
Independentemente do FC Porto de ter estado à beira do desastre, lá somou mais 3 (preciosos) pontos. Vai ficar a ver de cadeirinha o clássico de Alvalade, na certeza de quem alguém perderá pontos. Farías afinal não veio para Portugal apenas para esticar o cabelo no Paço da Boa Nova - também está cá para fazer uns golitos. Tal como aconteceu há quase dois anos, em Paços de Ferreira, quando Adriano fez um golo milagroso, mais uma vez o FCP se prepara para ganhar um campeonato com golos das cartas que normalmente não contam no baralho. É apenas mais um detalhe que ajuda a definir um clube talhado, nos últimos anos, para ser campeão.
PS - Quanto ao trabalho de Elmano Santos, não houve surpresas tendo em conta que o árbitro madeirense carregava às costas o péssimo 2.1 que levou no Belenenses-Benfica...
17 comentários:
badochas vindo dum putanheiro e amante de fruta como tu nao seria de esperar que nao tivesses referido ke o golo do farias foi precedido de falta e o penalty foi o da fruta da epoca. podes ser tu o que quiseres, mas por favor na atires na lama a digna profissao de jornalista.
E o Mantorras?
E o Di Maria?
E o Nuno Gomes?
E o Cardozo?
Quantos já saíram do banco para facturar?
Não interessa comparar, certo?
Calculava...
k filho daputa nojento!!!!!!!!!!
Sobre isto não fala scabrão
http://geracaobenfica.blogspot.com/2009/02/o-orgasmo-do-geninho.html
Caro "proençaOvendido", você já não deve "ver a mulher do padeiro" há muito tempo. Oh homem, se as suas aptidões fisícas não dão para engatar ninguém do "belo sexo" (estou a referir-me ao sexo feminino para que dúvidas não restem), já constatamos que não é pelo seu intelecto que lá vai. Olhe, servia-se da fruta de que tanto fala, para dar azo à sua fúria, que pelos vistos anda contida dentro de si há muito tempo! Pode ser que assim dê uso ao que tem andado parado, e deixe de vir para aqui inventar jogadas faltosas e dizer que pealties claros não existiram. Tenha juízo homem!
Estes "vermelhuscos Provincianos" são uns tristes é cada comentário.
O que tem piada é que os árbitros benfiquistas é que andam a marcar os penaltis para o Porto que o Benfas reclama...isto já nada é como dantes, está tudo baralhado...
oh GENINHO TENHA CUIDADO OS SIMPATIZANTES DO CLUBE DO GARRAFAO
PARECE QUE ANDAM MUITO EXCITADOS, O PACOS PARECE QUE OS DEIXOU UM BOCADO CONFUNDIDOS E PERTO DE UM ATAQUE DE ESTUPIDEZ.
e MANDAR-LHES UM CAMIAO DE FRUTA, ESTES ENORMES NAO FALAM DE OUTRA COISA SO QUEREM FRUTA.MANDA-LHES
DAQUELA FRUTA QUE SE APANHA DO CHAO CHEIA DE MORCOES.
Mas aqui o nosso Eugénio disse alguma coisa inventada? Está bem, não referiu o golo entrado na baliza, que se esquece e nem se fala. Fosse ele a favor ou contra um desses do regime, que é dizer, da capital de corruptos, e era o fim. Ou já não se pode dizer bem do Porto? Qualquer coisinha?!
É péssimo quando um jornalista que deveria informar, ser isento e rigoroso na análise dos factos e procurar dizer a verdade, se queira misturar no meio dos comentadeiros vulgares, aqueles que debitam frases feitas numa qualquer tasca deste país.
Este artigo que acabei de ler, é muito pouco sério, e ignora várias coisas que fazem do artigo algo muito pouco credível.
Todos sabem que o Fc. Porto foi beneficiado clara e flagrantemente nos últimos 3 jogos. Até podia ser uma feliz coincidência para os portistas, não fosse o facto de esta ser uma altura crucial do nosso campeonato.
