à instrução, nenhum juiz quer peixeiradas destas em tribunal, isto é pobreza a todos os niveis que temos assistido desde o lançamento do Eu,Carolina.

Mais vale fechar o Pais para obras.

Anónimo disse...

tavas incluido no lote dos 8 com o pinhão com bolor e com o trengo lorpa aka manha?

ou não te reconheceram valor na altura?

talvez seja hora de te pagarem umas viagens também.

pelo que fazes,já mereces reconhecimento lá de baixo.


aproveita e não voltes cá para cima.

a malta agradece!

Anónimo disse...

O caso está resolvido a favor de Pinto da Costa...e o resto é conversa.

Não vai ser necessaria a "bomba nuclear"

Anónimo disse...

Deixe-se de "TRETAS",cada vez há mais gente a acreditar que isto foi um verdadeiro "COZINHADO LISBOETA" como alguém já lhe chamou!!!!!!

Anónimo disse...

antes de começares novelas inventadas e inspiradas por um cachecola vermelho que não o do leixões...


http://dn.sapo.pt/2007/07/23/desporto/filipe_vieira_acusado_manipular_caro.html


nada que não se soubesse.

mas quem tem palas,faz por não ver.

Anónimo disse...

Quem coloca reticências ao valor de Um Carlos Pinhão ou de um João Querido Manha não pode passar de uma simples esfregona do jornalismo. E quanto ao JNPC vamos dar tempo ao tempo e talvez ele vá jogar as damas para o xadrez juntamente com o seu amigo Vale de Azevedo.

Anónimo disse...

há gajos com uma imaginação engraçada.

quem admira Joao Querido Manha,nem precisa de mais atenção.
´

coitado.

Anónimo disse...

Isto ainda agora começou. Eu vou-me fartar de rir quando os benfiquistas cansados de tanto clamar por justiça forem surpreendidos com o ataque que PdC se prepara para efectuar. Depois quero ver esses critérios.

"Todos" têm telhados de vidro e depois é vê-los a cair que nem tordos...

O ultimo engraçado que tentou incriminar PdC foi o que se viu - entenda-se é o que se vê.

O negócio dos pneus tem muito que se lhe diga. Prestem atenção.

Anónimo disse...

Continuas a navegar em águas turvas e a dar uma no cravo e outra na ferradura. És uma cavalgadura e bem enquadrado no actual panorama da Imprensa destrutiva. Vais como a Morgado: prò galheiro!