quarta-feira, abril 20, 2005
V.SÉTÚBAL-BOAVISTA
Fraquíssima arbitragem de Olegário Benquerença na primeira meia-final da Taça de Portugal. Não dá para entender como um árbitro apita no domingo um jogo da SuperLiga e na terça-feira um da Taça de Portugal. Ou melhor, até dá. O Boavista, apesar de ter marcado de penalty, foi a equipa mais prejudicada: a expulsão de João Pedro, que reduz a equipa a dez elementos, com 1-1 no marcador, é forçadíssima; para agravar, mais uma fita de Jorginho levou Tiago ao desespero e Olegário surpreendentemente atento viu o médio do Boavista pontapear o futuro portista quando este recebia assistência médica, logrando finalmente uma lesão no artista. Bela atitude do Boavista com nove elementos, indo ainda assim à procura do empate. O jogo foi, repete-se, estragado pelo árbitro, que abusou do apito e da paciência do espectador. Um bom árbitro não é aquele que apita muito mas o que deixa o jogo fluir, tendo em conta que o futebol é um desporto também de contacto. Excelentr Bruno Ribeiro não apenas pelo golaço que decidiu. Também gostei da dança tribal de José Rachão nos momentos dos golos - gosto dele e não só por ter jogado e treinado no glorioso Leixões.
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