Reparem que eu não estou a dizer que o Porto é melhor ou pior do que os concorrentes directos, só estou a dizer que assim mesmo que eventualmente o Porto até seja melhor acaba por não o demonstrar em campo, e isso é que não pode ser.
Os verdadeiros vencedores são aqueles que conseguem ganhar em campo, de uma forma perfeitamente transparente.
E se nos últimos 3 jogos em que o Fc. Porto participou, contou sempre com ajuda dos árbitros, à que dizer com toda a serenidade e firmeza que acabou por não conquistar os pontos de uma forma limpa.
Mas o que mais me entristece é esta postura de jornalistas que, ao invés de assumirem um papel de contra poder, isto é de alinharem pelo tradicional quarto poder, tantas vezes reivindicado pela classe jornalística, acabam por ser uma muleta do poder instituído.
E o problema é que não é só o Eugénio Queiroz, não são só os comentadores desportivos que falam nas rádios e nas televisões, e escrevem nos jornais. Esse apoio aos poderes é alimentado por muita da comunicação social, e reflecte-se no desporto, na política e noutras vertentes.
Neste caso é fácil dizer-se que o Porto ganha jogos, que é a melhor equipa, e já sei que em Maio se forem campeões não vão faltar os artigos felicitando os dragões, dizendo que eles foram indiscutivelmente a melhor equipa, que tanto Benfica e Sporting voltaram a falhar etc. etc. etc. Mas nesta altura em que estamos a assistir a um claro benefício do Porto, e a um consequente prejuízo dos mais directos opositores, alguns jornalistas, que se transformam em jornaleiros do patrão, assobiam para o ar e fazem de conta que nada se passa.
O único atenuante que podem ter é o facto de infelizmente até a vossa independência já ter ido por água a baixo. Hoje vocês tem é de agradar a quem vos paga, e isso poderá ter alguma influência no facto de tantas vezes vestirem a pele de jornaleiros dos patrões.
Filipe Azevedo.
a micose dos ditos deve estar a afectar-lhe a visão...
Mais do mesmo... Não foi nada.
Queres colinho??? Se o proença deu o elmano tb dá...
Sair da toca ( agora acho que se diz sair do armário) é que era. No meu tempo fazia-se xixi que ele saía a correr, não sem antes lhe fazer umas cocegas NO CU...
NORTADA
Por Miguel Sousa Tavares
DE FORMA ALGUMA CREDÍVEL
1 - Quinta-feira foi um dia aziago para alguns ilustres benfiquistas e para alguns defensores do Estado da Calúnia contra o Estado de Direito: o Tribunal da Relação do Porto, por voto unânime dos três desembargadores, confirmou a sentença do tribunal de primeira instancia que mandou arquivar o célebre «caso da fruta», envolvendo o jogo FC Porto-Estrela da Amadora (2-0), de 2004, peça central do Apito Dourado. E mandou arquivar porque julgou que a prova decisiva em que se baseava a acusação do Ministério Público - o testemunho de Carolina Salgado - «como é bom de ver, não é de forma alguma credível» e, pelo contrario, não podia nunca ser julgado isento. E, quanto aos supostos «erros de arbitragem» que, segundo o MP, teriam favorecido o FC Porto (num jogo que já só era a feijões), a Relação julgou que «eles não são mais do que aqueles que os agentes de investigação consideraram...por conjectura ou imaginação...e não o resultado da perícia e das declarações dos peritos». E, acrescentaram os juízes, o que a peritagem concluiu foi que «nenhum dos lances que originaram os golos do F C Porto foram precedidos de erros de arbitragem» e, por isso, nunca a acusação poderia concluir que os erros ocorridos «são causa adequada do resultado final quando favorecem o F C Porto, e completamente inócuos quando favorecem o Estrela da Amadora». Para quem sabe ler, o que os desembargadores dizem é que toda a acusação se baseou em preconceitos clubísticos e assentou na credibilidade de uma testemunha que, de todo, a não merece. Ando a escrever isto há dois anos, mas há quem ache que a justiça dos tribunais não presta, a do Comissão Disciplinar da Liga - onde os juízes são escolhidos por influências dos clubes, onde se julga sem contraditório e sem sequer ouvir testemunhas - essa, sim, é que é a verdadeira. Foi isso, por exemplo, que José Manuel Delgado quis dizer, num elucidativo texto aqui, sábado passado e acompanhando uma resumida notícia sobre a sentença da Relação, e no qual ele defendia nas entrelinhas que é uma chatice que a justiça comum tarde em render-se à campanha de moralização do futebol português, tão exemplarmente encabeçada pelo exemplar Sr. Vieira.
