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segunda-feira, fevereiro 16, 2009

O DETALHE


Independentemente do FC Porto de ter estado à beira do desastre, lá somou mais 3 (preciosos) pontos. Vai ficar a ver de cadeirinha o clássico de Alvalade, na certeza de quem alguém perderá pontos. Farías afinal não veio para Portugal apenas para esticar o cabelo no Paço da Boa Nova - também está cá para fazer uns golitos. Tal como aconteceu há quase dois anos, em Paços de Ferreira, quando Adriano fez um golo milagroso, mais uma vez o FCP se prepara para ganhar um campeonato com golos das cartas que normalmente não contam no baralho. É apenas mais um detalhe que ajuda a definir um clube talhado, nos últimos anos, para ser campeão.
PS - Quanto ao trabalho de Elmano Santos, não houve surpresas tendo em conta que o árbitro madeirense carregava às costas o péssimo 2.1 que levou no Belenenses-Benfica...

17 comentários:

proençaOvendido disse...

badochas vindo dum putanheiro e amante de fruta como tu nao seria de esperar que nao tivesses referido ke o golo do farias foi precedido de falta e o penalty foi o da fruta da epoca. podes ser tu o que quiseres, mas por favor na atires na lama a digna profissao de jornalista.

disse...

E o Mantorras?

E o Di Maria?

E o Nuno Gomes?

E o Cardozo?

Quantos já saíram do banco para facturar?

Não interessa comparar, certo?

Calculava...

Anónimo disse...

k filho daputa nojento!!!!!!!!!!
Sobre isto não fala scabrão
http://geracaobenfica.blogspot.com/2009/02/o-orgasmo-do-geninho.html

Grilo Falante disse...

Caro "proençaOvendido", você já não deve "ver a mulher do padeiro" há muito tempo. Oh homem, se as suas aptidões fisícas não dão para engatar ninguém do "belo sexo" (estou a referir-me ao sexo feminino para que dúvidas não restem), já constatamos que não é pelo seu intelecto que lá vai. Olhe, servia-se da fruta de que tanto fala, para dar azo à sua fúria, que pelos vistos anda contida dentro de si há muito tempo! Pode ser que assim dê uso ao que tem andado parado, e deixe de vir para aqui inventar jogadas faltosas e dizer que pealties claros não existiram. Tenha juízo homem!

Anónimo disse...

Estes "vermelhuscos Provincianos" são uns tristes é cada comentário.

Anónimo disse...

O que tem piada é que os árbitros benfiquistas é que andam a marcar os penaltis para o Porto que o Benfas reclama...isto já nada é como dantes, está tudo baralhado...

Anónimo disse...

oh GENINHO TENHA CUIDADO OS SIMPATIZANTES DO CLUBE DO GARRAFAO
PARECE QUE ANDAM MUITO EXCITADOS, O PACOS PARECE QUE OS DEIXOU UM BOCADO CONFUNDIDOS E PERTO DE UM ATAQUE DE ESTUPIDEZ.
e MANDAR-LHES UM CAMIAO DE FRUTA, ESTES ENORMES NAO FALAM DE OUTRA COISA SO QUEREM FRUTA.MANDA-LHES
DAQUELA FRUTA QUE SE APANHA DO CHAO CHEIA DE MORCOES.

simon disse...

Mas aqui o nosso Eugénio disse alguma coisa inventada? Está bem, não referiu o golo entrado na baliza, que se esquece e nem se fala. Fosse ele a favor ou contra um desses do regime, que é dizer, da capital de corruptos, e era o fim. Ou já não se pode dizer bem do Porto? Qualquer coisinha?!

Filipe Azevedo disse...

