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segunda-feira, julho 17, 2006

Vai no Batalha!

Esta estória do Chelsea já começa a irritar. O homem que começou a vender patinhos de borracha e que contratou o "Special One" compra quem quer e quem lhe apetece. Virtudes do capitalismo selvagem... Sobra apenas o desejo de ver de novo o Chelsea baquear na Liga dos Campeões, pois o mata-mata é mesmo assim, nem sempre mata o mais forte e o melhor. Se assim não for, o futebol europeu será muito parecido com a Fórmula 1 no tempo em que o Schumacher chegava a Julho e podia ir para as Maldivas curtir que ganhava o campeonato na mesma.
Por cá, Rui Costa mais parece o salvador da pátria benfiquista. Exagero. Nem o Benfica é tão fraco sem ele, nem o Benfica com ele é assim tão forte. Mas tá bem: o produto sai bem em tempo de férias de Verão.
Rui Alves, o inacreditável e quase odioso presidente do Nacional, aterrou de grua no campo que tem o seu nome. Não deixou de ser um momento extraordinariamente simbólico pois ao que consta foi com gruas, guindastes e máquinas de fazer cimento que o presidente nacionalista fez a sua fortuna na pérgula ilha.
Queixa-se o director de um jornal desportivo da má qualidade do português que lhe é descarregado em forma de currículos. São pontos de vista. Bem prega frei Tomás depois de ter permitido o desperdício de jornalistas que não sabem apenas dar notícias mas que também as sabem contar sem cair nos pindéricos lugares comuns que são uma praga na imprensa da especialidade.
Segundo os jornais, o árbitro Paulo Costa e o ex-árbitro Jorge Coroado, quase totalista nos comentários à arbitragem na Comunicação Social, picaram-se em pleno crematório, onde ainda se velava o corpo de Vítor Correia. Sem querer fazer piadas de mau gosto, acho que aquele, sim, é um local adequado para o homem a quem todos chamam "maluco" nas folgas dos dias em que não o tratam por "louco".
Luís Filipe Vieira já é águia de ouro. Dois sócios do Benfica votaram contra. Os jornais dão-nos apenas esta nota seca, omitindo os nomes e as razões dos sócios que impediram a unanimidade. Ou seja, o costume. A propósito: consta que Pinto da Costa terá feito este comentário quando soube que o seu consócio Vieira era águia de ouro: "Vai no Batalha".

39 comentários:

camarao disse...

tens a certeza que o PdC fala assim tão mal português?

Anónimo disse...

Só um pasquim como O NOJO aceita publicar opiniões de um maluco.
Ai que saudades do tempo em que havia em jornal desportivo no Porto que era uma autoridade em arbitragem.

Anónimo disse...

saudações grande Eugenio!!!

o aguiamoribunda.blogspot está de volta e em forçaç

a pergunta da semana é, quem passou o cheque é britalar pelas obras do centro de estágio dos lampiões no seixal???

mais um branqueamento de capitais, mais uma vez os pagadores de impostos deste país pagam algo para os lampióes, pagamos o estadio, pagamos o futre e ãinda vamos ter de pagar dois cacilheiros para os murcões irem treinar, enfim!!

Aurelio estorninho

Anónimo disse...

e ainda pagamos impostos para a televisão do estado ir comprar jogos de futebol ao Quim Azeiteiro em vez de os comprar directamente aos clubes organizadores.

Anónimo disse...

quem é o quim azeiteiro??? será que é o fulano que empresta dinheiro ao benfica para que o clubeco possa inscrever o clube na liga sem ter de falsificar os documentos como fazia o vale azevedo??? será que é esse quim??
o raça ajericada dos benfiquistas cospem no prato que lhes dá de comer, ganhem vergonha e paguem a quem devem...bando de taxistas de bigode...

aurelio estorninho
www.aguiamoribunda.blogspot.com

Anónimo disse...

o quim azeiteiro é o gaju que ganha 15% cada vez que a mãe e a mana do aurélio vendem a cona.

Anónimo disse...

ou será que é quando o beigaRISTA hipoteca os resquícios de dignidade que ainda(não)tem?

Anónimo disse...

não, é a primeira opção. 15% com a mãe e mana, e 95% quando é o próprio aurélio, pois é burro que nem uma porta.

Anónimo disse...

os taxistas benfiquistas e de bigode não tem mesmo um pingo de respeito... coitadinhos!

Anónimo disse...

Aurelio estou contigo para acabar de uma vez por todas com esses seres inferiores.

assinado orelhas!!

Anónimo disse...

bem, pôr no norte a irmã nessas vidas sempre não é tão mau como os apretalhados sarracenos mouros filhos duma puta que pões os filhinhos de 8 anos a render. e isto quando não são os proprios papás a enraba-los a sangue frio. cambada de pedofilos que só nos envergonham lá fora..

