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BOLA NA ÁREA

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Publicada por Eugénio Queirós em outubro 22, 2006
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O omnipresidente que fica na História

Jorge Nuno Lima Pinto da Costa foi o Meu dirigente desportivo. O homem com quem mais privei e convivi e de quem tive o melhor e o pior. Foi uma sorte ter podido acompanhar de perto o seu percurso que mais ninguém irá conseguir igualar no desporto português. Era filho de deus e do diabo e esta dupla filiação só está ao alcance dos grandes. A sua morte e a de Fernando Gomes fazem-me perder as minhas grandes referências (e dois amigos)  de mais de 40 anos a correr campos de futebol. Pinto da Costa foi o grande aluno de José Maria Pedroto mas quando chegou à primeira lição já era mestre da ciência de liderar sem ser by the book. Em Pinto da Costa o instinto era fatal, o que se repercutiu na sua vida pessoal. Homem com uma cultura clássica e uma veia libertina que se soltou depois dos 40 anos, Pinto da Costa só teve uma grande paixão - o FC Porto - e até essa paixão traiu. O homem partiu mas a história continua A vida é sempre a perder mesmo para quem nasceu para ganhar.
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Obstrução

Fazer obstrução é quando um jogador impede um adversário de se colocar, de correr ou de alcançar a bola. A Lei determina que, não jogando a bola, correndo entre o adversário e a bola, ou interpor o seu corpo de maneira a constituir obstáculo para o adversário, será penalizado o jogador que assim proceda com um livre indirecto no local onde a falta foi cometida. Tem que se fazer a verdadeira separação entre obstrução natural do jogo e a executada incorrectamente. Em ambos os casos, não é permitido que o jogador seja impedido de disputar a jogada normalmente. Para ser punida a obstrução, deve-se verificar que a vontade do jogador obstruir é nítida e agressiva e que se produza fora da acção do jogo ou quando o jogador, não tenta jogar a bola. Temos que ter bem presente, que o facto de um jogador se colocar diante do guarda-redes, quando se vai marcar o pontapé de canto, sem intenção de jogar a bola, é punido com um pontapé livre indirecto. É possível, um jogador que não joga nem tenta jo...

O FARISEU

Os paladinos do jornalismo do Jurássico encontraram uma tese interessante para falar da operação “Apito Dourado”. Como há um ano andam a levar banho da concorrência, falam agora da violação do segredo de justiça e de pré-condenações na praça pública. No tempo do lápis azul era sem dúvida mais fácil sobreviver. O lápis, seja ele de que cor for, continua a “riscar”, mas, felizmente, muitos jornalistas e alguns jornais continuam a colocar o interesse do público em primeiro lugar. Por isso dão notícias e violam o segredo de justiça. Não por curiosidade mórbida. Mas porque é esse o seu desígnio e não salvar o dia ou o trono conquistado.
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ToVar, os trovadores do futebol

  Tovar é um apelido de referência da História do futebol português, a que também posso juntar os nomes do contemporâneo João Nuno Coelho e do "velho" Henrique Parreirão. Há ainda um nome que gostaria de chamar aqui que é o de João Querido Manha, dono de uma base de dados única e de uma análise fina da evolução do nosso futebol e um dos autores de textos na imprescindível obra 'Crónica de Ouro do Futebol Português', obra dirigida por Joaquim Vieira para o Círculo de Leitores que também contou com as contribuições de Joel Neto, Bruno Prata e António Tadeia. Não deixo de fora também todos os contributos dados por Luís Freitas Lobo, um tático mas com veia também de historiador sobretudo no fantástico 'Os Magos do Futebol '.  Voltando a João Nuno Coelho, parceiro de Rui Miguel Tovar no programa A Grandiosa Enciclopédia do Ludopédio (esta última uma expressão da autoria de JQM), seria pecado aqui não referir 'A Paixão do Povo', 700 páginas de história e est...
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ÚLTIMO LANCE

Morreu Adriano Pinto, o presidente da Associação de Futebol do Porto, durante muitos anos o "motor" do futebol português. Presidente deste organismo desde 1979, depois de uma luta travada com Teixeira Dias, Adriano Pinto celebrizou os "xitos" nas então polémicas assembleias da Federação Portuguesa de Futebol, em Lisboa, onde vimos, entre outros, o agora colunável Fernando Seara levar grande bailinho. Adriano alugava sempre um quarto no "Altis" e era ali que controloava tudo, reunindo os votos necessários para que as suas grelhas e as suas decisões fossem aprovadas quando os outros pensavam que iam ganhar - daí o "xito" também aplicável na sueca, quando o adversário não faz qualquer vaza. Nos últimos anos, desde que a Liga assumiu finalmente algum protagonismo, as associações deixaram de ser tão importantes e Adriano Pinto como que se eclipsou do circo futebolístico. Vivi ao lado dele alguns bons momentos e sempre foi para mim uma pessoa simpáti...
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GRANDE TIFOSI

Se alguém me puder dizer o nome deste "tio" que estou farto de ver nos nossos estádios, apoiando o Belenenses, agradeço a deferência. Sempre lhe gostava de perguntar se os pastéis de Belém aquecem não apenas o estômago (proeminente, note-se).
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