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sexta-feira, novembro 24, 2006

Porque amanhã é sábado

Duas amigas casadas, totalmente bêbadas, sentiram uma vontade
irresistível de fazer xixi. Apavoradas e bêbadas, sem outra alternativa,
pararam o carro e decidiram ir assim mesmo dar uma mijada no cemitério.
A primeira foi, se aliviou, e então se lembrou de que não tinha nada para se
secar. Pegou a calcinha secou-se e jogou-a fora.
A segunda, que também não tinha nada para se secar
Pensou: "Eu não vou jogar fora esta calcinha caríssima e linda."
Então pegou a fita de uma coroa de flores, que estava em
cima de um túmulo, e colocou para não molhar a calcinha.
No dia seguinte um dos maridos ligou pro outro e disse:
"- A minha mulher chegou ontem em casa bêbada e sem calcinha.. terminei o casamento".
O outro:
"- Você tem sorte, a minha chegou em casa com uma faixa presa na bunda com inscrição:
"Jamais te esqueceremos - Vagner, Moisés, Renato e toda turma da
faculdade"
Enchi ela de porrada"

3 comentários:

Anónimo disse...

Não brilhou nos relvados enquanto jogador, mas é acusado de driblar o fisco com o recurso a tácticas elaboradas. Em 2000, quando declarou ao fisco 49,1 mil euros em rendimentos de IRS, José Veiga, o agora ex-director do Benfica, "agenciou" negócios de milhões de euros.

A listagem das transferências de 2000, na qual pontificou Luís Figo, do Barcelona para o Real Madrid, valeu o seu peso em ouro. Paulo Bento, Bruno Caires e Hugo são outros exemplos. Só a transacção da então estrela do futebol europeu , Figo "valeu" ao então "empresário FIFA" um volume de negócios de 37,5 milhões de euros. Claro, falta referir João Pinto, do Benfica para o Sporting, negócio que na data foi propagandeado como sendo a "custo zero".

Nos anos seguintes mais super-estrelas do futebol mudaram de emblemas: em 2001, Jardel saltou do Galatasaray para o Sporting por uns "declarados" cinco milhões de euros. De rendimentos brutos desse ano, o conhecido "Mr. Veiga" no mundo dos negócios, ao preencher a declaração de IRS, terá colocado uma cifra de 56,1 mil. Um salário bruto mensal de quatro mil euros, um pecúlio ao alcance da classe média.

No ano seguinte, em 2002, Veiga terá declarado remunerações de categoria A do IRS de 55,5 mil euros anuais. Em 2003, os seus rendimentos - para consumo do fisco - terão andado na casa dos 55,7 mil euros.

Para estes ganhos típicos de "classe média", 2004 foi um ano memorável. Em Abril, entra no Benfica e os seus rendimentos disparam para os 165 mil euros. Na época seguinte, já auferia em salários (do Benfica) cerca de 221 mil euros anuais.

Perito no "planeamento fiscal agressivo"? Aparentemente, Veiga é tão bom nos negócios de "agenciamento" de jogadores como em "limpar" os dividendos da tributação. Os " veículos fiscais" - como os famosos off-shores - pareciam justificar a "fuga" da matéria colectável.

A verdade é que a "ficha" de "Mr. Veiga", bem como das suas empresas - com a Superfute à cabeça -, no fisco não é pacífica e os conflitos perduram há mais de uma década. Frente a rendimentos próprios de classe média, mas com volume de negócios multimilionários, o fisco reclama impostos de milhões de euros.

Em 2000, só em IVA e em seu nome pessoal, Veiga tem pendente uma liquidação no valor um pouco superior a um milhão de euros, que já deverá ascender a 1,4 milhões de euros, com os juros acumulados. A Superfute - entretanto extinta - colecciona dívidas em IVA e IRC (imposto sobre lucros) desde 1996.

Um terço do ordenado mensal gozado enquanto director do Benfica (uma parcela de seis mil euros) é retido na fonte, como resultado de uma execução fiscal. Outros bens foram "executados": bens da Superfute, acções do Sporting, Estoril Praia, camarote no Estádio da Luz.

Anónimo disse...

www.diadoadepto.leixoessc.com

antonio boronha disse...

um forte abraço pelos colegas e amigos.