Anónimo disse...

O Quim Azeiteiro empresta dinheiro????

Então ele não cobra juros, Estorninho?

És mesmo um asno, burro como uma porta. Só podes ser portista e bajulador do Bimbo da Bosta.

Anónimo disse...

está visto que a classe mourisca são todos um bando de cobardes, adoram insultar e levantar calunias, mas não assinam o que escrevem... são tipicos benfiquistas, seres sem palavra e dignidade. ainda se viu no jogo contra o sion um benfiquista de calças para baixo a tentar invadir o recinto de jogo. será que estava com as calças para baixo para o eusebio o enrabar? ou será que ele ainda pensa que o calado joga no benfica?
bando de gays

aurelio estorninho

Anónimo disse...

O Benfica equipou de "Azul à Benfica", e o adepto baixou as calças por que pensava que o FC Porto estava a jogar.

Anónimo disse...

sou paneleiro. 5€.

aurelio estorninho
www.aguiamoribunda.blogspot.com

alex disse...

esse gaju de calças para baixo era a geninha, andava a procura do papa.

Anónimo disse...

O papa já só pensa em ser papado...

Isento disse...

Mas afinal que é que fez o centro de estágios dos indíosm ouvi dizer que foi o presidente do Braga, que em agradecimento teria de deixar os lampiões ficar sempre à frente deles no campeonato. será por isso que os arsenalistas foram enrabados a toda a força pelas arbitragens e nunca abriram o bico com excepção do bravo Jesualdo que só descansou quando saiu do meio daquele putedo entre Braga e lampiões?

Anónimo disse...

sabem quem pagava o ordenado ao jesualdo enquanto ele era treinador do braga??? era o orelhudo vieira... pq será??

Anónimo disse...

E o Bimbo da Bosta melhorava os ordenados dos árbitros.

Anónimo disse...

Para quem achava que o clube do Colombo não era o clube do regime, aí está a prova flagrante. O banco do estado vai dar o nome ao centro de putedo do Seixal. Onde é que eu me desinscrevo para não contribuir para este filme?

Sou andrade, nao tenho culpa... disse...

tripeiros ressabiados...sera que a CGD foi privatitada? Sera que o centro de estagios custou 15M €?
Serà que a CM V. N. Gaia construiu 1 Centro de estagios e o aluga a agremiacao dos Bimbos por tuta e meia?

Telhados de vidro...

Anónimo disse...

que eu saiba o FCPORTO SAD paga renda mensal. e equipas de gaia treinam lá.

Anónimo disse...

E onde está a Piscina Olímpica do FC Porto?

E onde pára o dinheiro do Estado que os vigaristas do FC Porto receberam para a sua construção?

Anónimo disse...

respondem a acusações com outras acusações. tipíco de quem enfia o barrete.

Anónimo disse...

Pois é. Então o barrete cabe a todos.

Eu até estou à vontade para falar. Sou do F.C. Mirandela.

lucho disse...

é só vermelhos furiosos...tenham calma so perderam um jogo com o sion, ainda vão perder mts mais...ehehehe

Anónimo disse...

Um texto que devia ser colocado em sítio bem visivel nas redacções do Record , da Abola e que deveria fazer parte do plano de estudos de qualquer curso de jornalismo, para que esses futuros jornalistas tivessem coluna vertebral e não andassem agachados como os TODOS os jornalistas presentes neste Mundial ,e ainda na sequência da mesma bajulação até ao enjoo do Euro2004.


MST na Abola:


A SCOLARIDADE OBRIGATÓRIA


Se as pessoas preferem a opinião única, as verdades oficiais, o coro afinado de vozes, talvez seja melhor dar-lhes isso mesmo. Até que, esmagadas por tanta felicidade, recomecem a ter saudades da liberdade.

Vivemos há 32 anos em democracia e com liberdade de imprensa e não me lembro de ter jamais assistido a uma tão impressionante campanha de promoção, culto e devoção de alguém como a que no último mês e meio foi dedicada ao seleccionador nacional, Luiz Felipe Scolari.

Não falo da enxurrada de elogios, legítimos, que, começados muito antes do Mundial, ainda se continuam a ler todos os dias na nossa imprensa. E não apenas na imprensa desportiva: não há Fulano nem Beltrano que escreva nos jornais que não tenha já assinado o livro de elogios a Scolari, como se isso fosse quase profissão de fé e de obediência obrigatória para quem escreve nos jornais. Assim como dantes se terminava obrigatoriamente qualquer requerimento ou comunicação oficial com a frase «A bem da Nação, viva Salazar!».

