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segunda-feira, novembro 27, 2006

Dança de treinadores

Um ponto da situação antes do bacalhau e das rabanadas que alguns ainda se arriscam a não comer. O FC Porto começou com Co Adriaanse mas o treinador descartou-se perto do início oficial da época porque PC não quis contratar os jogadores holandeses que tinha em carteira e o balneário estava um bocado farto das tiranices do treinador. Quem pagou foi o Boavista, que perdeu Jesualdo quando a época estava armada e teve de descobrir Petrovic, ao que consta indicado por Adriaanse para o lugar que hoje ocupa Luís Castro, ex-Penafiel, no comando técnico da estrutura do futebol jovem portista. Petrovic goleou o Benfica e kaput, dando o lugar a Jaime Pacheco, pela terceira vez contratado pelo clube do Bessa depois de uma bela e tranquila temporada de praia no Aterro. Os grandes de Lisboa escaparam a este fúria, com Paulo Bento firme como a rocha do conde de Óbidos e Fernando Santos a oscilar entre o Pragal e Sete Rios. No Sp. Braga, Carlos Carvalhal venceu o FC Porto e conseguiu a qualificação para a fase regular da Taça UEFA mas não chegou e aproveitou a vaga deixada em aberto em Aveiro por Augusto Inácio, que trocou 15 mil euros por 40 mil euros que lhe paga um clube grego com nome de croissant de microondas. Quem se tramou aqui foi a Naval, que perdeu o seu treinador e a embalagem, com Rogério Gonçalves a estrear-se com uma vitória sobre o Benfica. No Nacional da Madeira, Brito, como sempre, começou mal mas já é...4.º, mostrando ser o treinador competente que foi no Rio Ave e, já agora, também no Boavista. Em Leiria, a aposta em Domingos está para durar enquanto em Setúbal Hélio já foi à sua vidinha, dando o lugar a Toni, o treinador que fez milagres no Estrela mas que acabou trocado por Faquirá, o mister da cama elástica, que por lá continua, com evidentes sinais de retoma. Voltando à Madeira, o Marítimo de Ulisses é uma verdadeira multinacional e tem pontuado, tendo mostrado frente aos grandes que é uma equipa com estaleca à qual falta, porém, um bocadinho assim. No Paços, Mota & companhia, mas que mais havia de ser? Em Coimbra, Manuel Machado também confirmou os maus arranques mas a equipa, que tem um super orçamento, está finalmente a equilibrar-se, assim se provando que o professor pode não ser um génio mas faz muito por isso. Em Belém, Jesus não aquece nem arrefece e não tarda nada os velhinhos vão começar a roer-lhe na casaca... Por fim, Neca e o Aves voam baixinho mas estão na luta, que é o que interessa.

A coisa promete para a 2.ª volta.

2 comentários:

lup51 disse...

olha outro que ja acha que 3-0 é goleada... nunca foi

Anónimo disse...

porco