É péssimo quando um jornalista que deveria informar, ser isento e rigoroso na análise dos factos e procurar dizer a verdade, se queira misturar no meio dos comentadeiros vulgares, aqueles que debitam frases feitas numa qualquer tasca deste país.
Este artigo que acabei de ler, é muito pouco sério, e ignora várias coisas que fazem do artigo algo muito pouco credível.
Todos sabem que o Fc. Porto foi beneficiado clara e flagrantemente nos últimos 3 jogos. Até podia ser uma feliz coincidência para os portistas, não fosse o facto de esta ser uma altura crucial do nosso campeonato.
Reparem que eu não estou a dizer que o Porto é melhor ou pior do que os concorrentes directos, só estou a dizer que assim mesmo que eventualmente o Porto até seja melhor acaba por não o demonstrar em campo, e isso é que não pode ser.
Os verdadeiros vencedores são aqueles que conseguem ganhar em campo, de uma forma perfeitamente transparente.
E se nos últimos 3 jogos em que o Fc. Porto participou, contou sempre com ajuda dos árbitros, à que dizer com toda a serenidade e firmeza que acabou por não conquistar os pontos de uma forma limpa.
Mas o que mais me entristece é esta postura de jornalistas que, ao invés de assumirem um papel de contra poder, isto é de alinharem pelo tradicional quarto poder, tantas vezes reivindicado pela classe jornalística, acabam por ser uma muleta do poder instituído.
E o problema é que não é só o Eugénio Queiroz, não são só os comentadores desportivos que falam nas rádios e nas televisões, e escrevem nos jornais. Esse apoio aos poderes é alimentado por muita da comunicação social, e reflecte-se no desporto, na política e noutras vertentes.
Neste caso é fácil dizer-se que o Porto ganha jogos, que é a melhor equipa, e já sei que em Maio se forem campeões não vão faltar os artigos felicitando os dragões, dizendo que eles foram indiscutivelmente a melhor equipa, que tanto Benfica e Sporting voltaram a falhar etc. etc. etc. Mas nesta altura em que estamos a assistir a um claro benefício do Porto, e a um consequente prejuízo dos mais directos opositores, alguns jornalistas, que se transformam em jornaleiros do patrão, assobiam para o ar e fazem de conta que nada se passa.
O único atenuante que podem ter é o facto de infelizmente até a vossa independência já ter ido por água a baixo. Hoje vocês tem é de agradar a quem vos paga, e isso poderá ter alguma influência no facto de tantas vezes vestirem a pele de jornaleiros dos patrões.

Filipe Azevedo.

Punhetas a grilos disse...

a micose dos ditos deve estar a afectar-lhe a visão...
Mais do mesmo... Não foi nada.
Queres colinho??? Se o proença deu o elmano tb dá...
Sair da toca ( agora acho que se diz sair do armário) é que era. No meu tempo fazia-se xixi que ele saía a correr, não sem antes lhe fazer umas cocegas NO CU...

Anónimo disse...

