sexta-feira, julho 31, 2009

CASTANHEIRO DO VENTO (2)

Castanheiro do Vento, 18.05 horas do dia 31 de Julho de 2009. Um objecto voador não identificado estaciona sobre a estação arqueológica que nos dá um vislumbre da "nossa" pré-história. Não sei se aconteceu ou se foi apenas uma ilusão de...óptica. A verdade é que não tinha o telemóvel à mão e quando verifiquei as fotos "isto" estava lá.

PS - Confesso que por estas bandas só começo a beber álcool a partir das 19 horas, quando recolho à base.

CASTANHEIRO DO VENTO (1)





Regresso ao blogger, após uma semana de trabalho de campo em Castanheiro do Vento, para verificar que tenho 110 comentários para moderar, o que desde logo me deixou quase tão cansado como depois de um dia de 7 horas de trabalho a 700 metros de altitude, aqui onde a Beira Alta se encontra com o Douro. Não se trata propriamente de um campo de férias pois trabalhou-se no duro sob a orientação dos professores Vítor Oliveira Jorge e Susana Oliveira Jorge. Está provado que o melhor método de aprendizagem é...fazendo. Mesmo assim, ainda sobrou algum tempo para longas noites de convívios com o pessoal da FLUP, de outras faculdades portuguesas e também com alguns "camones" que "acamparam" em Freixo de Numão. A arqueologia não é assunto nem da primeira nem da segunda linha da actualidade nacional mas os seus cabouqueiros e os seus mestres teimam em não a deixar morrer. Porque o passado é muito mais que memória - é também algo que nos dá alento para um futuro incerto.

sábado, julho 25, 2009

JORGE BAPTISTA EM CARTA ABERTA


Caro Eugénio

Como estou longe de ser um adepto bloguista só ontem fui confrontado com esta lamentável situação - a qual pelo visto também gostaste de dar o teu contributo - e por isso decidi utilizar este teu espaço para que de alguma forma me seja consentido penitenciar-me publicamente pelo que da minha parte foi dito. Naturalmente quero sublinhar as minhas mais profundas desculpas aos visados, se é que ainda existe alguma forma de atenuar a brincadeira de mau gosto de que fui protagonista. Também obviamente gostaria que ficasse claro aos meus críticos que nem a SIC nem o Benfica devem ser atingidos por isto. Assim se têm agora a oportunidade de me tentar atingir façam... favor e deixem os outros em paz.Posto isto, é sabido que eu e o Zé Augusto fomos alvos de uma cilada, ainda pior que os disparates por mim ditos. Tratou-se de uma conversa-brincadeira privada - da qual naturalmente não me orgulho - apenas entre dois homens. Uma lamentável brincadeira mas que duvido que a grande maioria dos homens tenha a coragem de atirar a primeira pedra. O problema é que esta foi indevidamente utilizada e a dos outros, por enquanto... ainda não. É sem dúvida uma enorme lição, da qual tirarei as devidas ilações. Peço mais uma vez muitas desculpas a todos, da mesma maneira que não tenho problemas em perdoar aqueles que sempre disseram mal de mim (privada e anonimamente)antes e depois disto.Obrigado Eugénio por me deixares utilizar este teu espaço.

Jorge Baptista
ps - Este espaço está aberto a todos e especialmente a ti, um jornalista frontal, com opinião própria e também um amigo de longa data.

sexta-feira, julho 24, 2009

RUI CARTAXANA

A morte de Rui Cartaxana "obriga-me" a escrever duas ou três linhas.
Os meus amigos sabem que nunca morri de amores pelo homem que conseguiu levar o Record para a vanguarda da Imprensa desportiva.
Jornalista puro e duro, feito nas redacções dos vespertinos de Lisboa, onde todos os dias se lutava contra o tempo e contra a informação plasmada nos matutinos, Rui Cartaxana foi, no Record, um director directo. Definiu um rumo e logrou o objectivo com processo que podemos contestar nas tertúlias do Snob mas que resultaram na prática.
Rui Cartaxana teve ainda o mérito de ser um general que soube delegar nos seus capitães a responsabilidade de fazer do Record um jornal diferente, vivo, provocador e necessariamente diferente.
Fica na história do jornalismo português não pelos prémios que conseguiu como repórter mas sobretudo por um estilo de liderança e persistência.
Ao seu filho João, um dos grandes jornalistas desportivos portugueses, repórter de eleição, deixo os meus sentimentos. A memória do teu pai é um facto, mesmo entre aqueles que não iam à bola com ele...