Mas convém recordar que este processo da «fruta» já antes tinha sido investigado pelo MP e arquivado por absoluta falta de indícios probatórios. Foi então que o Dr. Pinto Monteiro, acabado de ser nomeado Procurador-Geral da República e interrogado sobre o «livro» «de» Carolina Salgado, respondeu que ia mandar investigar o que lá vinha - assim lhe conferindo, logo, uma credibilidade que não podia saber se a coisa justificava. E nomeou, perante o aplauso de toda a nação benfiquista, uma task-force encabeçada pela Dr.ª Maria José Morgado para investigar o FC Porto e Pinto da Costa - e apenas eles. E a Dr.ª Morgado agarrou-se à pretensa «testemunha» como se Deus falasse pela boca dela. Gastou aos contribuintes milhares e milhares de euros a fazer «proteger» a sua testemunha, dia e noite, por dois seguranças cuja verdadeira função era a de fazer crer que ela poderia estar ameaçada, tal era a importância daquilo que sabia. E obrigou o MP do Porto a reabrir o processo e levar uma acusação a tribunal. O tribunal respondeu com a não-pronúncia dos réus e, vexame máximo, ainda mandou abrir um processo contra Carolina Salgado por crime de «falsidade de testemunho agravado». A Dr.ª Morgado entendeu recorrer para a Relação e a Relação acaba de lhe dar a resposta que merecia e que, houvesse algum sentido de responsabilidade, deveria levar o Sr. Procurador-Geral e a Sr.ª Procuradora, pelo menos, a pedir desculpas públicas.
Mas, não. Tudo continuará na mesma. Como se nada se tivesse passado, continuarão a escrever sobre o «Apito Dourado» e a «fruta» como verdade estabelecida, continuarão a tentar que a «justiça desportiva» consiga excluir o FC Porto da Liga dos Campeões, em benefício do Benfica. E o Sr. Vieira, verdadeiro criador da criatura caída em descrédito e genuíno paradigma do fair-play, continuará a dizer que a hegemonia do FC Porto nos últimos 20 anos se deve apenas a batota. Como aliás o demonstra a comparação entre as carreiras europeias do Benfica e do FC Porto nos últimos 20 anos...
2 - Tive o saudável bom-senso de me pirar daqui na altura crítica deste clima de histeria, quando, no espaço de doze dias, ao FC Porto coube defrontar os três clubes de Lisboa: Belenenses, Benfica e Sporting. Dos três jogos só soube à distância e não vi nada, depois, senão os dois cruciais lances do Dragão. Mas deixei os jornais guardados e fartei-me de sorrir ao lê-los. E então, do pouco que vi e li, constatei o seguinte:
— em Alvalade, houve dois penalties do Sporting contra o Porto, que viraram o resultado (há trinta anos que é assim...). Na página 11 da edição de 5/02 de A BOLA vêm as respectivas fotografias. Na primeira, não se vê rigorosamente nada que possa justificar um penalty, mas a legenda diz que se deve «dar o benefício da dúvida ao árbitro». Na segunda, vê-se o Sapunaru no chão, com uma mão pousada suavemente sobre a anca de Postiga e a legenda reza que foi «penalty claro» ( a fazer lembrar a mão pousada no ombro do João Moutinho e que também foi «penalty claro» no Sporting-Porto para o campeonato);
— na edição de 9/02, vêm duas fotografias do penalty do Dragão, onde, tal como nas imagens televisivas, se vê claramente a mão de Yebda tentando travar Lisandro pela barriga. A legenda, porém, diz que foi só um «toque» e quando ele já estava em queda (a cuja não se vê de todo). Ora, eu até concedo que aquela mãozinha não chegasse para justificar um penalty; o que não percebo é como é que os três penalties de Alvalade são claros ou merecem o benefício da dúvida e aquele seja um «roubo» evidente...