Não falo também da absoluta ausência de espírito crítico neste coro de elogios, que levava a que, por exemplo, se evitasse sugerir apenas que a Selecção tinha jogado mal determinado encontro, pois isso poderia passar por crime de lesa-pátria, ou que levou alguém com o passado de luta pela liberdade, como Manuel Alegre, a escrever que os críticos de Scolari eram portugueses que se davam mal com Portugal e que era contra eles também que a Selecção jogava.

Falo de uma coisa, pior, mais insidiosa, mais profunda e mais perigosa, que fui sentindo durante o último mês e meio, ao ponto de me trazer de regresso uma desagradável sensação de asfixia: o clima de intimidação, de ostracização, que se instalou contra os que chamavam os «críticos» de Scolari — entre os quais me incluí logo, antes que o fizessem. Não bastou aos adoradores de Scolari o elogio constante, repetitivo, por vezes mesmo bajulador: a par dos legítimos elogios vinha sempre, nos seus textos, um ataque cerrado aos «críticos», como se a sua própria existência fosse ilegítima. Ora, a este propósito, gostaria de fazer notar várias coisas, que antes tinha como evidentes:

— Qualquer seleccionador, em qualquer parte do Mundo, é sempre objecto de apreço ou de críticas. E a coisa mais natural de todas e, neste Mundial e apenas no que se refere aos mais mediati-zados, faço notar que foi isso que sucedeu com Domenech em França, Eriksson em Inglaterra, Lippi em Itália, Klinsmann na Alemanha, Parreira no Brasil ou Peckerman na Argentina.

— Porque terá o exercício da crítica, aqui como em qualquer outra área, a interpretação maldosa de que quem a faz deseja o pior? Porque não há-de ser antes ao contrário — que quem critica determinadas opções do seleccionador, se calhar, é porque deseja o melhor para a Selecção, mesmo que esteja errado nas suas críticas?

— O facto de se fazer uma crítica pontual (por exemplo, a escolha de Évora para local de estágio) não tem de implicar forçosamente que quem a faz se transforme desde logo num «crítico» permanente e institucional.

— Por melhor que sejam os resultados obtidos, não me parece que isso retire toda a legitimidade e até a razão às críticas que se formularam antes (é sempre mais fácil guardar a opinião para o fim,..). Por exemplo: reconheço, sem esforço, que Scolari é um grande condutor de homens e a sua opção de constituir uma Selecção onde só tem lugar quem ele já conhece leva a que se forme um grupo fechado e unido em torno do seleccionador, que muitas vezes, como foi agora o caso na Alemanha, conduz a resultados positivos. Mas com que legitimidade me podem impedir de continuar a pensar que a opção correcta não é essa mas sim a de formar uma Selecção com os melhores e tentar transformá-la num grupo homogéneo? Quem pode garantir que o Ricardo Quaresma não fez falta nos jogos contra a Inglaterra, a França ou a Alemanha? Ou que o Nuno Gomes ou o João Tomás não teriam feito melhor que o Pauleta?

— Enfim, e mais importante que tudo, que superioridade moral assiste a quem, com toda a ligeireza do mundo, acha normal fazer a associação automática e progressiva de crítico pontual do seleccionador = crítico sistemático = inimigo da Selecção = antipatriota?

O nacionalismo saudável, como aquele que se viveu na Alemanha, representado pelas cores das bandeiras, o hino, a língua, os hábitos e cultura, constitui uma manifestação festiva do sentimento de pertença a uma comunidade, a exibição pacífica e louvável de diferenças que se exprimem pela competição desportiva. Coisa diferente, e que nada tem a ver com isto, é a confusão deliberada entre futebol e patriotismo, sobretudo quando se chega ao ponto de exclusão, de marginalização ou de denúncia a dedo dos suspeitos de heterodoxia, dos que se desviam do unanimismo reinante, do pensamento único e obrigatório.

As páginas da nossa imprensa, neste último mês e meio, encheram-se de manifestações deste tipo de patriotismo álacre e acrítico que, sem exagero, confesso que me fizeram lembrar outros tempos. Dou um exemplo apenas: quando Fonseca foi escolhido como homem do jogo no Portugal-México, em detrimento de um português, escreveu-se que os homens sem rosto da FIFA, esses burocratas do futebol, se moviam por outros interesses que não os desportivos. E a indignação pátria atingiu o rubro quando, depois de ter defendido três penalties no desempate, Ricardo foi preterido a favor de Hargreaves. Ninguém, absolutamente ninguém, se deteve por momentos para explicar duas coisas simples: uma, que os tais burocratas e homens sem rosto da FIFA eram um comité de 14 elementos, todos antigas glórias dos Mundiais, entre os quais um tal Teófilo Cubillas, que foi simplesmente o melhor jogador que alguma vez vestiu a camisola do FC Porto e autor daquele que foi o melhor golo que alguma vez vi num estádio de futebol (na Tapadinha); outra, que o Ricardo não poderia ter sido escolhido homem do jogo pelas suas defesas no desempate por penalties pela simples razão de que esse desempate não faz parte do tempo de jogo. Tão simples como isto — e tão difícil de dizer!

