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quarta-feira, dezembro 27, 2006

APITADELAS


O CM de hoje dá destaque ao facto de Simão Ribeiro, ex-dirigente do Penafiel e 2.º secretário da mesa da assembleia geral da Liga, ser arguido no Apito Dourado, embora mais uma vez a confusão de instale quando se diz em título que é um dos acusados. Arguido foi, acusado não será. E convém lembrar que depois de arguido e acusado há ainda o condenado. E ainda ninguém foi neste processo. Já nos vamos acostumando a este tipo de refogados mas talvez não seja má ideia aproveitar a oportunidade para salientar que na Conselho de Arbitragem da lista de Madaíl para a FPF há, sim, arguidos que já foram acusados no âmbito deste processo e por questões relacionadas com aquele conselho, como é o caso de Francisco Costa, n.º2 candidato a n.º1 (depois da Lei de Bases) naquele órgão. Isso, sim, é que é grave.

3 comentários:

Anónimo disse...

É, o CM vai na esteira do que fez de sentenciados no processo Casa Pia. Só que continua a mancar em termos de isenção e oportunidade jornalística. Ou não é assim?...

Alphonse Capone disse...

Caro Eugénio, deixe que lhe faça um reparo. Na lista de sites pertencentes aos clubes há um lapso que considero grave e que só contribui para a desinformação dos leitores que não estão por dentro da realidade. Desinformação essa que é também feita pelos meios de comunicação. Quando se refere à Académica e põe o link para www.aac.uc.pt está a faze-lo correctamente. Este é o site da verdadeira Associação Académica de Coimbra, instituição com mais de 100 anos de existência, a equipa da sua secção de futebol disputa o campeonato distrital. Quando se quer referir à equipa que disputa a principal divisão de futebol o nome não está correcto nem o site para onde somos enviados! O mesmo se aplica ao presidente da AAC que não tem nenhum processo onde é arguido, nem o actual nem o já eleito, julgo eu!

Cumprimentos e continue o bom trabalho do qual só grande apreciador e assiduo leitor!

Anónimo disse...

desculpas...

Se realmente está na Liga para benefício do futebol português e não por interesses pessoais (dele ou de outros), a partir do momento que é suspeito tem que sair de cena. Mais nada.