NORTADA

Por Miguel Sousa Tavares

DE FORMA ALGUMA CREDÍVEL

1 - Quinta-feira foi um dia aziago para alguns ilustres benfiquistas e para alguns defensores do Estado da Calúnia contra o Estado de Direito: o Tribunal da Relação do Porto, por voto unânime dos três desembargadores, confirmou a sentença do tribunal de primeira instancia que mandou arquivar o célebre «caso da fruta», envolvendo o jogo FC Porto-Estrela da Amadora (2-0), de 2004, peça central do Apito Dourado. E mandou arquivar porque julgou que a prova decisiva em que se baseava a acusação do Ministério Público - o testemunho de Carolina Salgado - «como é bom de ver, não é de forma alguma credível» e, pelo contrario, não podia nunca ser julgado isento. E, quanto aos supostos «erros de arbitragem» que, segundo o MP, teriam favorecido o FC Porto (num jogo que já só era a feijões), a Relação julgou que «eles não são mais do que aqueles que os agentes de investigação consideraram...por conjectura ou imaginação...e não o resultado da perícia e das declarações dos peritos». E, acrescentaram os juízes, o que a peritagem concluiu foi que «nenhum dos lances que originaram os golos do F C Porto foram precedidos de erros de arbitragem» e, por isso, nunca a acusação poderia concluir que os erros ocorridos «são causa adequada do resultado final quando favorecem o F C Porto, e completamente inócuos quando favorecem o Estrela da Amadora». Para quem sabe ler, o que os desembargadores dizem é que toda a acusação se baseou em preconceitos clubísticos e assentou na credibilidade de uma testemunha que, de todo, a não merece. Ando a escrever isto há dois anos, mas há quem ache que a justiça dos tribunais não presta, a do Comissão Disciplinar da Liga - onde os juízes são escolhidos por influências dos clubes, onde se julga sem contraditório e sem sequer ouvir testemunhas - essa, sim, é que é a verdadeira. Foi isso, por exemplo, que José Manuel Delgado quis dizer, num elucidativo texto aqui, sábado passado e acompanhando uma resumida notícia sobre a sentença da Relação, e no qual ele defendia nas entrelinhas que é uma chatice que a justiça comum tarde em render-se à campanha de moralização do futebol português, tão exemplarmente encabeçada pelo exemplar Sr. Vieira.
Mas convém recordar que este processo da «fruta» já antes tinha sido investigado pelo MP e arquivado por absoluta falta de indícios probatórios. Foi então que o Dr. Pinto Monteiro, acabado de ser nomeado Procurador-Geral da República e interrogado sobre o «livro» «de» Carolina Salgado, respondeu que ia mandar investigar o que lá vinha - assim lhe conferindo, logo, uma credibilidade que não podia saber se a coisa justificava. E nomeou, perante o aplauso de toda a nação benfiquista, uma task-force encabeçada pela Dr.ª Maria José Morgado para investigar o FC Porto e Pinto da Costa - e apenas eles. E a Dr.ª Morgado agarrou-se à pretensa «testemunha» como se Deus falasse pela boca dela. Gastou aos contribuintes milhares e milhares de euros a fazer «proteger» a sua testemunha, dia e noite, por dois seguranças cuja verdadeira função era a de fazer crer que ela poderia estar ameaçada, tal era a importância daquilo que sabia. E obrigou o MP do Porto a reabrir o processo e levar uma acusação a tribunal. O tribunal respondeu com a não-pronúncia dos réus e, vexame máximo, ainda mandou abrir um processo contra Carolina Salgado por crime de «falsidade de testemunho agravado». A Dr.ª Morgado entendeu recorrer para a Relação e a Relação acaba de lhe dar a resposta que merecia e que, houvesse algum sentido de responsabilidade, deveria levar o Sr. Procurador-Geral e a Sr.ª Procuradora, pelo menos, a pedir desculpas públicas.

Mas, não. Tudo continuará na mesma. Como se nada se tivesse passado, continuarão a escrever sobre o «Apito Dourado» e a «fruta» como verdade estabelecida, continuarão a tentar que a «justiça desportiva» consiga excluir o FC Porto da Liga dos Campeões, em benefício do Benfica. E o Sr. Vieira, verdadeiro criador da criatura caída em descrédito e genuíno paradigma do fair-play, continuará a dizer que a hegemonia do FC Porto nos últimos 20 anos se deve apenas a batota. Como aliás o demonstra a comparação entre as carreiras europeias do Benfica e do FC Porto nos últimos 20 anos...

2 - Tive o saudável bom-senso de me pirar daqui na altura crítica deste clima de histeria, quando, no espaço de doze dias, ao FC Porto coube defrontar os três clubes de Lisboa: Belenenses, Benfica e Sporting. Dos três jogos só soube à distância e não vi nada, depois, senão os dois cruciais lances do Dragão. Mas deixei os jornais guardados e fartei-me de sorrir ao lê-los. E então, do pouco que vi e li, constatei o seguinte:

— em Alvalade, houve dois penalties do Sporting contra o Porto, que viraram o resultado (há trinta anos que é assim...). Na página 11 da edição de 5/02 de A BOLA vêm as respectivas fotografias. Na primeira, não se vê rigorosamente nada que possa justificar um penalty, mas a legenda diz que se deve «dar o benefício da dúvida ao árbitro». Na segunda, vê-se o Sapunaru no chão, com uma mão pousada suavemente sobre a anca de Postiga e a legenda reza que foi «penalty claro» ( a fazer lembrar a mão pousada no ombro do João Moutinho e que também foi «penalty claro» no Sporting-Porto para o campeonato);

— na edição de 9/02, vêm duas fotografias do penalty do Dragão, onde, tal como nas imagens televisivas, se vê claramente a mão de Yebda tentando travar Lisandro pela barriga. A legenda, porém, diz que foi só um «toque» e quando ele já estava em queda (a cuja não se vê de todo). Ora, eu até concedo que aquela mãozinha não chegasse para justificar um penalty; o que não percebo é como é que os três penalties de Alvalade são claros ou merecem o benefício da dúvida e aquele seja um «roubo» evidente...