Encerrado o Mundial, e fazendo-se o balanço de tudo o que se passou à sua volta, acho que também é altura de meditar sobre o jornalismo e a opinião pública. É o que vou fazer, agora. A mim, pessoalmente, nunca me intimidou o facto de estar em minoria. E aqui, nas páginas de A BOLA, sempre estive em persistente minoria. Mas houve qualquer coisa de diferente, desta vez. O tal desejo de unanimismo, a tal vontade subliminar de intimidação e silenciamento que me pareceu detectar a cada passo. Isso faz meditar e muda muita coisa: a vontade e o prazer de escrever, as bases do contrato de liberdade implícito entre quem escreve, quem publica e quem lê. Se as pessoas preferem a opinião única, as verdades oficiais, o coro afinado de vozes, talvez seja melhor dar-lhes isso mesmo. Até que, esmagadas por tanta felicidade, recomecem a ter saudades da liberdade.

Anónimo disse...

ó Miguel Sousa Escarrado, fala mas é das putas que o teu clube oferece aos arbitros.

Anónimo disse...

MST questiona:
"Vivemos há 32 anos em democracia e com liberdade de imprensa e não me lembro de ter jamais assistido a uma tão impressionante campanha de promoção, culto e devoção de alguém como a que no último mês e meio foi dedicada ao seleccionador nacional, Luiz Felipe Scolari".

Eu avivo-lhe a memória:
"Recue ao tempo da campanha dos jornaleiros do Regime a favor do seleccionador António Oliveira".

Anónimo disse...

eu avivo ainda mais a memória, recua até ao tempo em que durante MAIS DE MEIO SÉCULO O ESTADO PIDESCO SALAZARISTA E PARCIAL, ASSASSINO E OPRESSOR, CENSURADOR E CRIMINOSO PROTEGEU E BENEFICIOU, LEVANTOU E IMPULSIONOU, CARREGOU AO COLO E ROUBOU A FAVOR DE,

DO CLUBE SALAZARISTA QUE TEM COMO SIMBOLO A ÁGUIA FASCISTA DA EUROPA EXTREMISTA E DICTATORIAL DE SALAZAR, HITLER, MUSSULINI, ESTALINE E FRANCO.

TENHAM VERGONHA SEUS FILHOS DUMA PUTA!

SEUS GRANDES FILHOS DUMA PUTA!

ERA UMA BOMBA QUE VOS LIMPASSE A TODOS E QUE NÃO SOBRASSE NEM UM CÃO DE VÓS.

MOUROS SARRACENOS APRETALHADOS PEDOFILOS FILHOS DUMA PUTA

Anónimo disse...

Isso foi uma acção social do Estado.

Anónimo disse...

foi foi... FOI MAS É A MAIOR PUTA DE ROUBALHEIRA NA HISTORIA DO FUTEBOL

MOUROS FILHOS DUMA GRANDA PUTA

Anónimo disse...

durante MAIS DE MEIO SÉCULO O ESTADO PIDESCO SALAZARISTA E PARCIAL, ASSASSINO E OPRESSOR, CENSURADOR E CRIMINOSO PROTEGEU E BENEFICIOU, LEVANTOU E IMPULSIONOU, CARREGOU AO COLO E ROUBOU A FAVOR DE,

DO CLUBE SALAZARISTA QUE TEM COMO SIMBOLO A ÁGUIA FASCISTA DA EUROPA EXTREMISTA E DICTATORIAL DE SALAZAR, HITLER, MUSSULINI, ESTALINE E FRANCO.


Eu ia jurar que mais de metade dos títulos do período salazarista tinham sido ganhos pela agremoação lagarta. Também ia jurar que a águia do Benfica já existia antes dessas figuras subirem ao poder. o Göebbels continua a fazer escola pelos lados do Dragão.

Anónimo disse...

ai mouraria,
da velha rua da palma...

Anónimo disse...

Já estou como o Bimbo da Bosta: "Vai no Batalha".

Anónimo disse...

já estou como o BEIGA-RISTA:

dragão de ouro da casa do fcporto do luxemburgo
lol

Anónimo disse...

Não se esqueçam do que aconteceu à Céu Freitas

Anónimo disse...

Nem do que aconteceu à Manuela Brandão