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quarta-feira, dezembro 12, 2007

NÃO PODEMOS EXECUTÁ-LOS?


Esta é a fábula de um alto executivo que, "stressado", foi um dia ao psiquiatra. Relatou ao médico o seu caso. O psiquiatra, experiente, logo diagnosticou : - O Sr. precisa de se afastar, por duas semanas, da sua actividade profissional. O conveniente é que vá para o interior, isole-se do dia-a-diae busque algumas actividades que o relaxem.Então, o nosso executivo procurou seguir as orientações recebidas. Munido de vários livros, CDs e "laptop", *mas sem o telemóvel*, partiu para a quinta de um amigo.Passados os dois primeiros dias, o nosso executivo já havia lido dois livros e ouvido quase todos os CDs.Porém, continuava inquieto. Pensou, então, que alguma atividade física seriaum bom antídoto para a ansiedade que ainda o dominava.Procurou o capataz da quinta e pediu-lhe trabalho para fazer. O capataz ficou pensativo e , vendo um monte de esterco que havia acabado de chegar, disse ao nosso executivo:- O Senhor Doutor pode ir espalhando aquele esterco em toda aquela área queserá preparada para o cultivo.Pensou o capataz para consigo próprio:"Ele deverá demorar uma semana com esta tarefa" . Puro engano !No dia seguinte já o nosso executivo tinha distribuído todo o esterco por toda a área.O capataz deu-lhe então a seguinte tarefa: abater 500 galinhas com umafaca.Tarefa que se revelou muito fácil para o executivo ansioso: em menos de 3 horas já estavam todos os galináceos prontos para serem depenados! Pediu logo nova tarefa.O capataz disse-lhe então:- Estamos a iniciar a colheita de laranjas. O Senhor Doutor vá, por favor, ao laranjal e leve consigo três cestos para distribuir as laranjas por tamanhos: pequenas, médias e grandes. Passou o dia e o executivo não regressou com a tarefa cumprida.Preocupado, o capataz dirigiu-se ao laranjal e viu o nosso executivo, com uma laranja na mão, os cestos totalmente vazios e a falar sózinho:- Esta é grande. Não, é média. Ou será pequena??

Moral da história:Espalhar merda e cortar cabeças é fácil. O difícil é tomar decisões.


» um contributo de JORGE REIS

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