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quarta-feira, outubro 18, 2006

Rien a faire

Um grande pontapé, sem dúvida, do senhor da imagem com nome impronunciável. Mas a...25 metros da baliza e em diagonal. Não poderia Ricardo tem feito melhor? Talvez não. Nem contra 10 o Sporting conseguiu jogar de igual para igual com uma equipa atleticamente muito mais forte. Défice leonino a começar em Liedson - por muitas voltas que dêem a verdade é que está a fazer um mau arranque de época... - e a acabar em Bueno, um ponta-de-lança muito mauzinho, sem lugar nesta equipa. Alecsandro, ao jeito de panzer, consegue ser melhor mas não muito. Aos miúdos, claro, não se pode pedir muito mais. De qualquer forma, os leões continuam em segundo. Já todos sabiam que não ia ser fácil mas a verdade é que as coisas estão melhor que o expectado (?).
PS - Obviamente quem fala em Bueno pode falar também em Fonseca (custa-me tratar o homem por Kikin), anunciado como grande contratação e apenas um cavaleiro da triste figura sempre que entra em campo. Será que quem tinha razão era o extravagante Ricardo La Volpe?

3 comentários:

Mustaine disse...

Do local de onde o Domador de Porcos rematou até ao poste onde a bola entrou, ainda se contam uns bons 32 metros ;)

Futebolpensado.blogspot.com

O LEÃO DA ESTRELA disse...

Tal como disse um dia o então grande “capitão” Pedro Barbosa, que agora desempenha as funções de director para o futebol, “o Sporting é uma boa equipa, mas ainda não é uma grande equipa”. E neste Sporting-Bayern de Munique, da 3ª jornada da Liga dos Campeões, assistimos a um jogo entre uma “boa equipa”, o Sporting, e uma “grande equipa”, o Bayern de Munique – que é mesmo uma das melhores equipas do mundo da actualidade.
A “boa equipa” apresentou o meio-campo mais jovem e menos experiente desta Liga dos Campeões face a uma “grande equipa” cuja maioria dos jogadores já registam mais de 40 jogos na mais importante competição de clubes a nível mundial. E estas são diferenças que contam e que pesam. E pesaram tanto que o Bayern de Munique conseguiu o seu golo na fase de jogo mais desconcentrada da equipa portuguesa, aproveitando uma das raras oportunidades de que dispôs. Depois bastou aplicar uma organização defensiva quase perfeita, unicamente destinada a manietar o futebol escorreito e veloz que tem sido a imagem de marca deste Sporting.
Ainda assim, e não obstante a discrição exibicional de algumas figuras nucleares, nomeadamente Nani, os “leõezinhos” bateram o pé ao gigante de Munique e estiveram mesmo à beira de empatar, não tendo faltado oportunidades até para virar o jogo. Mas faltou discernimento, faltou a “dose certa” nos momentos decisivos. Faltou saber explorar a vantagem de jogar toda a segunda parte contra dez. E faltou sorte, também. Em suma, faltou a tal diferença que separa as boas equipas das grandes equipas.
O Sporting – que voltou a perder somente pela diferença mínima como em todas as raras derrotas desde que Paulo Bento é treinador – chega ao final da primeira volta desta fase de grupos da Liga dos Campeões com quatro pontos, um pecúlio que já corresponde a uma boa campanha europeia se tivermos em conta que estamos a falar de uma equipa que foi dada antecipadamente como afastada da segunda fase porque iria disputar o grupo mais difícil da competição...
Só que em futebol tudo é possível. E foi possível ganhar ao Inter e empatar com o Spartak, em Moscovo. E tudo continua a ser possível nos três jogos que faltam. Haja discernimento e serenidade. Haja trabalho e confiança. E haja pés assentes no chão...

Franco disse...

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