— evidente, evidente, é que aos 19 minutos do jogo do Dragão, Reyes rasteirou Lucho dentro da área. Ele foi ao chão e levantou-se, prosseguindo a jogada e dando ao árbitro mais do que tempo para se lembrar de que não há lei da vantagem em caso de penalty. Ou seja, o árbitro do Dragão errou primeiro contra o FC Porto e depois contra o Benfica. Não entendi, assim, porque fizeram desta arbitragem mais um caso para o «Apito Dourado» e porquê que o José Manuel Delgado teve logo de ir ouvir Luís Filipe Vieira em mais uma «entrevista exclusiva», para dizer o mesmo de sempre- ele, que até nem vê os jogos.

3 - E anteontem, infelizmente (eu odeio penalties, desde a infância, onde enjoei de os ver na Luz e em Alvalade e sempre, sempre, para o mesmo lado...), um FC Porto com um ataque reduzido ao génio de Hulk e à absoluta inutilidade de Mariano e Farias, só conseguiu inaugurar o marcador contra o último classificado e no Dragão, através de um penalty que, vendo na televisão, ninguém de boa-fé pode dizer se existiu ou não. Mas logo estava a receber uma mensagem de um amigo benfiquista garantindo que, na sua televisão, tinha sido mais um «roubo» evidente. E, embora três minutos depois, só o árbitro e o fiscal-de-linha não tenham visto a bola dentro da baliza do Rio Ave, seguiu-se nova mensagem a garantir-me que também aquele árbitro estava comprado. Depois do Benfica-Porto, li alguns benfiquistas queixarem-se de que tinham sido vítimas do «excesso de isenção» de um árbitro sabidamente benfiquista. Mas, curiosamente, só se queixaram da nomeação depois e não antes do jogo: antes, não lhes ocorreu estranhar que para um Porto-Benfica onde muito do campeonato se podia decidir, tenham escolhido um árbitro que é sócio do Benfica. Olha se fosse sócio do Porto, o que não diriam!

Aliás, acho que seria útil que a direcção do Benfica encarregasse o João Gabriel de anunciar publicamente a short-list dos raríssimos árbitros que, à imagem do seu próprio presidente, consideram sérios. E Vítor Pereira faria o favor de só nomear esses dois ou três para todos os jogos do Benfica e do Porto.

Da "abola"

Anónimo disse...

Que comentários tão "maluquinhos" dos "melancias" !!!

Kadja disse...

É estranha a forma como o mesmo arbitro tem um critério tão apertado para assinalar grandes penalidades num campo e noutro!! Estranho mesmo!!

sonicmale69 disse...

E digo-te mais, o' benfas anonimo:

Fui ver essa merda desse post no teu blog e acho que nao dizes nadinha de jeito, meu... (quem te espetasse com duas chapadas e' que era fino). E' que nao tem conteudo nenhum (e' tipo a teoria da conspiracao em que o universo benfiquista vive).

Continua a fazer o que fazes,Eugenio. A tua observacao sobre "mais um detalhe da organizacao portista" e' boa e e' a pura realidade.

(O Farias e' tipo Bergessio, que podia ser uma arma secreta do benfas, mas nem sequer lhe deram tempo...)

simon disse...

Que comentários tão "maluquinhos" dos "melancias" !!!

Que é que o anónimo quer dizer, que as melancias são verdes, rayadas? Oh, abra lá uma e verá que mais encarnadas 'melancias'!

Anónimo disse...

Estes cromos só dizem mal do Eugenio, é de badocha para cima, mas estão sempre aqui batidinhos. Ide trabalhar, malandros. Não são os maiores mais grandes do mundo e 32 da Europa? Então ide em paz e deixem o Eugénio escrever o que lhe der na veneta. Se ele escrevesse um "puta que vos pariu" não era mal visto, não...

gertrud disse...

Deixa lá,
anonym, kisso
passa tudo, e haja
é melâncias!