terça-feira, julho 21, 2009

UMA INICIATIVA INTERESSANTE

http://www.powerade.pt/

A NOSSA LIGA

Não há muitas expectativas quanto ao próximo Campeonato Nacional.
Expurgado o Estrela da Amadora, outras equipas ligadas à máquina enfrentam uma época difícil. Metade do pelotão está em claro défice, exposto, exausto, debilitado, frágil, nivelando o campeonato perigosamente muito por baixo.
Cada vez é claro que 16 equipas é demasiado se quisermos uma competição digna desse nome.
Apenas uma das duas regiões do país, a da Madeira, está a conseguir manter duas equipas num nível acima da média, o que é um esforço apenas possível porque existe Jardim há muitos anos na Pérola do Atlântico. Os Açores estiveram quase a recuperar a posição perdida e são grandes candidatos a uma vaga.
Quanto ao resto do país, é o que se conhece.
No Porto, pulmão comercial e industrial do país, Salgueiros e Boavista saíram de cena. Resta um Leixões tocado para a frente graças à engenharia financeira de um homem (Carlos Oliveira) que pode ser apertado em breve pelas malhas da política.
Vila do Conde lá conseguiu manter o seu Rio Ave, sempre com o dedo de Mário de Almeida. A Póvoa, com outra massa crítica, vive numa crise da qual não dá sinais de poder sair.
O Paços de Ferreira, por seu lado, é provavelmente a única equipa portuguesa com uma gestão racional e sobrevive também por isso, ajudando também o facto de ter apostado num treinador que sabe o que faz. Não é um Ikea que acaba com a tradição dos marceneiros.
Em Braga, a gestão de Salvador está também algo dependente do que vai acontecer a Mesquita Machado nas próximas eleições. Pela primeira vez o alcaide bracaraugustano treme e teme.
Em Guimarães, Emílio Macedo joga a sua última cartada, cada vez mais pressionado pelos históricos do clube, ou seja, por Pimenta Machado. O clube não consegue resolver o seu passivo e não tem "massa" para ambicionar mais, estando a correr claramente atrás do seu rival minhoto. Do que é sintomático o sublinhar do presidente, durante a apresentação, quando lhe perguntei se corria por um dos primeiros quatro lugares ou cinco. "Cinco, cinco", frisou bem o líder vimaranense. Esclarecedor, pelo menos para mim.
Curiosamente, em pézinhos de lã a zona centro parece sobreviver à crise.
Aprígio Santos continua a alimentar a Naval graças também a uma aposta firme em Ulisses Morais, um Jorge Jesus mais musculado e um homem que respira futebol.
Em Coimbra, capital estratégica da nação desde Afonso Henriques, as chamadas forças vivas continuam a contribuir para alguns problemas do clube mas José Eduardo Simões tem sabido resistir às ofensivas inofensivas.
Mais abaixo, em Leiria, João Bartolomeu conseguiu mais um milagre. O "Cigano", está visto, não pode ser menosprezado, O Grupo Lena também vai dando uma ajuda enquanto a presidente da Câmara faz uma cura do Apito...
Na capital e nos seus termos, para além de Benfica e Sporting resta o Vitória de Setúbal - provavelmente a equipa primodivisionária mais dependente da "máquina", a viver uma vida artificial. Uma equipa que não pode dar nem um passo em frente nem um à retaguarda pois anda na borda de dois abismos.
Ok, o Algarve está de volta. O que se saúda. O reino dos Algarves tem por si só capacidade para manter uma equipa estabilizada neste escalão mas está retalhado por rivalidades e a crise também já ali chegou. Veremos se é desta que se afirma na I Divisão.
Quanto ao interior do país, é a desolação que se conhece. Vamos ver se o Desportivo de Chaves consegue subir mais um degrau pois trás-os-montes merece futebol de primeira. Nas beiras, a única esperança reside na Covilhã - o que é pouco, quase nada. O Alentejo, esse, demitiu-se desta guerra há muito tempo.
O panorama não é animador. Talvez por isso tivemos há pouco tempo Pinto da Costa a falar numa Liga europeia. De facto, o FC Porto há muito tempo que está acima desta mediocridade. É o oásis deste deserto.

segunda-feira, julho 20, 2009

COISAS DA INTERNET

Às 12hr 34 minutos e 56 segundos, a 7 de Agosto deste ano 2009 a hora e a data vai ser precisamente: 12:34:56 7/ 8/ 9 . 1 2 3 4 5 6 7 8 9 Isto nunca mais vai acontecer nos próximos mil anos!!!

BOLA NA ÁREA JÁ É SITE

Depois de muitos anos como blogue e de uma migração para o site do Record, BOLA NA ÁREA agora é um site. Já está no https://bolanaarea.pt/ .