— evidente, evidente, é que aos 19 minutos do jogo do Dragão, Reyes rasteirou Lucho dentro da área. Ele foi ao chão e levantou-se, prosseguindo a jogada e dando ao árbitro mais do que tempo para se lembrar de que não há lei da vantagem em caso de penalty. Ou seja, o árbitro do Dragão errou primeiro contra o FC Porto e depois contra o Benfica. Não entendi, assim, porque fizeram desta arbitragem mais um caso para o «Apito Dourado» e porquê que o José Manuel Delgado teve logo de ir ouvir Luís Filipe Vieira em mais uma «entrevista exclusiva», para dizer o mesmo de sempre- ele, que até nem vê os jogos.
3 - E anteontem, infelizmente (eu odeio penalties, desde a infância, onde enjoei de os ver na Luz e em Alvalade e sempre, sempre, para o mesmo lado...), um FC Porto com um ataque reduzido ao génio de Hulk e à absoluta inutilidade de Mariano e Farias, só conseguiu inaugurar o marcador contra o último classificado e no Dragão, através de um penalty que, vendo na televisão, ninguém de boa-fé pode dizer se existiu ou não. Mas logo estava a receber uma mensagem de um amigo benfiquista garantindo que, na sua televisão, tinha sido mais um «roubo» evidente. E, embora três minutos depois, só o árbitro e o fiscal-de-linha não tenham visto a bola dentro da baliza do Rio Ave, seguiu-se nova mensagem a garantir-me que também aquele árbitro estava comprado. Depois do Benfica-Porto, li alguns benfiquistas queixarem-se de que tinham sido vítimas do «excesso de isenção» de um árbitro sabidamente benfiquista. Mas, curiosamente, só se queixaram da nomeação depois e não antes do jogo: antes, não lhes ocorreu estranhar que para um Porto-Benfica onde muito do campeonato se podia decidir, tenham escolhido um árbitro que é sócio do Benfica. Olha se fosse sócio do Porto, o que não diriam!
Aliás, acho que seria útil que a direcção do Benfica encarregasse o João Gabriel de anunciar publicamente a short-list dos raríssimos árbitros que, à imagem do seu próprio presidente, consideram sérios. E Vítor Pereira faria o favor de só nomear esses dois ou três para todos os jogos do Benfica e do Porto.
Da "abola"
Que comentários tão "maluquinhos" dos "melancias" !!!
É estranha a forma como o mesmo arbitro tem um critério tão apertado para assinalar grandes penalidades num campo e noutro!! Estranho mesmo!!
E digo-te mais, o' benfas anonimo:
Fui ver essa merda desse post no teu blog e acho que nao dizes nadinha de jeito, meu... (quem te espetasse com duas chapadas e' que era fino). E' que nao tem conteudo nenhum (e' tipo a teoria da conspiracao em que o universo benfiquista vive).
Continua a fazer o que fazes,Eugenio. A tua observacao sobre "mais um detalhe da organizacao portista" e' boa e e' a pura realidade.
(O Farias e' tipo Bergessio, que podia ser uma arma secreta do benfas, mas nem sequer lhe deram tempo...)
Que comentários tão "maluquinhos" dos "melancias" !!!
Que é que o anónimo quer dizer, que as melancias são verdes, rayadas? Oh, abra lá uma e verá que mais encarnadas 'melancias'!
Estes cromos só dizem mal do Eugenio, é de badocha para cima, mas estão sempre aqui batidinhos. Ide trabalhar, malandros. Não são os maiores mais grandes do mundo e 32 da Europa? Então ide em paz e deixem o Eugénio escrever o que lhe der na veneta. Se ele escrevesse um "puta que vos pariu" não era mal visto, não...
Deixa lá,
anonym, kisso
passa tudo, e haja
é melâncias!
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